Research Sonae Capital entra na lista das acções preferidas do BPI. Navigator sai

Sonae Capital entra na lista das acções preferidas do BPI. Navigator sai

A lista de acções ibéricas preferidas do BPI continua a contar com duas cotadas portuguesas. A Sonae SGPS manteve-se entre as apostas. Já a Navigator saiu e deu lugar à Sonae Capital.
Sonae Capital entra na lista das acções preferidas do BPI. Navigator sai
Sara Antunes 10 de abril de 2018 às 10:28

O BPI actualizou a sua "core list", ou seja, a lista das acções ibéricas preferidas. Entre 10 cotadas apenas duas são portuguesas. E, actualmente, são as duas do mesmo grupo, com a entrada da Sonae Capital e a saída da Navigator, que a casa de investimento justifica com a subida expressiva das acções desde meados de Fevereiro.

 

"A Sonae Capital é a única cotada com uma exposição relevante ao sector imobiliário em Portugal, onde enfrenta um cenário favorável para encaixes financeiros relevantes através de mais vendas", realça o banco de investimento numa nota que sintetiza as razões para cada cotada estar entre as preferidas.

 

Além deste contexto, as acções da Sonae Capital "negoceiam com um grande desconto face ao valor de mercado dos activos", acrescenta. O BPI avalia a empresa em 1,30 euros por acção, o que confere às acções um potencial de subida de 39% face à actual cotação (0,934 euros).

 

Já a Sonae SGPS "é um agente na recuperação macro de Portugal, com o seu braço de retalho a beneficiar do aumento da confiança dos consumidores e dos rendimentos disponíveis", explica o BPI. Além disso, a parceria com a JD Sports "também deve ser um catalisador dos resultados".

 

A beneficiar a Sonae estará também o cenário de uma divisão da unidade de retalho e a sua entrada em bolsa. "Um potencial IPO da divisão de retalho pode estabelecer referências de avaliação interessantes", realça a mesma fonte.

 

A Sonae entrou na lista das cotadas preferidas do BPI a 14 de Junho e conta actualmente com uma avaliação de 1,45 euros, o que confere às acções um potencial de subida de 30% face à actual cotação (1,113 euros).

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. O Negócios alerta para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

 




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