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Jerónimo Martins em máximos de dois anos com inflação na Polónia a disparar

A retalhista portuguesa está em máximos desde janeiro de 2018, num dia em que a Polónia anunciou uma subida na inflação superior ao esperado. Tal beneficia a unidade da Jerónimo Martins no país, a Biedronka.

Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 14 de Fevereiro de 2020 às 10:22
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A retalhista Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, subiu um máximo de 0,51% para os 16,745 euros por ação, na sessão desta sexta-feira, dia 14 de fevereiro, o que representa um máximo desde janeiro de 2018, num dia em que a Polónia divulgou uma inflação superior ao esperado em janeiro. 

O país, onde a retalhista portuguesa está presente através da Biedronka, anunciou que a inflação teve uma subida homóloga de 4,4% em janeiro deste ano, acima dos 4,2% previstos e superior à subida de 3,4% registada em dezembro do ano passado. Este valor é o mais elevado desde 2012.

Esta subida da inflação pode beneficiar a operação polaca da retalhista portuguesa, uma vez que os preços dos produtos vendidos pode apreciar em linha com os novos números. 

A Jerónimo Martins fechou o ano de 2019 com um aumento homólogo de 7,6% nas vendas, sustentadas pelo crescimento na Biedronka (+7,9% em euros), que se fixou nos 12.621 milhões.

Hoje, foram negociadas 78.526 ações, o que compara com a liquidez de negociação média diária dos últimos seis meses fixada nos 840.858 ações. 

A empresa liderada por Pedro Soares dos Santos vai apresentar resultados referentes a 2019 no próximo dia 20 de fevereiro. Um consenso de analistas aponta para um aumento homólogo de 7,6% nos lucros para os 431,4 milhões de euros e uma subida de 10,1% no EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) face ao mesmo período do ano anterior.
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