Retalho sustenta Europa no verde. Petróleo sobe com queda de stocks nos EUA
Banco central russo reúne esta quinta-feira para cortas taxas de juro
Europa mira arranque de sessão em terreno negativo. Ásia fecha mista
Petróleo sobe com queda de "stocks" nos EUA
Ouro e rublo em queda. Euro e dólar negoceiam na linha de água
Juros aliviam na Zona Euro e nos EUA
Lisboa comanda maré verde na Europa com larga margem
Banco Central da Rússia corta taxas de juro em 300 pontos base para 11%
Zelensky rejeita ideia de ceder áreas ocupadas para negociar fim do conflito
António Costa e Pedro Sánchez discutem em Madrid ajuda à Ucrânia e sanções à Rússia
Europa não pode permitir que Putin ganhe a guerra, diz Olaf Scholz
Fed mantém Wall Street no verde
Rublo perde mais de 7% contra o dólar
Petróleo sobe com aperto no mercado
Preferência está nos ativos de risco. Ouro cai pelo segundo dia consecutivo
Juros com tendência mista na Zona Euro
Europa de verde com retalho a liderar
- Iate do segundo homem mais rico da Rússia volta a ser localizado
- Banco central russo reúne esta quinta-feira para cortas taxas de juro
- Europa mira arranque de sessão em terreno negativo. Ásia fecha mista
- Petróleo sobe com queda de "stocks" nos EUA
- Ouro e rublo em queda. Euro e dólar negoceiam na linha de água
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- Europa de verde com retalho a liderar
O "superiate" do segundo homem mais rico da Rússia, Leonid Mkhelson, voltou a aparecer depois de duas semanas sem ser localizado. O navio avaliado em 150 milhões de dólares foi localizado ao cruzar o Mar Mediterrâneo ao pé da costa de Malta.
A última vez que a embarcação de 80 metros de comprimento foi vista foi a 20 de maio nas Ilhas Canárias, quando o aparelho que localiza o navio voltou a ser ligado, de acordo com a Bloomberg. Leonid Mkhelson é um dos indivíduos abrangidos pelo pacote de sanções imposto contra a Rússia.
O Banco Central da Rússia estará a preparar um corte nas taxas de juro diretoras para conter o "rally" do rublo, depois da reunião de emergência que decorre esta quinta-feira, indicam as previsões dos analistas contactados pela Bloomberg.
Devido ao impacto da forte valorização da moeda nas exportações e finanças públicas do país, o banco central russo "deverá cortar as taxas de juro diretoras em 300 pontos base" em relação aos atuais níveis: 14%, segundo antecipa a TD Securities, citada pela Bloomberg revendo assim em baixo a estimativa que apontava para uma redução de apenas 100 pontos base.
"Não adianta convocar uma reunião de emergência e comunicá-la ao mercado, se não existe pretensão de fazer um grande corte nas taxas de juro", refere Tatiana Orlova da Oxford Economics, citada pela agência norte-americana, chegando mesmo a admitir que "nem me surpreenderia que houvesse uma redução de 700 a 800 pontos base".
Esta quinta-feira, o rublo ganha 1,37% conta o dólar, valendo cada nota verde 59,52 rublos, mantendo-se assim em máximos de 2018.
A sessão na Ásia fechou mista e os futuros negociados sobre o índice de referência europeu apontam para um arranque de sessão no bloco marcado pela cor encarnada, num dia em que os investidores estão ainda a digerir o texto das minutas da Reserva Federal norte-americana (Fed) e as declarações do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, sobre o abrandamento da economia chinesa.
Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 estão a desvalorizar 0,1%.
Pela Ásia, no Japão o Nikkei derrapou 0,27% enquanto o Topix subiu 0,2%. Na China, em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,5% e Xangai valorizou 0,7%. Na Coreia do Sul, o Kospi registou uma queda de 0,1%.
Estes movimentos surgem após esta quarta-feira (já após a sessão europeia) terem sido publicadas as atas da última reunião da Fed, que decorreu nos dias 3 e 4 de maio.
Nas atas, não há sinais de que os membros da Reserva Federal norte-americana possam ficar ainda mais agressivos na sua política monetária de combate à inflação, tendo sido referido o que já tem vindo a ser dito: que o banco central deverá aumentar os juros em 50 pontos base nas duas próximas reuniões, a de junho e a de julho.
Ao mesmo tempo que os decisores da Reserva Federal veem potencial para a taxa diretora subir o suficiente para arrefecer a economia, há nas atas da última reunião algumas pistas sobre uma possível pausa neste ciclo de subida dos juros, caso as coisas "corram bem": um endurecimento "expedito" da política monetária poderá deixar a Fed "bem posicionada para, em finais deste ano, avaliar os efeitos da firmeza das suas medidas e analisar até que ponto os desenvolvimentos económicos justificam ajustes nessa política".
