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Lisboa encerra no verde mas tombo da Jerónimo Martins impede maiores ganhos

A cotada com maior peso no principal índice português desvalorizou 2,25%. Lisboa esteve em contraciclo com a Europa que encerrou a sessão desta segunda-feira maioritariamente no vermelho.

Pedro Catarino / Cofina Media
Marta Velho martavelho@negocios.pt 05 de Dezembro de 2022 às 17:01
A bolsa de Lisboa encerrou a sessão desta segunda-feira com uma leve subida, em contraciclo com as principais praças europeias que negociaram quase todas no vermelho.

O PSI avançou 0,15% para os 5.865,47 pontos, com dez empresas a subir, quatro a descer e uma (a Greenvolt) inalterada face à cotação de fecho da sessão anterior.

A Jerónimo Martins - a empresa com maior peso no principal índice português - liderou as perdas ao ceder 2,25%, para os 20,82 euros, penalizada por uma baixa na recomendação do JP Morgan para as suas ações, de "overweight" para "neutral". O banco de investimento considerou que a cotada, liderada por Pedro Soares dos Santos, é das empresas do setor que está menos preparada para um abrandamento económico.

A acompanhar a retalhista no vermelho estiveram a Corticeira Amorim, que cedeu 0,22%, no dia em que anunciou o pagamento de um dividendo de 9 cêntimos a partir de 21 de dezembro, a Mota-Engil, a cair 0,16%, e a Altri, que desvalorizou uns leves 0,09%.

Em sentido inverso, os ganhos foram liderados pela Semapa, que subiu 1,90%. A cotada vai entrar em ex-dividendo no dia 9. Assim, o seu avanço pode ser justificado com um possível reforço de posições por parte dos investidores para terem depois acesso ao dividendo de 1,252 euros a 13 de dezembro.

O pódio é completo com o BCP, que avançou 1,9%, e a Nos, com uma subida de 1,21%. As três empresas foram as únicas com ganhos acima de 1%.
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