Ao minuto30.01.2026

Stoxx 600 fecha janeiro com maior sequência de ganhos mensais desde 2021. Swatch dispara 13%

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta sexta-feira. O dia está a ser marcado pela nomeação de um novo presidente para a Reserva Federal, e por um forte recuo dos metais preciosos.
bolsas mercados graficos traders euronext
Kamil Zihnioglu/AP
Negócios 30 de Janeiro de 2026 às 17:53
Últimos eventos
30.01.2026

Stoxx 600 fecha janeiro com maior sequência de ganhos mensais desde 2021. Swatch dispara 13%

Matthias Balk/picture-alliance/dpa/AP Images

Os principais índices europeus terminaram a última sessão do mês com ganhos em toda a linha, impulsionados pelos resultados positivos de empresas como a Swatch e a Adidas, bem como por dados que mostraram um crescimento económico acima do previsto para a Zona Euro no final do ano passado. O “benchmark” Stoxx 600 soma assim o seu sétimo mês consecutivo de ganhos - a maior sequência de valorizaçõesdesde agosto de 2021.

O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – avançou 0,64%, para os 611 pontos.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX subiu 0,94%, o espanhol IBEX 35 avançou 1,66%, o italiano FTSEMIB valorizou 1%, o francês CAC-40 somou 0,68%, ao passo que o britânico FTSE 100 registou ganhos de 0,51%, sendo que o neerlandês AEX pulou 0,47%.

As ações europeias tiveram um início de ano forte, com muitos investidores a virarem-se para os ativos de risco da região, à procura de alternativas aos ativos norte-americanos. O recente abrandamento das tensões entre os líderes europeus e o Presidente dos EUA, Donald Trump, também impulsionou o mercado, embora a ameaça de tarifas não tenha desaparecido. “Tem havido um melhor impulso vindo da Europa, apesar das tarifas comerciais que a Europa provavelmente enfrentará”, disse à Bloomberg Aneeka Gupta, da WisdomTree. “Isso diz muito sobre a resiliência da Europa num momento em que os riscos geopolíticos são elevados”, acrescentou a especialista.

Entre os dados económicos, . Também a economia da União Europeia acelerou no ano passado, ao avançar 1,6% face aos 1,1% registados em 2024. E para os analistas, a aceleração da economia da Zona Euro foi "decente, apesar da enorme incerteza e tensão económica", dadas as tarifas comerciais impostas pela administração norte-americana, afirmou Bert Colijn, economista chefe do banco holandês ING.

Entre os setores, a banca (+1,65%), o das telecomunicações (+1,54%) e o tecnológico (+1,20%), registaram as valorizações mais expressivas. Já o dos recursos naturais (-2,44%) tombou devido às fortes desvalorizações o ouro e da prata, enquanto o do imobiliário (-0,26%) e dos serviços financeiros (-0,16%) foram, de resto, os únicos a desvalorizar.

Entre os movimentos do mercado, o espanhol CaixaBank pulou mais de 6%, depois de a instituição financeira ter revisto em alta as suas metas de crescimento. Já a fabricante suíça de relógios Swatch disparou mais de 13%, com previsões de um crescimento sólido para este ano, enquanto a Adidas valorizou quase 4% após ter divulgado lucros melhores do que o esperado e ter anunciado uma nova recompra de ações.

30.01.2026

Juros agravaram-se em toda a linha na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro agravaram-se em toda a linha na sessão desta sexta-feira, num dia em que as principais bolsas da região registaram ganhos com os investidores a virarem apostas para os ativos de risco.

Os juros da dívida portuguesa, com maturidade a dez anos, agravaram-se em 0,3 pontos-base, para 3,193%. Em Espanha a "yield" da dívida com a mesma maturidade seguiu a mesma tendência e subiu 0,8 pontos, para 3,210%.

Já os juros da dívida soberana italiana avançaram 1 ponto, para 3,454%.

Por sua vez, a rendibilidade da dívida francesa subiu 0,7 pontos, para 3,424%, ao passo que os juros das "bunds" alemãs, referência para a região, agravaram-se em 0,4 pontos, para os 2,842%.

Fora da Zona Euro, os juros das "gilts" britânicas, também a dez anos, subiram 1,1 pontos-base, para 4,520%.

30.01.2026

Ouro e prata afundam depois de anúncio de novo presidente da Fed

Matthias Schrader / AP

A prata está a viver uma sessão de fortes quedas. O metal precioso segue a mergulhar 22,1% para 90,20 dólares por onça, naquela que é a maior queda diária desde 2008.

Este “selloff” estendeu-se aos restantes metais preciosos, com destaque para o ouro, que recua 8%. Já a platina cai 16% e se fechar com este nível de perdas será um recorde diário de queda. Nos metais industriais, o cobre segue a desvalorizar em torno de 4%, depois de ter ontem atingido um máximo histórico acima dos 14.000 dólares por tonelada. 

