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Lisboa vive melhor dia em ano e meio com pleno de ganhos à boleia de Mattarella

A bolsa portuguesa terminou a semana com a melhor sessão em ano e meio, acompanhando os ganhos da Europa. Os investidores respiraram de alívio depois de o pedido de demissão do primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, ter sido recusado pelo Presidente Sergio Mattarella.

A partir de março de 2022, o índice de referência nacional muda de nome e passa a chamar-se apenas PSI.
Miguel Baltazar
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 15 de Julho de 2022 às 16:40
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O PSI terminou a derradeira sessão da semana a ganhar 2,83%, para os 5.914,67 pontos, naquele que foi o melhor dia para a bolsa portuguesa desde 6 de janeiro de 2021. Lisboa acompanhou a tendência positiva das principais praças europeias, com os investidores a respirarem de alívio após, para já, a crise política italiana ter sido evitada.

Ontem, Mario Draghi pediu a demissão do cargo de primeiro-ministro após a dissidência do Movimento Cinco Estrelas, que integra a coligação de apoio ao governo. No entanto, o Presidente italiano, Sergio Mattarella, recusou a demissão do antigo presidente do Banco Central Europeu.

Por cá, hoje todas as cotadas do índice nacional encerraram no verde.

A estrela do dia foi o BCP, que escalou 6,2%, depois de ter sofrido quedas nos quatro primeiros dias da semana. A impulsionar esteve também a Jerónimo Martins, a cotada com maior peso no índice, que avançou 4,55%.

Altri, Sonae, CTT e Semapa registaram subidas de mais de 3%.

No setor energético, a Galp ganhou 2,42%, a EDPR avançou 2,3%, enquanto a EDP subiu 1,86%. A Greenvolt recuperou parcialmente da queda da véspera, fechando nos 7,98 euros, a valorizar 1,27%. A REN foi a única cotada do PSI a ganhar menos de 1%, ficando-se por um ganho de 0,91%.
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