O mercado está ainda a avaliar as palavras do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang. O Chefe de Governo reconheceu que as medidas de prevenção epidémica estão a afetar a economia chinesa de forma inédita desde o início da pandemia, apelando a que se tenha em conta o emprego.
Durante uma videoconferência organizada pelo Conselho de Estado, na noite de quarta-feira, Li admitiu que "as dificuldades em março e abril foram, em alguns aspetos, mais severas do que em 2020", quando a pandemia de covid-19 começou, de acordo com a agência noticiosa oficial Xinhua.
O primeiro-ministro citou como exemplo as quedas em indicadores como o emprego, produção industrial, consumo de energia e transporte de mercadorias. Li pediu a dezenas de milhares de funcionários do governo "esforços para manter a economia a operar a um nível adequado".
O petróleo amplia os ganhos no mercado internacional, à medida que surgem mais sinais sobre a escassez de "stock" de derivados (gasóleo e gasolina) nos EUA.
O West Texas Intermediate, negociado em Nova Iorque, soma 0,38% para 110,75 dólares por barril. Já o Brent do Mar do Norte – referência para as importações europeias – ganha 0,32% para 114,40 dólares.
O número de "stocks" armazenados no centro de Cushing em Oklahoma, nos EUA, caiu para o nível mais baixo desde março, enquanto o fornecimento de combustível para alimentação de motores derrapou pela oitava semana, segundo os dados da Energy Information Administration, citados pela Bloomberg.
Os preços da gasolina bateram vários recordes nos últimos dias que antecedem a temporada de verão nos EUA, altura em que as estradas se enchem de veículos que atravessam o país, tendo como destino locais de férias.
O ouro voltou a cair pelo segundo dia, à medida que os investidores avaliam as minutas referentes à última reunião da Reserva Federal norte-americana (Fed) que foram divulgadas esta terça-feira.
O metal amarelo perde 0,37% para 1.846,62 dólares. Platina, paládio e prata seguem esta tendência negativa.
Esta terça-feira foram publicadas as atas da última reunião da Fed, que decorreu nos dias 3 e 4 de maio. Não há sinais de que os membros do banco central possam ficar ainda mais agressivos na sua política monetária de combate à inflação.
Reafirmam, no entanto, o que já tem vindo a ser dito: que a Fed deverá aumentar os juros em 50 pontos base nas duas próximas reuniões, a de junho e a de julho.
No mercado cambial, o índice do dólar da Bloomberg – que avalia a força do "green cash" contra 10 divisas rivais – negoceia na linha de água (0,05%) para 102,01 pontos. O euro, por sua vez, negoceia também na linha de água (-0,04%) para 1,0677 dólares.
Na Rússia, o rublo fica mais fraco contra o dólar, estando a cair 0,79% para 60,01 dólares, numa altura em que está a decorrer a reunião do banco central russo, tendo em vista um corte nas taxas de juro de forma a travar o "rally" da moeda russa. Contra o euro, o rublo perde também 0,83%, com cada moeda única a custar 65,03 rublos.
Os juros das dívidas soberanas a dez anos estão a aliviar tanto na Zona Euro como nos EUA num dia marcado pela reação dos investidores à divulgação das atas da reunião da Reserva Federal norte-americana (Fed) de maio e que dão conta de um tom "menos agressivo" a adotar na política monetária futura, ainda que sejam esperadod dois aumentos de 50 pontos base nos próximos encontros do banco central, o primeiro em junho e o segundo em julho.
A yield das Bunds alemãs a dez anos – "benchmark" para a Zona Euro – alivia 2,9 pontos base para 0,917%.
Os juros das obrigações italianas a dez anos são os que sofrem o alívio mais expressivo no espaço das 19 dívidas soberanas, estando a descer 7,9 pontos base para 2,867%.
Na Península Ibérica, a yield da dívida portuguesa com a mesma maturidade alivia 5,4 pontos base, mantendo-se no entanto acima da linha dos 2% alcançada no passado dia 29 de abril, mais concretamente em 2,038%.
Em Espanha a yield da dívida a dez anos desce 5,1 pontos base para 2,001%.
Uma maré verde invadiu o arranque de sessão na Europa, com Lisboa a liderar nos ganhos, num dia em que os mercados digerem as atas da última reunião da Reserva Federal norte-americana e o alerta do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, sobre o abrandamento económico do país.
O Stoxx 600 segue a valorizar 0,36% para 425,85 pontos. Dos 20 setores que compõe o índice, energia comanda os ganhos.
Nas restantes praças europeias, Lisboa comanda os ganhos a subir 1,49%, acompanhada por Madrid (0,74%) e Paris (0,70%). Frankfurt sobe 0,60%, Londres ganha 0,25%, Amesterdão cresce 0,56% e Milão soma 0,22%.