30.01.2026

Dólar ganha terreno com nomeação de Warsh, mas caminha para semana de perdas

Florian Gaertner/picture-alliance/dpa/AP Images

O dólar está a valorizar face às principais rivais, depois de o Presidente dos EUA ter nomeado Kevin Warsh, antigo membro do conselho de governadores do banco central, para liderar a Fed - um nome que está a surpreender os mercados, devido à posição mais "hawkish" do que os seus concorrentes.

A esta hora, o índice do dólar acelera 0,63%, para 96,89 pontos, depois de ter caído para mínimos de quatro anos durante a semana. Ainda assim, a “nota verde” encaminha-se para fechar a semana com um saldo negativo, pressionada por uma série de políticas erráticas por parte da atual Administração dos EUA, que culminou com Donald Trump a afirmar que não estava preocupado com a desvalorização do dólar.

Já face à divisa nipónica, o dólar valoriza 0,83%, para os 154,43 ienes. Números mensais divulgados nesta sexta-feira pelo ministério das Finanças do Japão confirmaram que o país não gastou dinheiro em intervenções diretas para fortalecer o iene nas quatro semanas até 28 de janeiro, depois de terem crescido especulações de que Tóquio e Washington estariam a planear uma intervenção conjunta para fortalecer o iene.

Pela Europa, a moeda única cede 0,81%, para os 1,1872 dólares, num dia em que dados mostraram que a economia da Zona Euro cresceu mais do que o esperado no final do ano passado. Apesar das desvalorizações registadas na sesão de hoje, o euro soma uma subida de cerca de 1,5% neste mês, a maior valorização mensal desde agosto. Já a libra recua 0,68%, para os 1,3714 dólares.

30.01.2026

Crude volta às perdas. Dólar mais forte e redução das tensões entre EUA e Irão pressionam preços

Rick Bowmer/AP

Os preços do petróleo estão a negociar com perdas depois de fortes aumentos nas sessões anteriores, com as tensões entre o Irão e os EUA a parecerem atenuar.

O West texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – perde 1,10%, para os 64,71 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – segue a desvalorizar 1,09% para os 68,83 dólares por barril.

O Presidente Donald Trump disse na quinta-feira que planeava falar com o Irão, mesmo à medida que os EUA continuam a aumentar a sua presença militar na região do Médio Oriente.

E apesar das valorizações contidas registadas nesta sexta-feira, ambos os preços de referência do crude continuam a caminho de fortes ganhos mensais no primeiro mês do ano. O Brent está prestes a fechar janeiro com a maior valorização mensal desde janeiro de 2022 e o WTI desde julho de 2023.

Os preços do “ouro negro” também estão a ser pressionados por um dólar mais forte. A valorização da “nota verde” segue-se ao anúncio de Trump de que iria nomear o ex-governador da Fed Kevin Warsh, para liderar o banco central dos EUA. Nesta linha, um dólar mais forte pode limitar a procura por parte dos compradores de petróleo que utilizam outras divisas para adquirir crude.

30.01.2026

Wall Street no vermelho. Investidores avaliam nomeação de Warsh para liderar a Fed

Richard Drew/AP

Os principais índices norte-americanos negoceiam no vermelho, com os investidores a avaliarem a . Além disso, os mercados seguem a reagir aos mais recentes dados da inflação do lado de lá do Atlântico, assim como às contas da Apple.

O “benchmark” S&P 500 perde 0,24%, para os 6.952,09 pontos. Já o Nasdaq Composite recua 0,31%, para os 23.611,04 pontos. O Dow Jones, por sua vez, desvaloriza 0,23% para os 48.959,69 pontos.

Donald Trump nomeou Kevin Warsh para o cargo de presidente da Fed na madrugada desta sexta-feira. A informação foi avançada pelo líder norte-americano na rede social Truth Social, numa longa publicação em que elenca o percurso profissional e as qualificações de Warsh, que foi membro do conselho de governadores da Fed dos EUA entre 2006 e 2011, em plena crise financeira, e vai agora liderar o banco central norte-americano nos próximos quatro anos.

O anúncio pôs fim a meses de especulações sobre quem seria o sucessor de Powell, depois de Trump ter criticado repetidamente o atual líder da Fed por não reduzir as taxas diretoras de forma mais expressiva.

Economistas da Evercore ISI liderados por Krishna Guha disseram à Bloomberg que “vemos Warsh como um pragmático, não um ‘falcão’ ideológico na tradição do banqueiro central conservador independente”. Apesar de apoiar taxas de juro mais baixas, Warsh é visto como o mais "hawkish" dos candidatos que integravam a "short list" do Presidente dos EUA para liderar a Fed. Com a perspetiva de os juros diretores permanecerem num ponto restritivo por mais tempo,, dando força ao dólar e reduzindo a atratividade do ouro - uma vez que o metal amarelo não rende juros.

