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Lisboa apanhada na onda vermelha da Europa. PSI em mínimos de outubro

A bolsa portuguesa acompanhou as perdas vividas na generalidade das principais praças europeias e fechou no vermelho. O PSI terminou o dia em mínimos desde finais de outubro com todos os pesos pesados em queda.

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euronext bolsa lisboa Miguel Baltazar
07 de Fevereiro de 2024 às 16:48

A bolsa portuguesa acompanhou a onda negativa vivida esta quarta-feira nas principais praças europeias e encerrou no vermelho. O PSI caiu 0,87%, para os 6.182,29 pontos, mínimo de fecho desde finais de outubro. Das 16 cotadas do índice nacional apenas quatro encerraram em alta, enquanto 11 fecharam em queda e a Greenvolt ficou inalterada.

Todos os pesos pesados do principal índice nacional fecharam no vermelho, destacando-se a Jerónimo Martins e a Galp. A dona do Pingo Doce perdeu 2,13%, para os 22,04 euros, enquanto a petrolífera cedeu 2,11%, terminando a sessão nos 14,13 euros.

Ainda a pressionar o PSI, o grupo EDP continuou a tendência de queda que tem registado este ano. A EDP Renováveis recuou 0,87%, para 14,295 euros, enquanto a casa-mãe cedeu 0,79%, para os 3,905 euros. Ambas as cotadas fecharam em mínimos de outubro. A EDP acumula este ano uma queda de 14,27% enquanto o braço verde da empresa viu as suas ações perderem 22,83%.

Também o BCP não escapou à onda vermelha. O banco liderado por Miguel Maya deslizou 0,19%, para os 0,2592 euros. Durante a sessão, as ações chegaram a perder 2,08%, tocando os 0,2543 euros, mínimo intradiário desde 21 de setembro.

Do lado das subidas, a Corticeira Amorim destacou-se com um ganho de 1,96%, para 9,36 euros. Ainda em alta, a Mota-Engil avançou 0,96%, até aos 5,27 euros, e a Semapa valorizou 0,86%, fechando nos 14,06 euros. 

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