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Barclays e Exane cortam preço-alvo para a EDP Renováveis

A empresa liderada por João Manso Neto viu três casas de investimento atualizarem as suas previsões para o seu desempenho. Duas delas decidiram cortar o preço-alvo e uma manteve tudo igual.

Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 14 de Abril de 2020 às 15:27
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A EDP Renováveis teve três atualizações sobre o seu desempenho por parte de três bancos de investimento diferentes, com dois deles a cortarem as suas previsões para a empresa. 

Durante a sessão desta terça-feira, dia 14 de abril, o Barclays cortou o preço-alvo da EDP Renováveis de 12,50 euros por ação para 11,70 euros, o que lhe confere um novo retorno potencial de 9,14% face ao fecho da sessão da passada quinta-feira, a última vez que as cotadas do PSI-20 negociaram em bolsa. 

Apesar da redução no preço-alvo, o analista do Barclays, Jose Ruiz, manteve a recomendação para a empresa em "Equalweight". 

Para além do banco britânico, também a Exane se manifestou sobre a perspetiva para a cotada liderada João Manso Neto, ao cortar o preço-alvo de 12,90 euros por ação para 12,50 euros. O novo valor atribuiu um retorno potencial à subsidiária da EDP de 16,60%. O analista deste banco de investimento cortou ainda a recomendação da empresa de "Outperform" para "Neutral".

O terceiro banco de investimento a atualizar a sua visão sobre a EDP Renováveis foi o JB Capital Markets, apesar de ter mantido o preço-alvo (11,50 euros) e a recomendação ("Neutral") inalterados. 

As ações da cotada portuguesa oscilaram entre um ganho de 2,49% e uma perda de 1,49% na sessão desta terça-feira e por esta altura assumem uma queda de 0,19% para os 10,72 euros por ação.

Até ao momento foram negociadas 325.038 ações, o que compara com a liquidez média diária dos últimos seis meses de 411.336 ações.
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