"Sell America"? Fundos portugueses reforçam exposição aos EUA
Os fundos de investimento nacionais não arredam pé dos Estados Unidos e, do total sob gestão, mais de 14% está investido na maior economia mundial. O movimento acontece ao mesmo tempo que grandes gestoras de ativos, como a Amundi, Fidelity ou Pimco, optam por outros mercados.
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Se nos últimos anos alguns dos maiores fundos e países têm vindo a reduzir a exposição aos mercados financeiros norte-americanos, cada vez mais voláteis após a eleição do Presidente Donald Trump no final de 2024, os fundos portugueses têm feito o caminho inverso. É o que mostram os dados da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (AFPIPP) pedidos pelo Negócios, que mostram apenas a exposição direta e deixam de fora exchange-trade funds (ETF), outros fundos ou derivados.
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