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Santander corta recomendação da Nos com perda potencial de 3,5%

Empresa de telecomunicações vê a sua recomendação ser cortada pelo Santander para o equivalente a "vender".

A Nos, liderada por Miguel Almeida, registou imparidades pela sua participação na Sport TV. A Nos tem 25% da empresa de conteúdos desportivos.
Miguel Baltazar
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 13 de Outubro de 2021 às 07:39
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O banco Santander está mais "pessimista" com o desempenho da portuguesa Nos para os próximos 12 meses, tendo atualizado o preço-alvo que lhe confere uma perda potencial em bolsa de 3,5%, de acordo com uma nota de "research". 

Ainda assim, o banco de investimento aumentou este indicador em 20 cêntimos de 3,10 euros por ação para 3,30 euros. Só que, na altura em que o Santander estabeleceu o último preço-alvo, em julho de 2021, representava um ganho potencial de 2,18%, que foi atingido pela cotada nacional logo no mês seguinte.

Para além das mexidas no preço-alvo, o analista Fernando Cordeiro Barreira, do Santander, reviu em baixa a recomendação da empresa de telecomunicações de "manter" para "underweight", um patamar que é equivalente a "vender". 

No geral, a empresa tem seis bancos de investimento a recomendar "comprar" as suas ações, nove a aconselhar "manter" e duas a dizer que o melhor será "vender".

O preço-alvo médio de todas as avaliações fixa-se nos 3,83 euros por ação, o que lhe dá um retorno potencial de 12% para os próximos 12 meses. 

Já esta semana, o JB Capital Markets definiu um preço-alvo de 4,89 euros por ação como preço-alvo e uma recomendação de "comprar".
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