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Ao minuto07.10.2022

Wall Street e Europa escorregam nos números do desemprego e caem no vermelho

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta sexta-feira.

Bloomberg
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07.10.2022

"Yield" nacional termina semana acima dos 3%. "Spread" da dívida italiana em alerta vermelho

Os juros agravaram-se na Zona Euro, dando continuidade à tendência dos últimos três dias. O movimento saiu reforçado esta tarde pela divulgação dos números do emprego nos EUA, que sustentam a continuação de uma política monetária restritiva por parte da Reserva Federal norte-americana (Fed).

 

A "yield" das Bunds alemãs a dez anos soma 10,1 pontos base para 2,180%.

 

Em Itália, as obrigações com a mesma maturidade agravam 17,8 pontos base para 4,678%, enquanto em França a "yield" da dívida a dez anos sobe 10,9 pontos base para 2,786%.

O "spread" da dívida italiana face às obrigações alemãs fixou-se em 248,9 pontos base, estando a um passo muito pequeno dos 250 pontos base, valor considerado pelos analistas como a linha vermelha do BCE, que leva a autoridade monetária a intervir.

 

Na Península Ibérica, a "yield" da dívida nacional a dez anos agrava 11,7 pontos base para 3,280%, terminado assim a semana acima da fasquia dos 3% depois de nas duas primeiras sessões deste período ter terminado no patamar dos 2%.

Por sua vez, os juros das obrigações espanholas com a mesma maturidade crescem 12,2 pontos base para 3,388%, acima da "yield" nacional.

07.10.2022

Euro cede face ao dólar

O euro segue a desvalorizar face ao dólar, que ganhou novo fôlego após a divulgação dos dados do emprego nos Estados Unidos. A moeda única europeia desce 0,18% para 0.9773 dólares. 

Já o índice da Bloomberg – que compara a força da nota verde com 10 divisas rivais – avança 0,11% para 112,372 pontos, impulsionado pela crença de que a criação de postos de trabalho acima do previsto - 263 mil em setembro - vão dar alento à Fed para manter o ritmo da subida das taxas de juro na próxima reunião, em novembro.

A nota verde valorizou praticamente face a todas as principais divisas rivais, exceto o dólar canadiano e a coroa norueguesa.

07.10.2022

Dados robustos do emprego nos EUA atiram ouro para o vermelho

O ouro voltou esta sexta-feira a negociar abaixo da linha dos 1.700 dólares por onça, depois dos dados do emprego de setembro terem superado as expetativas. O elevado número de postos de trabalho criados no último mês, 263 mil, colocou fim às esperanças de que a Fed abrande o ritmo da subida das taxas de juro. 

Ao contrário do metal amarelo, o dólar e a "yield" da dívida norte-americana subiram após a divulgação dos dados. 

O ouro desce 1,06% para 1.694,32 dólares por onça, ao passo que o paládio cede 0,90% para 2.242,70 dólares e a platina sobe 0,12% para 925,84 dólares. Já a prata desvaloriza 2,19% para 20,19 dólares.

Os dados robustos dão suporte à Reserva Federal para continuar com as subidas das taxas de juro, enquanto tenta travar a escalada da inflação, uma vez que mostram que a economia continua a resistir. A autoridade norte-americana já deixou claro que está disposta a provocar uma ligeira recessão, se isso for o preço a pagar pelo fim do aumento dos preços.

A postura implacável dos bancos centrais tem pesado no desempenho do ouro, que já caiu 18% desde o último pico, em março.





07.10.2022

Dados positivos sobre emprego nos EUA arrastam Europa para o vermelho

As ações europeias terminaram a sessão em terreno negativo, depois de terem sido divulgados dados mais positivos que o esperado sobre a criação de emprego nos Estados Unidos, revelando um mercado laboral robusto, o que reduz as expectativas de uma política mais branda por parte da Reserva Federal norte-americana.

O Stoxx 600 deslizou 1,18% para 391,67 pontos. Entre os 20 setores que compõe o índice de referência europeu, o tecnológico é o que mais perde, seguido do retalho, do industrial e do imobiliário.

As restantes praças europeias mergulharam todas num mar vermelho, com Amesterdão na frente, a cair 2,16%. Já Milão perdeu 1,13%, Madrid recuou 0,99%, Frankfurt deslizou 1,59%, Paris desvalorizou 1,17% e Londres escorregou 0,09%.

Olhando para as empresas individualmente, o Credit Suisse valorizou 5,4%, depois de ter anunciado recompra de dívida para acalmar o mercado, após preocupações recentes com a solidez do banco.

"Em circunstâncias normais, dados melhores que o esperado sobre o emprego seriam considerados uma coisa boa e provavelmente um catalizador de subidas no mercado de ações", disse à Bloomberg Paul Craig, da Quilter Investors, falando sobre o impacto das notícias dos EUA. "Mas por estes dias vivemos num mundo paralelo onde as boas notícias são más e as más notícias são boas, com os investidores a tentarem antecipar o próximo passo da Reserva Federal dos EUA e perceber se vai ou não suavizar a sua postura agressiva", acrescentou.

07.10.2022

Petróleo mantém subida com OPEP+ a animar

Os preços do "ouro negro" continuam a negociar em alta, ainda impulsionados pelo anúncio feito na quarta-feira pelos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (o chamado grupo OPEP+), que deciciram cortar em dois milhões de barris por dia a produção de novembro – a maior retirada de crude do mercado desde a pandemia em 2020.

