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Novabase vai gastar até 10 milhões de euros na recompra de ações próprias

A empresa liderada por João Nuno Bento anunciou que irá dar início a um programa de recompra de ações próprias no próximo dia 14 de janeiro, que poderá custar à cotada até 10 milhões de euros.

João Nuno Bento Novabase
João Nuno Bento Novabase DR
10 de Janeiro de 2020 às 17:19

A Novabase anunciou que vai dar início a um programa de recompra de ações próprias a partir do próximo dia 14 de janeiro, gastando até 10 milhões de euros, segundo um comunicado enviado à CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários). 

A empresa liderada por João Nuno Bento disse que o programa de recompra de ações durará até ao final do ano de 2023, mas a compra de ações para lá do dia 26 de março de 2021 fica condicionada à aprovação dos acionistas da Novabase nas próximas Assembleias Gerais.

O número máximo de ações a adquirir é de 300 mil ações ordinárias. No entanto, este valor pode ser ajustado posteriormente até ao limite correspondente a 10% do capital social da empresa.

Este programa, que pode custar à Novabase um total de 10 milhões de euros, pode ser executado através de aquisições de ações ou de direitos de aquisição ou atribuição de ações, a título oneroso, em sessões do mercado regulamentado Euronext Lisbon. 

A recompra de ações próprias é uma alternativa à distribuição de dividendos extraordinários, que consiste na compra de ações próprias no mercado, por parte da empresa. Isto faz com que o número de títulos disponíveis diminua e, dada a queda da oferta, o preço das ações detidas tende a valorizar.

Esta opção pode fazer com que a volatilidade da cotação da empresa diminua, o que a torna mais atrativa do ponto de vista do vendedor. Em muitos países, esta é a opção mais vantajosa para o acionista, em termos fiscais, quando a taxa de tributação sobre as mais-valias é menor do que a que incide sobre os dividendos.

A Novabase já optou três vezes pela compra de ações próprias com amortização, usando esse capital, alvo de redução, para distribuir aos acionistas. Este ano pagou um dividendo extraordinário, a 14 de outubro, no valor de 36 cêntimos. Nos ordinários apresenta um dos mais rentáveis entre as empresas portuguesas nos 15 cêntimos - distribui cerca de 5 milhões de euros. Até 2023, a empresa estima a distribuição de uma remuneração de 1,5 euros por ação.

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