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TIM, Vivo e Claro oferecem 2,7 mil milhões de euros pela Oi

A TIM informa que a proposta feita à Oi prevê a possibilidade de assinar contratos de longo prazo para utilizar a infraestrutura da empresa adquirida.

Reuters
Negócios jng@negocios.pt 28 de Julho de 2020 às 10:52

A TIM Brasil, a Telefônica Brasil (Vivo) e a Claro apresentaram uma proposta conjunta de 16,5 mil milhões de reais (2,7 mil milhões de euros) pela unidade móvel da Oi, avança a publicação brasileira Folha de S. Paulo.

A Oi havia estabelecido um mínimo de 15 mil milhões de reais pelos respetivos ativos móveis, dinheiro que pretende utilizar para alargar o negócio de banda larga e fibra ótica e, desta forma, ficar apta a pagar as dívidas. À data da recuperação judicial, em 2016, a dívida da Oi ascendia a 65 mil milhões de reais.

No comunicado enviado pela TIM, esta operadora informa que a proposta feita à Oi prevê a possibilidade de assinar contratos de longo prazo para utilizar a infraestrutura da empresa adquirida. O trio de empresas de telecomunicações que se chega agora à frente pede ainda o direito de cobrir potenciais propostas que a empresa brasileira possa ter recebido pelos ativos.

A concretizar-se, o negócio significa que a quarta maior operadora móvel do país, a Oi, é absorvida pelas três maiores no Brasil. Atualmente, a Vivo lidera, com uma quota de mercado de 33,01%, seguida da Claro/Nextel, com 25,97% e pela TIM, que detém 23,20%. No caso da Oi, o peso é de 16,28%.

Na bolsa portuguesa, a Pharol, que detém parte da Oi, está a valorizar 1,08% para os 11,22 cêntimos, depois de na semana passada ter atingido máximos de novembro de 2019.

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