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Ao minuto05.12.2022

Sanções ao petróleo russo animam negociação de crude. Europa no vermelho

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta segunda-feira.

Em todos os meses de 2022 houve decréscimos no valor sob gestão dos fundos em Portugal, estando no valor mais baixo desde junho de 2021.
Carlos Jasso/Reuters
05.12.2022

Índices europeus encerram sessão no vermelho

As praças europeias encerraram esta segunda-feira maioritariamente em terreno negativo, à medida que os investidores refreiam o otimismo em relação à política monetária adotada pelos principais bancos centrais.

O Stoxx 600 - que agrega as maiores empresas da Europa - recuou 0,41%, penalizado sobretudo pelo setor alimentar, que recuou 1,53%.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax recuou 0,56%, o francês CAC-40 desvalorizou 0,67%, o italiano FTSEMIB perdeu 0,3% e o espanhol IBEX 35 desceu 0,15%. Em Amesterdão, o AEX registou um decréscimo de 0,54%.

O português PSI e o o britânico FTSE 100 estiveram em contraciclo, ambos a avançarem 0,15%.

05.12.2022

Juros agravam na Zona Euro, mas Itália alivia

Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro terminaram o dia a agravar, à exceção de Itália que aliviou ligeiramente.

Durante o fim de semana, o presidente do banco central francês, Francois Villeroy de Galhau, e o presidente do banco central alemão, Joachim Nagel, reiteraram numa entrevista que estavam determinados em "trazer a inflação para os 2% até ao final de 2024 ou 2025".

A "yield" das Bunds alemãs com maturidade a dez anos - referência para a região - somou 2,6 pontos base para 1,873%, enquanto os juros da dívida pública italiana recuaram 1,2 pontos base para 3,738%.

Já os juros da dívida espanhola cresceram 1,9 pontos base para 2,866%, enquanto os juros da dívida francesa aumentaram 0,9 pontos base para 2,312%. Por cá, os juros da dívida pública portuguesa agravaram-se 0,6 pontos base para 2,777%.

Fora da Zona Euro, a "yield" da dívida britânica recuou 4,8 pontos base para 3,094%.

05.12.2022

Ouro desvaloriza à medida que o dólar e "yields" do tesouro ganham força

Para os analistas “é uma questão de tempo” até que o euro fique em paridade com a nota verde, havendo mesmo quem defenda uma queda abaixo deste nível já esta semana.

O ouro caiu 1,14%, depois de nas primeiras horas da manhã ter atingido máximos desde julho. O metal amarelo negoceia agora nos 1.777,20 dólares.

A platina seguiu a mesma trajetória, ao cair 1,19% para os 1.006,97 dólares, enquanto o paládio valoriza 0,12% para os 1.903,72 dólares. A prata recua 3,24% para 22,39 dólares.

O ouro foi penalizado pela subida do dólar e das "yields" do tesouro americano, numa altura em que, depois dos dados robustos do emprego, na semana passada, a Reserva Federal mantenha o aperto das taxas de juro por mais tempo. 

No mercado cambial, o euro desvaloriza em relação ao dólar, ao descer 0,26% para os 1,0508 dólares.

Já o índice dólar da Bloomberg, que compara a força da moeda norte-americana contra dez divisas rivais, valorizou 0,527%, para 105,072 pontos.

05.12.2022

Petróleo segue a valorizar acima de 1%, a beneficiar do embargo e do tecto ao crude russo

O petróleo está a valorizar, animado por perspetivas provenientes da China que este fim de semana anunciou um relaxamento das medidas relacionadas com a política de covid-zero no país.

Ao mesmo tempo, entra esta segunda-feira em vigor o embargo da União Europeia ao petróleo russo transportado por via maritima, bem como o tecto no preço de crude russo nos 60 dólares por barril, por parte do grupo do G7, que engloba sete das maiores economias mundiais.

O West Texas Intermediate (WTI), referência para os Estados Unidos, avança 1,19% para 80,93 dólares por barril, ao passo que o Brent do Mar do Norte, referência para as importações europeias, soma 1,15% para 86,55 dólares por barril. 

"Permanece incerto se vai haver uma transição suave do petróleo russo para a Ásia ou se vai haver uma disrupção", explicam analistas do RBC Capital Markets, numa nota vista pela Bloomberg.