No que toca a dados económicos, o índice de preços no produtor “core”, que exclui os preços dos alimentos e energia por serem mais voláteis, subiram 3,3% em relação ao ano anterior em dezembro de 2025, acima das expectativas do mercado de um aumento de 2,9%.

Além disso, os investidores estão a , que superou as expectativas, ao atingir receitas de 143,76 mil milhões, uma subida de 16% em termos homólogos, contra uma estimativa de 138,4 mil milhões apontada pelos analistas consultados pela Bloomberg. Ao mesmo tempo, a empresa da maçã alertou que o aumento dos custos de componentes ameaça reduzir as suas margens. A apresentação de contas da Apple

Entre os movimentos do mercado, a American Express segue a perder mais de 2%, mesmo depois de ter reportado um volume de transações superior ao esperado, enquanto anunciou que aumentará os seus dividendos em 16%. A Chevron, por sua vez, soma 0,75%, após ter superado as estimativas dos analistas, com a produção de petróleo a aumentar devido ao crescimento da oferta proveniente do Golfo do México e do Cazaquistão.

Quanto às "big tech”, a Nvidia desliza 0,039%, a Apple perde 1,39%, a Alphabet desvaloriza 0,67% e a Amazon cai 0,18%, a Meta recua 2,06% e a Microsoft soma 0,13%, depois das fortes perdas que registou na sessão de quinta-feira.

30.01.2026

Produção petrolífera de Angola atinge 1,03 milhões de barris por dia em dezembro

Charlie Riedel/AP

Angola produziu 31.863.172 barris de petróleo bruto em dezembro de 2025, o equivalente a uma média diária de 1.027.844 barris, segundo o resumo mensal da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG).

Leia a notícia completa .

30.01.2026

Euribor sobe a 3 e 6 meses e desce a 12 meses e termina mês com média a cair nos 3 prazos

A taxa Euribor subiu hoje a três e seis meses e desceu a 12 meses face a quinta-feira e termina janeiro com a média a cair nos três prazos.

Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que subiu para 2,031%, continuou abaixo das taxas a seis (2,158%) e a 12 meses (2,226%).

Em relação à média mensal da Euribor de janeiro, esta baixou a três, a seis e a 12 meses, de forma mais acentuada no prazo mais longo.

A média mensal da Euribor em janeiro desceu 0,020 pontos para 2,028% a três meses e 0,002 pontos para 2,137% a seis meses. Já a 12 meses a média da Euribor recuou 0,022 pontos para 2,245% em janeiro.

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu hoje, ao ser fixada em 2,158%, mais 0,012 pontos do que na quinta-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a novembro indicam que a Euribor a seis meses representava 38,6% do 'stock' de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.

Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,84% e 25,17%, respetivamente.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor cedeu, para 2,226%, menos 0,002 pontos do que na sessão anterior.

A Euribor a três meses subiu hoje, ao ser fixada em 2,031%, mais 0,011 pontos do que na quinta-feira.

A próxima reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) realiza-se em 04 e 05 de fevereiro, em Frankfurt, Alemanha.

Na anterior reunião, em 18 de dezembro, o BCE manteve as taxas diretoras, de novo, pela quarta reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou este ciclo de cortes, em junho de 2024.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

30.01.2026

Sobe e desce no ouro intensifica-se e leva metal precioso abaixo dos 5 mil dólares

Mike Groll/AP

O mercado dos metais preciosos está a viver uma autêntica montanha-russa de preços. Depois de o ouro e a prata terem conseguido fixar novos máximos históricos na quinta-feira, a negociação foi tomada por turbulência e, esta manhã, o metal amarelo chegou mesmo a negociar abaixo dos 5 mil dólares por onça, pressionado pelas notícias de que seria

A esta hora, o ouro já conseguiu recuperar ligeiramente das perdas, cedendo agora 5,64% para 5.072,23 dólares por onça, mas chegou a cair mais de 8% esta manhã para 4.943,32 dólares. Também a prata enfrenta grandes movimentos, tendo chegado a cair abaixo da marca dos 100 dólares recentemente ultrapassada, negociando agora com perdas superiores a 13% para 100,10 dólares. 

Donald Trump, Presidente dos EUA, anunciou que irá revelar a sua escolha para liderar a Fed esta sexta-feira e vários órgãos de comunicação norte-americanos estão a apontar para Kevin Warsh. A escolha, dizem fontes anónimas da Casa Branca, só é final quando o republicano a anunciar, mas os rumores foram reforçados com a ida do antigo governador do banco central a Washington na quinta-feira. 

