Tecnologias Regulador norte-americano quer subsídio para acesso à internet

Regulador norte-americano quer subsídio para acesso à internet

A Comissão Federal das Comunicações (FCC) dos Estados Unidos apresentou uma proposta que visa dar um subsídio de 9,25 dólares (8,4 euros) por mês para os americanos com menos rendimentos acederem à internet.
Regulador norte-americano quer subsídio para acesso à internet
Bloomberg
André Vinagre 09 de março de 2016 às 14:18

A FCC, regulador norte-americano das comunicações, quer derrubar a barreira tecnológica para quem não tem possibilidade de aceder à internet e propôs um subsídio mensal de 9,25 dólares (8,4 euros) para as famílias mais desfavorecidas terem acesso à banda-larga, revelou na terça-feira, 8 de Março, o New York Times.

 

O jornal norte-americano diz que quem não tem acesso regular à internet pode ficar para trás na escola, no trabalho e nas restantes tarefas do dia-a-dia. A FCC quer que todas as casas tenham acesso à internet e esta proposta deverá ser aprovada a 31 de Março pelos comissários da FCC.

 

Este novo plano faz parte de um projecto de 2 mil milhões de dólares (1,82 mil milhões de euros) denominado Lifeline. O New York Times diz que este é o maior esforço da administração Obama para que todos os americanos tenham acesso à internet.

 

Segundo o presidente da FCC, Tom Wheeler, enquanto 95% das famílias com rendimentos superiores a 150 mil dólares (136,8 mil euros) têm internet de alta-velocidade em casa, apenas 48% das famílias com rendimentos inferiores a 25 mil dólares (22,8 mil euros) consegue pagar este serviço.

 

"Quando falamos de igualdade digital, temos de nos lembrar que estamos a falar de um dos elementos-chave para muitas das questões do país, questões como a desigualdade nos salários, criação de emprego, crescimento económico e competitividade", disse Tom Wheeler citado pelo The New York Times.




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