"Qualquer indicação clara de que a Rússia esteja preparada para cortar as exportações de crude pode levar os preços a escalar nos próximos dias", pode ler-se no documento.

05.12.2022

Wall Street dá início à semana pintada de vermelho

Em particular nos Estados Unidos da América, as plataformas digitais de negociação em bolsa são muito utilizadas.

As bolsas norte-americanas arrancaram a sessão em terreno negativo, numa altura em que os investidores tentam perceber qual será o futuro da política monetária. A incerteza sobrepôs-se aos potenciais ganhos resultantes do alívio de algumas restrições contra a covid-19 na China.

O "benchmark" S&P 500 recua 0,72% para 4.042,58 pontos, enquanto o industrial Dow Jones desce 0,64% para 34.218,08 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite perde 0,62% para 11.389,93 pontos.

As ações da Tesla desvalorizam mais de 3% no arranque da sessão, após as notícias que indicam que a fabricante de veículos elétricos planeia reduzir a produção em Xangai.

Os mercados já perspetivavam um alívio das taxas de juro, mas dados do emprego acima do esperado em novembro deram força à possibilidade de o aumento final das taxas poder vir a ser maior, mesmo que da próxima reunião da Fed saia uma subida de 50 pontos base e não 75.

Os números divulgados na passada semana indicam que foram criados 263 mil postos de trabalho no mês passado, acima das expetativas dos analistas.

05.12.2022

Taxas Euribor mantêm-se a três meses e sobem a seis e a 12 meses

As taxas Euribor mantiveram-se hoje a três meses e subiram a seis e a 12 meses face a sexta-feira.

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação e que entrou em terreno positivo em 06 de junho, avançou hoje, para 2,436%, mais 0,030 pontos, depois de ter subido em 29 de novembro para 2,442%, um novo máximo desde janeiro de 2009.

A média da Euribor a seis meses subiu de 1,997% em outubro para 2,321% em novembro.

A Euribor a seis meses esteve negativa durante seis anos e sete meses (entre 06 de novembro de 2015 e 03 de junho de 2022).

No prazo de 12 meses, a Euribor também avançou hoje, ao ser fixada em 2,841%, também mais 0,030 pontos que na sexta-feira, contra 2,892% em 28 e 29 de novembro, um máximo desde janeiro de 2009.

Após ter disparado em 12 de abril para 0,005%, pela primeira vez positiva desde 05 de fevereiro de 2016, a Euribor a 12 meses está em terreno positivo desde 21 de abril.

A média da Euribor a 12 meses avançou de 2,629% em outubro para 2,828% em novembro.

Já a Euribor a três meses, que entrou em 14 de julho em terreno positivo pela primeira vez desde abril de 2015, manteve-se hoje, ao ser fixada de novo em 1,975%, contra 1,984% em 29 de novembro, um novo máximo desde fevereiro de 2009.

A taxa Euribor a três meses esteve negativa entre 21 de abril de 2015 e 13 de julho último (sete anos e dois meses).

A média da Euribor a três meses subiu de 1,428% em outubro para 1,825% em novembro.

As Euribor começaram a subir mais significativamente desde 04 de fevereiro, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras este ano devido ao aumento da inflação na zona euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro.

Em 27 de outubro, com o objetivo de travar a inflação, o BCE subiu as três taxas de juro diretoras em 75 pontos base, o terceiro aumento consecutivo deste ano, depois de em 21 de julho ter subido em 50 pontos base as três taxas de juro diretoras, a primeira subida em 11 anos, e em 08 de setembro em 75 pontos base.

A evolução das taxas de juro Euribor está intimamente ligada às subidas ou descidas das taxas de juro diretoras do BCE.

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses registaram mínimos de sempre, respetivamente, de -0,605% em 14 de dezembro de 2021, de -0,554% e de -0,518% em 20 de dezembro de 2021.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

05.12.2022

Europa abre mista. Stoxx 600 na linha d'água

As bolsas europeias abriram mistas, numa altura em que os investidores permanecem cautelosos quanto às perspetivas de crescimento económico e sobre qual será o futuro da política monetária. 

O Stoxx 600, referência para a região, abriu na linha d'água, com um recuo de 0,03% para os 443,15 pontos. O setor das telecomunicações foi dos que mais pesou no índice (-0,57%), que na passada semana registou a mais longa série desde abril de 2021, a sétima. 

