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5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta terça-feira a SAG estará a reagir ao resultado da OPA de Pereira Coutinho, que ficou com 95,05% da empresa. O mercado espera também pela decisão do grupo OPEP+ em matéria de corte da produção, e pela decisão da Comissão Europeia em relação à possibilidade de abrir um procedimento disciplinar contra Itália devido à sua elevada dívida.

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SAG reage ao resultado da OPA

A oferta pública de aquisição de João Pereira Coutinho sobre a SAG terminou na sexta-feira, e esta segunda, dia 1 de julho, foram apurados os resultados – passo essencial para Pereira Coutinho vender a Siva à Porsche. A Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada por João Pereira Coutinho sobre as ações da SAG que não detinha foi bem sucedida. O empresário, que controlava 80,08% do capital da empresa antes da oferta passou a deter 95,05%. O anúncio foi feito já depois do fecho da bolsa nacional, pelo que as ações estarão a reagir na sessão desta terça-feira.

 

Também a Sonae Capital deverá estar a reagir ao anúncio, feito ontem, de que a sua participada CapWatt avançou com uma oferta de compra vinculativa de 100% da espanhola Futura Energía Inversiones.

 

OPEP+ anuncia decisão sobre corte de produção

A semana começou com o radar dos mercados em Viena, na Áustria, dia em que começou a reunião da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), que acordou um prolongamento por 9 meses do acordo para o corte no débito de petróleo.

 

Hoje juntam-se aos países da OPEP os grandes produtores que não estão no cartel, como a Rússia, no que é conhecido como grupo OPEP+.

 

EUA propõem agravar em mais 4 mil milhões de dólares as tarifas sobre bens da UE

Depois de no sábado, à margem do G20 na cidade japonesa de Osaka, os Estados Unidos terem firmado tréguas comerciais com a China, esta segunda-feira o foco de Washington volta a estar na União Europeia.

Segundo a Bloomberg, o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, propôs uma lista suplementar de 89 "sub-rubricas tarifárias" com um valor comercial de cerca de quatro mil milhões de dólares que possa ser sujeita a direitos alfandegários adicionais.

 

 

Tréguas comerciais dão novo recorde ao S&P 500

As bolsas norte-americanas encerraram em alta na sessão de ontem, impulsionadas pelas tréguas comerciais firmadas no passado sábado em Osaka, à margem do G20, entre os EUA e a China. A meio da sessão, o S&P 500 marcou um máximo de todos os tempos, ao tocar nos 2.977,93 pontos. Isto depois de em junho ter marcado o seu melhor mês desde janeiro, a recuperar da derrocada de maio.

 

Estas tréguas animaram os mercados acionistas um pouco por todo o mundo. Na Europa, vários índices – como o britânico Footsie e o alemão DAX – tocaram no valor mais alto em quase um ano, ao passo que outros, como o índice grego Athex, negociaram no patamar mais elevado desde o início do ano passado.

No entanto, já ao final do dia surgiu o anúncio de que os EUA pensam impor tarifas adicionais sobre o equivalente a 4 mil milhões de dólares de produtos da União Europeia, como forma de protesto pelas subvenções comunitárias atribuídas à Airbus, pelo que as praças do Velho Continente poderão estar hoje a reagir em baixa a esta proposta.

 

Fabricantes automóveis reportam vendas nos EUA

Está agendada para hoje, por parte de várias fabricantes automóveis, a divulgação dos dados relativos às vendas nos Estados Unidos em junho e no acumulado do segundo trimestre, que deverão ter caído face ao mesmo período do ano passado – em parte devido a menos um dia útil de vendas na contabilização dos resultados.

 

Entre as fabricantes que vão anunciar as suas vendas contam-se a General Motors e Fiat Chrysler.

 

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