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Prejuízos da Oi mais do que duplicam para 513 milhões de euros

A operadora brasileira agravou os prejuízos em 121% num trimestre em que as receitas baixaram 11%.

D.R.
Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 14 de Agosto de 2020 às 11:06
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A Oi, operadora de telecomunicações brasileira detida em 5% pela Pharol, registou prejuízos de 3,28 mil milhões de reais (513 milhões de euros) no segundo trimestre deste ano, um valor que supera em 121% o registado no mesmo período do ano passado (1,48 mil milhões de reais).

De acordo com o comunciado com a apresentação de resultados, as receitas da operadora desceram 11% para 4,49 mil milhões de reais (702 milhões de euros) e o EBITDA recorrente cedeu 7,8% para 1,46 mil milhões de reais.

A Oi justifica a descida das receitas com os "efeitos da pandemia de COVID19 e as políticas de confinamento adotadas no Brasil", mas também com "a estratégia da Oi de desinvestimento nos serviços legados (cobre e DTH) nos segmentos Residencial e B2B, sendo parcialmente compensada pela expansão dos serviços com perfil de crescimento de receita – Fibra, TI e pós pago".

No trimestre o investimento da Oi desceu 14,7% para 1,758 mil milhões de reais. Em comunicado, a Oi assegura que o seu plano estratégico está a ser "executado com sucesso".

Num outro comunicado, a Oi revela que entregou em tribunal uma versão atualizada da proposta de aditamento ao Plano de Recuperação Judicial "com alguns ajustes pontuais".

A versão atualizada "reflete as diversas interações com credores, potenciais investidores e outros stakeholders", refere o comunicado.

A empresa está a vender a sua unidade móvel, sendo que  TIM Brasil, a Telefônica Brasil (Vivo) e a Claro apresentaram uma proposta conjunta de 16,5 mil milhões de reais (2,7 mil milhões de euros).

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