Foi esta segunda-feira divulgado que o CEO da Vodafone, Nick Read, irá deixar o cargo no final deste ano, em que a operadora viu o preço das ações afundarem em bolsa.

Nas praças europeias, o alemão Dax cede 0,17%, o francês CAC-40 desce 0,33%, o espanhol Ibex soma 0,07% e o britânico FTSE 100 valoriza 0,18%. Já o italiano FTSE Mib cresce 0,17% e o Aex, em Amesterdão, perde 0,33%.

05.12.2022

Juros agravam-se na Zona Euro

Os juros da dívida soberana na Zona Euro seguem a agravar-se, com Espanha a ser o país que maior subida vê. 

A "yield" das Bunds alemãs com maturidade a dez anos - referência para a região - soma 2,1 pontos base para 1,867%, enquanto os juros da dívida pública italiana avançam 1,1 pontos base para 3,761%. 

Já os juros da dívida espanhola crescem 2,5 pontos base para 2,872%, enquanto os juros da dívida francesa aumentam 2,3 pontos base para 2,326%. Por cá, os juros da dívida pública portuguesa somam 1,4 pontos base para 2,785%. 

Fora da Zona Euro, a "yield" da dívida britânica recua 0,7 pontos base para 3,135%.

05.12.2022

Ouro inalterado perto dos 1.800 dólares por onça. Euro avança face a dólar

O ouro segue a negociar inalterado, depois de nas primeiras horas da manhã ter atingido máximos desde julho. Às 08h55, o metal amarelo negoceia nos 1.797,60 dólares por onça.

Já a platina soma 0,26% para os 1.021,76 dólares, enquanto o paládio valoriza 1,54% para os 1.930,59 dólares e a prata recua 0,53% para 23,02 dólares.

O ouro tem sido penalizado por uma política monetária mais dura, mas as notícias de que a Reserva Federal norte-americana poderia abrandar o ritmo das subidas das taxas de juro já em dezembro ofereceu algum alívio ao metal precioso, que chegou a superar os 1.800 dólares por onça na passada semana.

No mercado cambial, o euro segue a valorizar face ao dólar, estando a subir 0,17% para os 1.0553 dólares.

Já o índice dólar da Bloomberg, que compara a força da moeda norte-american contra dez divisas rivais, negoceia na linha d'água, com uma valorização de 0,01%, para 104.557 pontos.

05.12.2022

Petróleo valoriza. Frio impulsiona preços do gás

O petróleo segue a valorizar, no dia em que entra em vigor o embargo da União Europeia à importação do crude russo por via marítima. A impulsionar o ouro negro estão, sobretudo, as perspetivas de reabertura na China, maior importador mundial da matéria-prima. 

O West Texas Intermediate (WTI), referência para os Estados Unidos, soma 0,68% para 80,52 dólares por barril, ao passo que o Brent do Mar do Norte, referência para as importações europeias, valoriza 0,61% para 86,09 dólares por barril.

Este domingo, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (OPEP+) concordou em manter a produção de petróleo nos níveis atuais, pausando assim os cortes para tentar fazer face à redução da procura.

Já os preços do gás natural seguem a valorizar, impulsionados pelas temperaturas frias que se fazem sentir e levam a uma maior necessidade de aquecimento.

Os contratos do gás a um ano negociado em Amesterdão (TTF), referência para o mercado europeu, sobem 5,4% para 143 euros por megawatt-hora.

05.12.2022

Europa aponta para arranque na linha d'água. Ásia fecha mista

A Europa aponta para um arranque na linda d'água, num dia em que são conhecidos os dados do Eurostat do comércio a retalho e que os ministros das Finanças da região se reúnem.

Os futuros sobre o Euro Stoxx apontam para um início de negociação sem grandes alterações.

Já na Ásia, a sessão fechou mista, mas as bolsas chinesas viram um avanço considerável, impulsionadas pelas perspetivas de reabertura da economia do país.

Pela China, o Xangai somou 1,77%, enquanto em Hong Kong, o Hang Seng pulou 4,33%. Pelo Japão, o Topix caiu 0,31% e o Nikkei avançou 0,15%. Já na Coreia do Sul, o Kospi desvalorizou 0,62%.


As autoridades de saúde chinesas aliviaram as medidas de testagem contra a covid-19 em várias cidades do país, o que está a ser visto pelos investidores como uma mudança face à política de zero casos que até agora tem vigorado.

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