Apesar de apoiar taxas de juro mais baixas, Warsh é visto como o mais "hawkish" dos candidatos que integravam a "short list" do Presidente dos EUA para liderar a Fed. Com a perspetiva de os juros diretores permanecerem num ponto restritivo por mais tempo, os mercados estão a incorporar esta escolha, dando força ao dólar e reduzindo a atratividade do ouro - uma vez que o metal amarelo não rende juros. 

Mesmo com os movimentos desta sexta-feira, o ouro continua a registar um saldo bastante positivo este ano, tendo já escalado cerca de 17% - bastante próximo de registar o melhor mês desde 1980. O salto na prata é ainda mais impressionante, com o metal branco a crescer 43% desde o arranque de 2026. 

30.01.2026

Europa em recuperação após sessão de quedas. Adidas dispara quase 5%

AP / Arne Dedert

As principais praças europeias arrancaram a derradeira sessão da semana em território positivo, recuperando parcialmente das quedas de quinta-feira, quando foi pressionada pelos maus resultados da SAP e pelas quedas no setor tecnológico. Mesmo assim, o Stoxx 600 - o "benchmark" para a negociação da região - prepara-se para fechar o sétimo mês consecutivo em alta, a maior série de ganhos desde 2021. 

A esta hora, o Stoxx 600 avança 0,31% para 609,02 pontos, apoiado numa série de novos resultados trimestrais de várias empresas. A banca e as telecomunicações são os setores que mais ganham esta manhã, enquanto as mineiras estão a ser pressionadas por um "sell-off" no mercado dos metais preciosos, que estão a recuar de máximos históricos com o dólar a ensaiar uma recuperação.

Os investidores aguardam com expectativa a escolha de Donald Trump, Presidente dos EUA, para liderar a Reserva Federal (Fed) norte-americana. O anúncio vai ser feito esta sexta-feira e , antigo membro do conselho de governadores do banco central, visto como a opção mais "hawkish" entre os quatro candidatos que restavam na "short list" do Presidente e que são pelo princípio da redução das taxas de juro.

A escolha pode vir a minar o otimismo que se vive esta manhã nas principais praças europeias. Com a perspetiva de cortes menos agressivos nas taxas de juro, num contexto em que continuam num nível restritivo, o crescimento económico e das empresas pode continuar limitado e levar a um arrefecimento do mercado acionista norte-americano e contagiar a Europa. A esta hora, a negociação de futuros do outro lado do Atlântico aponta para uma abertura no vermelho, com o S&P 500 a cair quase 1%.

"Os mercados estão a mostrar algum desapontamento com os temas dominantes, a política de taxas de juro da Reserva Federal e as expectativas muito elevadas em algumas partes do setor tecnológico", explica Guillermo Hernandez Sampere, diretor de negociação da gestora de ativos MPPM, à Bloomberg. "Nenhuma classe de ativos está atualmente imune ao risco de uma correção", acrescenta. 

Entre as principais movimentações de mercado, o. Por sua vez, a Adidas avança 4,74% para 150,30 euros, depois de a empresa de vestuário de desporto ter visto as suas vendas crescer 4,8% para um recorde de 24,8 mil milhões de euros em 2025, com o lucro operacional a ultrapassar os 2 mil milhões. 

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX salta 0,67%, o espanhol IBEX 35 avança 0,94%, o italiano FTSEMIB valoriza 0,62%, o francês CAC-40 cresce 0,47%, ao passo que o britânico FTSE 100 acelera 0,14% e o neerlandês AEX salta 0,08%.

30.01.2026

Juros agravam-se na Zona Euro à espera de inflação na Alemanha

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro estão a agravar-se esta sexta-feira, num dia em que os investidores aguardam a primeira leitura da inflação na Alemanha referente ao mês de janeiro, de forma a avaliarem aquela que pode ser a tendência a nível europeu. 

A "yield" das "Bunds" alemãs a dez anos, que servem de referência para a Zona Euro, aceleram 1,1 pontos base para 2,849%, enquanto os juros da dívida francesa com a mesma maturidade ganham 1,6 pontos para 3,433% e os da italiana sobem 1,7 pontos para 3,461%. Esta sexta-feira, o gabinete de estatísticas alemão revelou que a maior economia europeia acelerou mais do que o previsto no quarto trimestre do ano passado, acelerando 0,3% em cadeia. 

Pela Península Ibérica, os juros das obrigações portuguesas a dez anos agravam-se em 1,1 pontos base para 3,201%, enquanto os das obrigações espanholas saltam 1,3 pontos para 3,215%. Em termos homólogos, a economia do país vizinho acabou por ficar abaixo das expectativas, crescendo 2,6% contra os 2,7% que os analistas apontavam. 

Fora da Zona Euro, os juros das "Gilts" britânicas a dez anos seguem a tendência ao saltarem um ponto base para 4,519%.  

Saber mais sobre...
Saber mais Vermelho
Pub
Pub
Pub