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Apple volta a investir na Irlanda e cria mais mil postos de trabalho no país até 2017

A Apple está a preparar-se para expandir o seu campus em Hollyhill, na Irlanda, um investimento que irá criar mais mil postos de trabalho directos. A Apple já é um dos maiores empregadores no país.

Bloomberg
Inês F. Alves inesalves@negocios.pt 11 de Novembro de 2015 às 12:20
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A Apple anunciou esta quarta-feira, 11 de Novembro, na sequência de um encontro entre Tim Cook e Enda Kenny, primeiro-ministro da Irlanda, que vai expandir o seu campus em Hollyhill, criando mais mil postos de trabalho na região até 2017, noticia o Irish Times.

"Para qualquer companhia estar localizada no mesmo campus por mais de 30 anos é algo memorável – que a Apple continue a expandir a este ritmo em 2015 é manifestamente excepcional", disse Martin Shanahan, CEO da IDA, organismo responsável pelo desenvolvimento industrial na Irlanda.

"A escala da operação [da Apple] em Hollyhill é vasta" disse o responsável, salientando que o novo anúncio acontece depois de a empresa ter revelado em Fevereiro "a intenção de investir 850 milhões de euros do centro de dados de Athenry".

Enda Kenny, por sua vez, salientou que estes novos empregos "somam-se aos mil postos de trabalho criados pela Apple nos últimos 12 meses" e que a "expansão contínua da empresa é um testemunho da qualidade, do talento, das infra-estruturas e do ambiente empresarial que este país tem para oferecer e cimenta a Apple como um dos maiores empregadores na Irlanda".

Actualmente, com base nos dados da IDA, a Apple suporta cerca de 18 mil postos de trabalho em todo o país, sendo 5 mil directos.

Além dos novos investimentos, a Apple anunciou também que se irá associar à Autoridade de Energia Sustentável da Irlanda e criar um fundo de investigação de um milhão de euros dedicados à pesquisa na área da energia das marés.

As condições oferecidas pela Irlanda à Apple em matéria de impostos têm vindo a ser escrutinadas pela Comissão Europeia, que emitiu um parecer preliminar este ano indicando que os acordos fiscais entre a empresa e o governo podem representar um apoio ilegal do Estado. Uma determinação final da Comissão era esperada este mês, sendo agora mais provável que venha a ser conhecida só no próximo ano, escreve o Irish Times

 

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