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TAP retoma 66 rotas e "aterra" em setembro com 40% da operação pré-covid

A companhia aérea prevê realizar 500 voos semanais em agosto e 700 em setembro, para um total de 76 destinos. No próximo mês, Porto ganha ligações diretas a Ponta Delgada, Rio de Janeiro, Newark, Londres, Milão e Zurique.

A TAP está em vias de receber 250 milhões.
Miguel Baltazar
António Larguesa alarguesa@negocios.pt 27 de Julho de 2020 às 10:50
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A TAP programou cerca de 500 voos semanais de ida e volta para agosto, num total de 66 rotas, incluindo 18 ligações por semana para o Brasil, 20 para seis destinos na América do Norte, 44 para nove aeroportos em África e 329 para 30 cidades europeias, além de 126 voos para seis aeroportos nacionais.

No entanto, só em setembro é que a companhia aérea prevê "repor de forma mais significativa" a sua operação, retomando cerca de 40% daquela que era a oferta normal antes da pandemia de covid-19. No último mês do verão soma mais uma dezena de rotas, operando 76 num total de 700 voos por semana.

Em setembro, detalha numa nota à imprensa a empresa que vai receber um empréstimo de 1.200 milhões de euros do Estado, vai ter 22 voos por semana para o Brasil, 30 voos em oito rotas na América do Norte, 59 voos para 13 cidades em África e no Médio Oriente, 498 voos para 35 cidades europeias e ainda 159 voos entre seis cidades portuguesas.

Aqui pode consultar a listagem de todas as rotas em operação.

Depois da polémica sobre a retoma a partir do aeroporto Francisco Sá Carneiro, que numa primeira proposta reduzia a operação de voos para a Europa a 4% do que era em 2019, a TAP especifica que a infraestrutura nortenha passa a contar em agosto com ligações a Ponta Delgada, Rio de Janeiro, Newark, Londres, Milão e  Zurique, que se juntam às ligações a Paris, Luxemburgo e ao Funchal repostas em julho, iniciando a rota Porto – Amesterdão em setembro.

Segundo uma comunicação interna do diretor dos Recursos Humanos da TAP, citada pela Lusa a 19 de julho, os trabalhadores da TAP regressam ao trabalho em agosto, mas com horários reduzidos em 70%, 50% ou 20%. "Não haverá mais 'lay-off'/suspensão de contrato de trabalho, pelo que todos os nossos colaboradores estarão em 'lay-off'/redução de horário de trabalho", lia-se nessa nota enviada às direções dos vários departamentos.

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