As ações europeias foram pressionadas desde o início do ano, pelo advento de uma política monetária restritiva, a guerra na Ucrânia e a restrições da oferta. Além disso reina o temor entre os investidores sobre a possibilidade de as empresas, face à conjuntura atual, não conseguirem atingir as metas de lucro e de margens a que se propuseram.
"Não será fácil para ninguém, mas algumas empresas serão mais resilientes que outras", antecipou Fabiana Fedeli, diretora de investimentos da M&G, em declarações à Bloomberg TV. A especialista acrescenta ainda que "haverá empresas que continuarão a ter problemas, que devido à baixa solidez do balanço precisam de levantar mais capital no mercado para conseguirem crescer".
Por sua vez, os estrategas do Citigroup, citados pela agência norte-americana, aconselham os investidores a apostarem na queda das ações europeias. O banco de investimento prefere neste momento colocar dinheiro em títulos europeus e em mercados emergentes, do que nas ações norte-americanas.
O Banco Central da Rússia decidiu, em linha com o esperado pelos especialistas, cortar 300 pontos base nas taxas de juro diretoras para fazer frente ao "rally" do rublo, após a reunião de emergência que decorreu esta quinta-feira.
"O Conselho do Banco da Rússia decidiu reduzir as taxas de juro em 300 pontos base para 11%, a partir de 27 de maio de 2022", pode ler-se no comunicado publicado na página da autoridade monetária russa.
"Os fundos continuam a fluir para depósitos em rublos com prazo fixo, enquanto a atividade de concessão de empréstimos permanece fraca, o que limita os riscos inflacionistas, tornando necessário aliviar as condições monetárias", justifica o banco central.
Na nota, o banco abre ainda a porta para mais cortes nas próximas reuniões, dependendo das "dinâmicas real e esperada da inflação, bem como os riscos colocados pelas condições internas e externas e a reação dos mercados financeiros". Para além desta redução, em abril a autoridade monetária já tinha realizado dois cortes nas taxas de juro.
O primeiro-ministro português e o chefe do Governo espanhol encontram-se esta quinta-feira em Madrid para preparar o Conselho Europeu extraordinário que segunda e terça-feira em Bruxelas vai discutir as ajudas à Ucrânia e sanções à Rússia.
De acordo com fontes governamentais espanholas, Pedro Sánchez irá receber António Costa à 19:30 (menos uma hora em Lisboa) no Palácio da Moncloa, sede do Governo espanhol, para um encontro de trabalho seguido de um jantar, não estando previsto declarações à imprensa.
O chanceler alemão, Olaf Scholz, disse esta quinta-feira que a Europa não pode permitir que o Presidente russo, Vladimir Putin, ganhe a guerra contra a Ucrânia, garantindo estar convencido que isso não acontecerá.
"Não podemos permitir que Putin ganhe a guerra e acho que isso não acontecerá. Até agora, não alcançou nenhum dos seus objetivos estratégicos e um deles, o de ocupar toda a Ucrânia, está mais longe do que nunca", afirmou Scholz, numa intervenção no Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, que esta quinta-feira encerra a sua reunião anual.
Wall Street abriu no verde, numa altura em que os investidores estão a digerir as atas da última reunião da Reserva Federal norte-americana, no início de maio. A sessão está também a ser influenciada pelo alerta do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, sobre o abrandamento económico do país.
O índice industrial Dow Jones está a ganhar 1,03% para 32.487,35 pontos, enquanto o S&P 500 valoriza 0,94% para 4,016.10 pontos. Já o índice tecnológico Nasdaq está a subir 0,76% para 11.523,17 pontos.
De entre os principais movimentos de mercado destaca-se o grupo Alibaba, que dispara 9%, depois de ter revelado um aumento de 19% nas receitas do primeiro trimestre, para 853 mil milhões de yuans (119 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual), valor acima do esperado pelos analistas.
Ainda em destaque está a rede social Twitter, que escala mais de 4%, depois de Elon Musk ter anunciado que pretende pagar mais de metade dos 44 mil milhões de dólares que oferece pela compra com capitais próprios.
A Nvidia, multinacional de tecnologia norte-americana, está a derrapar 0,27% depois de ter revisto em baixa a previsão de venda de chips este ano, tendo anunciado ainda que vai abrandar a contratação de novos trabalhadores.
Por sua vez, a Broadcom está a subir 1,38% depois de ter assinado um acordo de 61 mil milhões de dólares (57 mil milhões de euros) para comprar a VMware.
A motivar o mercado esta quinta-feira estão ainda as minutas da Fed divulgadas depois da última sessão, o que aliviou os investidores, uma vez que o supervisor norte-americano não mostrou vontade de seguir uma política monetária mais agressiva do que a que já está em curso. Ainda assim, o banco central deverá aumentar os juros em 50 pontos base nas duas próximas reuniões, a de junho e a de julho.
