PME Há dez PME portuguesas que estão a "inspirar a Europa"
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Há dez PME portuguesas que estão a "inspirar a Europa"

A London Stock Exchange voltou a distinguir dez pequenas e médias empresas nacionais pelo seu ritmo de crescimento. E há uma repetente: a Couro Azul. Entre as novidades surgem a Perfumes & Companhia, Pestana Hotel ou a Riberalves.
Há dez PME portuguesas que estão a "inspirar a Europa"
bloomberg
Rita Atalaia 17 de novembro de 2018 às 15:00

Há dez pequenas e médias empresas portuguesas entre as mais inspiradoras da Europa, de acordo com a mais recente análise da London Stock Exchange (LSE). Nesta escolha anual das empresas europeias mais dinâmicas e de crescimento rápido, há uma companhia nacional que volta a aparecer na lista: a Couro Azul.

 

Todos os anos, a LSE escolhe a lista das "mil empresas para inspirar a Europa", um conjunto de companhias de média dimensão que o mercado londrino tem como alvo, procurando atrai-las para as suas soluções de financiamento.

 

No relatório de 2018, a Couro Azul volta a marcar presença. Uma empresa familiar que tem sido bem-sucedida graças à sua aposta na inovação, como afirmou o primeiro-ministro esta quinta-feira, numa visita a várias empresas que têm contribuído para o crescimento económico do país. 

Além desta, há outras nove presenças portuguesas: Cerealis (agroalimentar); EGEO (serviços ambientais); Nabeiro Group (produtos alimentares); Perfumes & Companhia (retalho); Pestana Hotel (hotelaria); Polopique (indústria têxtil); Riberalves (produtos alimentares); Simoldes Plásticos (retalho) e Sogrape Vinhos (produtos alimentares).

Entre as PME nacionais distinguidas, a facturação não supera os 150 milhões de euros, de acordo com os dados da LSE. 

 

Apesar de o número de empresas reconhecidas este ano ser o mesmo em comparação com o ano passado, representa uma quebra face a 2016. Nesse ano, a LSE distinguiu 22 empresas portuguesas, incluindo a Parfois e a SP Televisão.

 

A nível europeu, o sector mais representado nesta lista é o da indústria e engenharia, seguido pelo sector alimentar, o que "pinta um cenário encorajador e diversificado" para o futuro da economia europeia, como afirmou Nikhil Rathi, CEO da bolsa de Londres.




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