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Energia dá fôlego a subida de 1,25% da bolsa

A bolsa nacional fechou em alta, sustentada sobretudo pelos títulos da energia, com destaque para a Galp Energia, que disparou mais de 6%.

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Carla Pedro cpedro@negocios.pt 16 de Janeiro de 2015 às 16:47
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A última sessão bolsista da semana foi de ganhos em todo o Velho Continente, muito à conta da valorização dos preços do petróleo. 

 

O PSI-20 encerrou a subir 1,25% para 5.018,72 pontos, com 8 cotadas em alta, 9 em baixa e uma inalterada.

 

O resto da Europa também esteve a negociar em terreno positivo, a marcar o maior ganho semanal em mais de um ano, com os ganhos das petrolíferas a ofuscarem a queda na bolsa suíça.

 

A animar a praça lisboeta esteve sobretudo a energia, com destaque para a Galp, que somou 6,11% para 8,945 euros.

 

A EDP avançou 0,74% para 3,401 euros e a sua subsidiária para as Renováveis ganhou 2,15% para se fixar nos 5,697 euros.

 

Na quarta-feira, o CaixaBI reviu em alta de 14,5% o "target" para as acções da EDP Renováveis em 2015, de 5,50 para 6,30 euros por acção. Este novo preço-alvo confere-lhe assim um potencial de valorização de 15,7% face aos 5,442 euros a que encerrou na sessão de hoje.

 

O sector energético esteve a dar gás a toda a Europa, numa sessão em que o petróleo ganha terreno impulsionado pelo facto de a Agência Internacional de Energia ter revisto em baixa as estimativas para a oferta de crude por parte dos produtores fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). 

 

A contribuir para a tendência positiva do índice de referência nacional esteve também a Jerónimo Martins. A retalhista dona do Pingo Doce valorizou 2,17%, para 9,13 euros.

 

No mesmo sector, a Sonae teve um comportamento inverso, tendo recuado 0,72% para 1,102 euros.

 

Também as acções CTT animaram a bolsa lisboeta, encerrando a somar 2,01% para se estabelecerem nos 8,63 euros. Na quinta-feira, 15 de Janeiro, o CaixaBI subiu o preço-alvo dos CTT em 12%, mas manteve a recomendação em "manter".

 

Na banca, por seu lado, a tendência foi mista. O BCP e o Banif perderam terreno, a cederem 0,29% e 1,67% para 0,0678 euros e 0,0059 euros, respectivamente. Em contraciclo esteve o BPI. O banco liderado por Fernando Ulrich terminou a sessão em alta de 0,56% para 0,89 euros.

 

Numa nota de research divulgada esta sexta-feira, os analistas do Deutsche Bank recomendaram "comprar" BCP e "vender" BPI.

 

Movimento igualmente misto teve o sector das telecomunicações. Do lado dos ganhos esteve a Nos, que registou um acréscimo de 0,18% para 5,47 euros. Ontem, o Credit Suisse reviu em alta o preço-alvo da cotada para 6 euros.

 

Em contrapartida, a PT SGPS sobressaiu nas perdas, ao afundar 6,84% para 0,64 euros. Isto numa altura em que se discute se a venda da PT Portugal por parte da Oi é legal. Recorde-se que os accionistas da PTSG vão reunir-se em Assembleia-Geral no próximo dia 22 de Janeiro para decidirem sobre a aprovação da compra da PT Portugal pelos franceses da Altice.

 

A travar maiores ganhos do PSI-20 esteve também a Impresa, que recuou 3,37% para 0,831 euros.

 

No sector da pasta e papel, apenas a Portucel teve uma performance positiva, ao somar 0,06%, fechando nos 3,262 euros.

 

A Semapa cedeu 1,23% para 10,40 euros e a Altri registou uma depreciação de 0,32% para 2,811 euros.

 

 

(notícia actualizada às 17h06)

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