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Lisboa contraria ganhos europeus. Galp tomba 4% com risco na Nigéria

A bolsa portuguesa encerrou em queda, após três dias positivos, contrariando o dia positivo nos mercados europeus. A Galp foi a cotada mais penalizada após as notícias de que o fornecimento de gás natural pela Nigéria poderia ser afetados devido às inundações naquele país africano.

Pedro Catarino / Cofina Media
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 18 de Outubro de 2022 às 16:41
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O PSI recuou 0,48%, para os 5.399,98 pontos, num dia em que as principais praças europeias seguem em alta. A praça nacional foi pressionada pelas quedas superiores a 4% de dois pesos pesados: a Galp e o BCP.

Das 15 cotadas do índice, 10 fecharam no verde, quatro em queda e a Jerónimo Martins terminou o dia inalterada.

A petrolífera tombou 4,89%, para os 9,616 euros, com as notícias de que o fornecimento de gás natural pela Nigéria poderá sofrer perturbações devido às inundações registadas naquele país africano. 

Também em forte queda, o BCP caiu 4,11%, fechando nos 0,1308 euros. O banco liderado por Miguel Maya fechou em contraciclo com o setor da banca na Europa, num dia em que anunciou a emissão de 350 milhões de euros em dívida a três anos.

Ainda no vermelho fecharam a Greenvolt, que cedeu 1,2%, para 7,42 euros, e a REN, que deslizou 0,4%, para os 2,47 euros.

Pela positiva, a Mota-Engil, que anunciou os resultados da emissão obrigacionista após o fecho do mercado, ganhou 1,96%, terminando a jornada nos 1,142 euros.

A Semapa avançou 1,77%, enquanto a Corticeira Amorim ganhou 1,69% e os CTT subiram 1,57%.

Na família EDP a casa-mãe valorizou 1,33%, para 4,281 euros, e a EDP Renováveis ganhou 1,1%, fechando nos 20,29 euros.

Nota ainda para a Nos, que subiu 0,92%, para os 3,54 euros, num dia em que a Intermoney subiu a recomendação para as ações da operadora.
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