"Se a inflação abrandar ao longo do verão, é possível que não haja um aumento contínuo das taxas de juro", defende Carol Pepper, CEO da Pepper International, "acho que vamos deixar de ter estagflação. Vamos estar numa situação em que a inflação vai começar a diminuir e depois vamos ter um mercado mais normalizado", acrescentou ainda.
O mercado está ainda a avaliar as palavras do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang. O Chefe de Governo reconheceu que as medidas de prevenção epidémica estão a afetar a economia chinesa de forma inédita desde o início da pandemia, apelando a que se tenha em conta o emprego.
O rublo está a perder mais de 7% face à nota verde, após o banco central russo ter cortado as taxas de juro em 300 pontos base, conforme estimado pelos analistas, para 11%, de forma a travar o "rally" da moeda russa.
O rublo está a tombar 7,8% contra o dólar, para 65 rublos por dólar. Face ao euro, a moeda russa mergulha 8,1%, para 69,65 rublos por euro.
Por sua vez, o índice do dólar da Bloomberg – que compara o "green cash" com 10 divisas rivais – cai 0,18% para níveis abaixo da fasquia dos 102 pontos, mais concretamente para 101,87 pontos.
Já o euro soma 0,21% para 1,0703 dólares.
Os preços do "ouro negro" prosseguem hoje o movimento de subida e estão ainda a ser sustentados pelo facto de os stocks norte-americanos de crude e de gasolina continuarem a descer.
Isto numa altura em que se aproxima a chamada "driving season" e há mais procura, o que contribui para intensificar o aperto da oferta no mercado.
Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a somar 2,31% para 116,66 dólares por barril.
Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, avança 3,07% para 113,72 dólares por barril.
O ouro está a negociar pelo segundo dia consecutivo no vermelho, numa altura em que os investidores estão a avaliar as palavras da Fed.
As atas da última reunião do banco central dos EUA foram divulgadas quarta-feira ao final do dia - apesar da subida de juros em 50 pontos esperada em junho e julho, não há indicações de uma política monetária mais agressiva por parte da autoridade liderada por Powell.
O ouro está neste momento a desvalorizar 0,43% para 1.845,50 dólares por onça. A avaliação do sentimento dos governadores do banco central norte-americano está a levantar ventos contra o ouro e os investidores estão a preferir ativos de algum risco - o que está a impulsionar Wall Street.
As obrigações soberanas dos países do euro seguem a negociar com uma tendência mista, numa altura em que muitos investidores ainda apostam na segurança da dívida mas em que também se regista uma forte aposta em ativos de maior risco, como as ações.
Os juros da dívida portuguesa a 10 anos seguem a recuar 0,8 pontos base para 2,084%, e em Espanha, na mesma maturidade, aliviam 0,5 pontos base, fixando-se nos 2,046%.
Já as "yields" das Bunds alemãs a 10 anos, referência para a Europa, negoceiam em contraciclo, a subirem 3,4 pontos base para 0,980%.
A Europa terminou esta quinta-feira com um balanço positivo, num dia em que os investidores retornaram aos investimentos de maior risco, focados no mercado bolsista. As atas da reunião da Fed, divulgadas quarta-feira, voltaram a trazer alguma segurança, já que mostraram uma linguagem menos agressiva, apesar das subidas de 50 pontos base das taxas de juro esperadas para junho e julho.
O índice de referência europeu Stoxx 600 encerrou o dia com ganhos, pelo segundo dia consecutivo, a somar 0,78% para se fixar nos 437,71 pontos. Esta semana apenas terça-feira esteve pintada de vermelho.
O setor do retalho valorizou 4,73%, depois de a norte-americana Macys ter avançado com estimativas positivas para os lucros deste ano, o que acabou por contagiar o setor também na Europa. Também a influenciar este setor esteve o anúncio do ministro das Finanças britânico, Rishi Sunak, que apresentou um
O ministro britânico adiantou que o financiamento virá de uma taxa sobre lucros excessivos do petróleo e gás - o que contribuiu para que o setor das "utilities" (água, luz e gás) saltasse para o vermelho e fosse o único setor a terminar o dia de hoje abaixo de zero.
Nas principais praças europeias, o índice lisboeta PSI avançou 1,95%, o parisiense CAC 40 valorizou 1,78% e a fechar o top 3 esteve o alemão DAX, a somar 1,59%. Ainda no verde, o madrileno IBEX subiu 1,47% e em Amesterdão o AEX ganhou 1,27%, ao passo que o italiano FTSEMIB pulou 1,22%. Em Londres, o Footsie cresceu 0,56%.
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