Lisboa fecha em alta com Mota-Engil em máximos de mais de quatro anos
Num dia em que Sintra esteve no centro das atenções dos mercados - por força do fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) -, a bolsa portuguesa acompanhou as restantes praças da Europa Ocidental e fechou em alta.
O PSI avançou 0,36%, para os 5.931,64 pontos, com nove cotadas em alta, seis em queda e a Navigator a encerrar inalterada.
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A estrela do dia foi a Mota-Engil, que escalou 4,65%, para os 2,25 euros, máximo de fecho desde maio de 2019. A construtora recebeu hoje a notícia de que a Comissão Europeia deu luz verde à "joint-venture" com a Trafigura e a Vecturis para a exploração do corredor do Lobito em Angola. A Mota-Engil tem sido das cotadas com melhor desempenho nas últimas sessões. A impulsionar o índice nacional estiveram igualmente o BCP e a EDP Renováveis, dois dos pesos pesados. O banco liderado por Miguel Maya ganhou 1,45%, até aos 0,2163 euros, num dia positivo para a banca na Europa e depois de a presidente do BCE, Christine Lagarde, ter insistido num tom mais "hawkish" quanto à política monetária a seguir. Já a energética subiu 1,03%, para os 18,645 euros, corrigindo das perdas que tem sofrido nos últimos tempos. Ainda entre as cotadas com maior peso no índice nacional, a Galp avançou 0,62%, para 10,625 euros, à boleia da subida nos preços do petróleo, enquanto a EDP valorizou uns tímidos 0,04%, para 4,518 euros. A travar os ganhos da bolsa portuguesa esteve, principalmente, a Jerónimo Martins. A dona do Pingo Doce cedeu 0,94%, para 25,34 euros, depois de ontem ter sido conhecido que investiu 32,8 milhões de euros para reforçar a participação numa produtora de salmão norueguesa. A maior queda do dia, contudo, pertenceu à Greenvolt, que caiu 0,96%, para 6,19 euros.
A impulsionar o índice nacional estiveram igualmente o BCP e a EDP Renováveis, dois dos pesos pesados. O banco liderado por Miguel Maya ganhou 1,45%, até aos 0,2163 euros, num dia positivo para a banca na Europa e depois de a presidente do BCE, Christine Lagarde, ter insistido num tom mais "hawkish" quanto à política monetária a seguir. Já a energética subiu 1,03%, para os 18,645 euros, corrigindo das perdas que tem sofrido nos últimos tempos.
Ainda entre as cotadas com maior peso no índice nacional, a Galp avançou 0,62%, para 10,625 euros, à boleia da subida nos preços do petróleo, enquanto a EDP valorizou uns tímidos 0,04%, para 4,518 euros.
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A travar os ganhos da bolsa portuguesa esteve, principalmente, a Jerónimo Martins. A dona do Pingo Doce cedeu 0,94%, para 25,34 euros, depois de ontem ter sido conhecido que investiu 32,8 milhões de euros para reforçar a participação numa produtora de salmão norueguesa.
A maior queda do dia, contudo, pertenceu à Greenvolt, que caiu 0,96%, para 6,19 euros.
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