Juro do crédito à habitação alivia para 3,13% em dezembro
A prestação média fixou-se em 397 euros, 3 euros acima do mês anterior, traduzindo uma descida de 6 euros comparativamente a dezembro de 2024.
As famílias com crédito à habitação beneficiaram de um novo alívio das taxas no final do ano passado. A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos diminuiu para 3,130% em dezembro, traduzindo uma descida de 0,3 pontos-base (p.b.) face a novembro (3,133%).
Segundo dados divulgados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), em comparação com os máximos atingidos em janeiro de 2024 (nos 4,657%), a redução acumulada foi de 152,7 pontos-base.
Nos contratos mais recentes, celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro fixou-se em 2,850%, (-0,3 p.b. face à taxa observada no mês anterior), verificando-se uma diminuição acumulada de 153,0 p.b. desde o máximo atingido em outubro de 2023.
A prestação média fixou-se em 397 euros, 3 euros acima do mês anterior, traduzindo uma descida de 6 euros comparativamente a dezembro de 2024. No último mês, a parcela relativa a juros representou 48,9% da prestação média.
Já considerando apenas os contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação aumentou 7 euros, para 675 euros verificando-se uma subida de 6,8% em termos homólogos. O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 600 euros, atingindo 75.270 euros.
Em 2025, a taxa de juro média anual para o total do crédito à habitação fixou-se em 3,414% (4,372% no ano anterior). O capital médio em dívida aumentou 5.806 euros, para 72.314 euros. A prestação média mensal diminuiu 2,0% (8 euros), para 396 euros.
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