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Jerónimo Martins aumenta lucros para 433 milhões de euros

A Jerónimo Martins anunciou lucros de 433 milhões de euros em 2019, um ano que a empresa classifica de "notável desempenho a todos os níveis".

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Os lucros da Jerónimo Martins em 2019 aumentaram 7,9% para 433 milhões de euros. Em comunicado à CMVM, a dona do Pingo Doce diz que 2019 foi de "notável desempenho a todos os níveis".

A empresa liderada por Pedro Soares dos Santos fechou o exercício do ano passado com vendas consolidadas de 18.638 milhões de euros, o que traduz um crescimento de 7,5%. O EBITDA subiu 8,9% para 1.045 milhões de euros e a margem progrediu uma décima para 5,6%.

"2019 foi um ano de notável desempenho a todos os níveis, confirmado pelo forte crescimento de vendas e de resultados de todas as insígnias, que permitiu superar, pela primeira vez, a marca dos mil milhões de euros de EBITDA consolidado", assinala a companhia em comunicado, onde destaca a "redução das perdas de EBITDA da Ara" e o "breakeven do EBITDA da Hebe" (unidade de produtos de saúde na Polónia).

Analisando apenas o quarto trimestre, os lucros aumentaram 19,7% e o EBITDA subiu 15%, com a margem a subir 3 décimas para 5,8%.

Melhor ano de sempre para o Pingo Doce

Na divisão das receitas, a Polónia continua a ter o maior protagonismo, com as vendas da Biedronka a subirem 8,8% em moeda local e 5,8% no perímetro comparável (LfL). Atingiram 12,6 mil milhões de euros, o que representa mais de dois terços do total, enquanto o EBITDA atingiu cerca de 90% do total do grupo, ao superarem os 900 milhões de euros.

No Pingo Doce as vendas subiram 2,9% e o EBITDA aumentou 6,4% para 200 milhões de euros. No Recheio as vendas aumentaram 2,7% e na Ara, marca da companhia na Colômbia, as receitas aumentarem 37,9% em moeda local e 17,6% nas lojas que já existiam há um ano (LfL).

 

Pedro Soares dos Santos assinala em comunicado que "a Biedronka entregou um forte aumento de vendas e resultados", enquanto o Pingo Doce conseguiu em 2019 "o melhor ano de sempre em termos de resultados", existindo razões para acreditar que 2020 "será mais um ano de crescimento rentável e sustentável dos nossos negócios."

 

O CEO mantém o objetivo de a unidade na Colômbia atingir o breakeven ao nível do EBITDA em 2021, depois de ter reduzido as perdas em 2019. No ano passado o EBITDA desta unidade foi negativo em 62 milhões de euros, uma redução de 15% face ao exercício anterior.

A Jerónimo Martins projeta um investimento operacional (capex) entre 700 e 750 milhões de euros, que será aplicado na abertura de 100 novas lojas na Biedronka, cerca de 50 Hebe, 10  Pingo Doce, 1  Recheio e 130 Ara. Em 2019 a companhia investiu 678 milhões de euros, com a maior fatia a ser aplicada na Biedronka (388 milhões de euros), onde foram inauguradas 128 novas lojas, para um total de mais de 3 mil unidades.


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