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Há dez PME portuguesas que estão a "inspirar a Europa"

A London Stock Exchange voltou a distinguir dez pequenas e médias empresas nacionais pelo seu ritmo de crescimento. E há uma repetente: a Couro Azul. Entre as novidades surgem a Perfumes & Companhia, Pestana Hotel ou a Riberalves.

Cerealis

Cerealis
A Cerealis, dona de marcas icónicas como a Nacional e a Milaneza, opera em quatro gamas de produtos (bolachas, cereais de pequeno-almoço, massas e farinhas) e tem cinco centros de produção em Portugal.

Couro Azul

Couro Azul
A Couro Azul, que pertence ao Grupo Carvalhos, volta a marcar presença nesta lista das empresas "mais inspiradoras". Fundada em 1939, é uma empresa familiar dedicada à indústria de curtumes de Alcanena, em Santarém. 

Egeo

Egeo
A EGEO presta um serviço de gestão global e de tratamento de resíduos, exploração do centro integrado de recuperação, mas também limpeza urbana.

Grupo Nabeiro

Grupo Nabeiro
O Grupo Nabeiro, dono da Delta Cafés, quer "continuar a crescer e a consolidar a posição" no mercado externo, afirmou o administrador Rui Miguel Nabeiro durante a terceira edição do Web Summit. O objectivo da empresa é que o mercado externo represente metade das receitas do grupo. 

Perfumes & Companhia

Perfumes & Companhia
Fundada em 1997, a Perfumes & Companhia tem vindo a apostar na abertura de novas lojas, através das quais vende perfumes, comésticos, maquilhagem, entre outros produtos.

Pestana Hotel

Pestana Hotel

O Grupo Pestana é uma cadeia fundada em 1972 e que conta já com mais de 80 hotéis espalhados por 16 países. A empresa anunciou recentemente que vai investir 44 milhões de euros na abertura de cinco novos hotéis em Lisboa e Porto.

Polopique

Polopique

A Polopique, conhecida por ser um dos principais fornecedores do grupo Inditex, regista uma facturação que ascende aos 110 milhões de euros por ano. E continua a apostar no crescimento. A empresa anunciou recentemente que investiu 10 milhões de euros na recuperação de uma fábrica para reforçar a produção.

Riberalves

Riberalves

A Riberalves, empresa nacional de transformação e comércio de bacalhau, conta com uma facturação de cerca de 150 milhões de euros, de acordo com os dados da London Stock Exchange.

Simoldes

Simoldes

A fábrica do grupo Simoldes em Lille, no norte de França, foi referida pelo primeiro-ministro, António Costa, como um caso exemplar de investimento português no estrangeiro, sublinhando que as empresas não devem ter "medo de partir para o mundo".

Sogrape

Sogrape
A empresa fundada em 1942 produz vinhos em Portugal, em Espanha, na Argentina (Finca Flichman), no Chile (Viña Los Boldos) e na Nova Zelândia (Framingham), que vende em mais de 120 países.
Rita Atalaia ritaatalaia@negocios.pt 17 de Novembro de 2018 às 15:00
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Há dez pequenas e médias empresas portuguesas entre as mais inspiradoras da Europa, de acordo com a mais recente análise da London Stock Exchange (LSE). Nesta escolha anual das empresas europeias mais dinâmicas e de crescimento rápido, há uma companhia nacional que volta a aparecer na lista: a Couro Azul.

 

Todos os anos, a LSE escolhe a lista das "mil empresas para inspirar a Europa", um conjunto de companhias de média dimensão que o mercado londrino tem como alvo, procurando atrai-las para as suas soluções de financiamento.

 

No relatório de 2018, a Couro Azul volta a marcar presença. Uma empresa familiar que tem sido bem-sucedida graças à sua aposta na inovação, como afirmou o primeiro-ministro esta quinta-feira, numa visita a várias empresas que têm contribuído para o crescimento económico do país. 

Além desta, há outras nove presenças portuguesas: Cerealis (agroalimentar); EGEO (serviços ambientais); Nabeiro Group (produtos alimentares); Perfumes & Companhia (retalho); Pestana Hotel (hotelaria); Polopique (indústria têxtil); Riberalves (produtos alimentares); Simoldes Plásticos (retalho) e Sogrape Vinhos (produtos alimentares).

Entre as PME nacionais distinguidas, a facturação não supera os 150 milhões de euros, de acordo com os dados da LSE. 

 

Apesar de o número de empresas reconhecidas este ano ser o mesmo em comparação com o ano passado, representa uma quebra face a 2016. Nesse ano, a LSE distinguiu 22 empresas portuguesas, incluindo a Parfois e a SP Televisão.

 

A nível europeu, o sector mais representado nesta lista é o da indústria e engenharia, seguido pelo sector alimentar, o que "pinta um cenário encorajador e diversificado" para o futuro da economia europeia, como afirmou Nikhil Rathi, CEO da bolsa de Londres.

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