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Bolsas americanas desvalorizam penalizadas pela indústria de «chips» (act)

As bolsas norte-americanas seguiam com tendência descendente, com os valores da Intel e da Nvidia a penalizarem a evolução dos índices, depois da Merril Lynch ter recomendado os clientes a reduzir o peso de empresas semicondutoras na carteira de investime

Pedro Viana pviana@mediafin.pt 12 de Julho de 2004 às 15:07
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As bolsas norte-americanas seguiam com tendência descendente, com os valores da Intel e da Nvidia a penalizarem a evolução dos índices, depois da Merril Lynch ter recomendado os clientes a reduzir o peso de empresas semicondutoras na carteira de investimentos. O Dow Jones descia 0,26% e o Nasdaq deslizava 1,13%.

O índice das "blue chips" [indu] seguia nos 10.186,24 pontos e o tecnológico Nasdaq [ccmp] nos 1.924,30 pontos. O Standard & Poor 500 [spx], que agrega 500 empresas norte-americanas e que, no seu conjunto, perfazem 80% da capitalização bolsista da bolsa, seguia a decrescer 0,40% para 1.108,32 pontos.

O crude negociava abaixo dos 40 dólares, a perder 0,48% para 39,77 dólares. O petróleo extraído do mar do norte, o «brent», negociava a cair 0,13% para 37 dólares.

A casa de investimentos Goldman Sachs aconselha os investidores a cortarem nos investimentos das acções. A recomendação de investimento passou de ‘overweight’ para neutral, devido ao crescimento das empresas ter-se demonstrado lento, segundos os relatórios que têm sido apresentados.

Os títulos da Intel depreciavam 2,8% para 25,84 dólares (20,82 euros). A recomendação das acções foi revista em baixa pela Merrill Lynch de «comprar» para «neutral». O banco de investimento reduziu as perspectivas para a toda a indústria de semicondutores de «overweight» para «underweight», pelo facto do lucro das empresas diminuir devido à redução dos inventários por parte dos clientes.

A General Motors, a maior construtora mundial de automóveis, descia 0,4% para 44,16 dólares (35,06 euros). A empresa disse que as suas quatro unidades manufactureiras da China venderam mais 58% de carros na primeira metade do ano.

A SunTrust, o primeiro banco dos 10 maiores a divulgar os resultados referentes ao segundo trimestre do ano, valorizava 1% para 65,06 dólares (52,44 euros). O banco disse que os lucros por acção do aumentaram de 1,17 no ano passado para 1,29 dólares, devido ao crescimento das taxas do banca de consumo.

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