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Alojamento local: 40% recuperou imóveis desocupados em Lisboa

A maioria dos empresários do alojamento local vê a carga fiscal como “a maior” ameaça a este negócio. Na região de Lisboa, os anfitriões tendem a gerir directamente todo o processo de acomodar os seus hóspedes.

Alfama - Lisboa
Miguel Baltazar
Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 16 de Novembro de 2016 às 12:55
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Quatro em cada dez unidades de alojamento local na região de Lisboa e Vale do Tejo contribuíram para a recuperação de imóveis desocupados.

A conclusão é de um estudo levado a cabo pela AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal – realizado junto de seis mil empresários desta modalidade de acomodação turística. Foram obtidas 1.200 respostas até esta quarta-feira, 16 de Novembro.


"Antes de serem utilizados para alojamento local, cerca de 40% dos imóveis analisados estavam desocupados e 27% eram habitação própria", informou a associação em comunicado. Os apartamentos são a tipologia mais frequente, representando três em cada quatro unidades de alojamento local.


A maioria dos empresários deste negócio utiliza plataformas online, gere directamente as reservas e acolhe os hóspedes. São mais de 60% aqueles que procuram recuperar o seu investimento em apenas um ano e os que vêem a carga fiscal "como a maior ameaça à sua actividade", depois do agravamento previsto no Orçamento do Estado para 2017.


Quando analisada a posse, 69% dos empresários que gerem unidades de alojamento local são proprietários dos imóveis. Apenas uma em cada quatro unidades está instalada em edifícios anteriores a 1950.


O estudo completo será apresentado até ao final de 2016.

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