 

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a somar 1,48% para 95,82 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, ganha 1,84% para 90,08 dólares por barril.

 

O petróleo está a caminho da segunda semana consecutiva de ganhos à conta deste impulso dado pelo cartel e seus aliados, havendo analistas a prever que em Londres chegue rapidamente aos 100 dólares por barril.

07.10.2022

Wall Street escorrega nos números do desemprego e abre no vermelho

Wall Street arrancou a sessão no vermelho e a "yield" da dívida norte-americana agravou, momentos depois de serem divulgados novos números sobre o mercado de trabalho nos EUA, que mantêm o caminho livre para a continuação da política monetária restritiva da Reserva Federal norte-americana (Fed).

 

O industrial Dow Jones perde 1,07% 29.63,64 pontos, enquanto o S&P 500 cai 1,33% para 3.694,62 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite desvaloriza 1,82% para 10.869,21 pontos.

 

No mercado secundário de dívida, a "yield" das obrigações norte-americanas somou 5,2 pontos base para 3,875%, caminhando para uma décima semana consecutiva de agravamento, como não era visto desde 1984.

 

A economia norte-americana criou mais 263 mil novos postos de trabalho, de acordo com os dados avançados esta sexta-feira pelo Bureau of Labor Statistics. O número fica acima das estimativas da Refintiv que apontavam para 250 mil. A taxa de desemprego recuou para 3,5% de 3,7%.

 

Em reação a estes números, em declarações à Bloomberg, Jeffrey Roach, economista-chefe da LPL Financial foi claro. "Tenho uma palavra: ‘frustrante’. Enquanto houver fortes ganhos no mercado de trabalho, os mercados devem esperar subidas agressivas das taxas de juro".

 

Win Thin, responsável pelo departamento de estratégia monetária da Brown Brothers Harriman vai mais longe e faz já uma aposta sobre a decisão da Fed dentro de dois meses. "Acho os que os 75 pontos base em novembro é uma certeza e mais 75 pontos base em dezembro".

07.10.2022

Europa negoceia negativa pelo terceiro dia

As principais praças europeias estão a negociar em terreno negativo, pela terceira sessão consecutiva, numa altura em que os investidores aguardam a divulgação dos dados do emprego nos Estados Unidos.

O Stoxx 600 perde 0,13% para 395,84 pontos, já abaixo dos 400 pontos. Entre os 20 setores que compõe o índice, a tecnologia comanda as perdas e é o único setor que perde mais de 1%.

Entre os principais movimentos de mercado está o Credit Suisse que sobe 4,34%, depois de ter anunciado a compra de dívida própria, em três mil milhões de francos suíços, dando um sinal de robustez face às notícias recentes de crise na instituição bancária.

Nos principais índices da Europa Ocidental, o AEX, em Amesterdão, perde 0,6%, o alemão DAX desvaloriza 0,25%, o espanhol IBEX recua 0,22%, o italiano FTSEMIB cede 0,01% e o britânico FTSE 100 negoceia inalterado.

O lisboeta PSI negoceia na linha de água e cresce uns tímidos 0,01%.

07.10.2022

Juros agravam-se na Zona Euro

Os juros estão em rota de agravamento na Zona Euro, com a "yield" das Bunds alemãs a dez anos – "benchmark" para a região – a registar a maior subida, de 5,2 pontos base para 2,131%.

Por sua vez, os juros das obrigações italianas a dez anos somam 4,9 pontos base para 4,549%. Em França, a "yield" da dívida a dez anos cresce 4,8 pontos base para 2,725%.

Na Península Ibérica, a "yield" das obrigações nacionais a dez anos agrava-se 3,1 pontos base para 3,194%. Já os juros da dívida espanhola a dez anos sobem 4,7 pontos base para 3,314%.

07.10.2022

Dólar pára ganhos de dois dias e euro valoriza

O dólar está a interromper ganhos de dois dias, com o euro a valorizar face à moeda norte-americana.

A moeda única europeia ganha assim 0,21% para 0,9812 dólares. E o índice do dólar da Bloomberg – que compara a força da nota verde com 10 divisas rivais – desliza 0,25% para 111.983 pontos.

Já a libra ganha 0,47% para 1,1214 dólares, em antecipação de um discurso de um dos membros mais "hawkish" do Banco de Inglaterra, Catherine Mann, que deverá advogar por uma subida em 100 pontos base na reunião de novembro da autoridade monetária.

07.10.2022

Ouro recua mas coloca mira em melhor semana desde março

O ouro está a desvalorizar ligeiramente, mas caminha ainda assim para o melhor saldo semanal em oito meses, à medida que os investidores aguardam a divulgação dos dados do emprego nos Estados Unidos esta sexta-feira.

Esta estatística deve dar mais claridade sobre as decisões de política monetária vindouras da Reserva Federal norte-americana.

O metal amarelo perde 0,07% para 1.711,28 dólares por onça.

"O mercado está a começar a olhar para uma desaceleração na economia norte-americana e a Fed vai eventualmente reagir a isso", explica o analista George Cheveley, da Ninety One.

07.10.2022

Petróleo a caminho do maior ganho semanal em oito meses. Gás desce 6%

O petróleo está a valorizar ligeiramente, seguindo assim a caminho do melhor ganho semanal desde março, numa altura em que os investidores seguem em rescaldo da decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+), que decidiu cortar em dois milhões de barris por dia a produção de novembro.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, avança 0,39% para 94,79 dólares por barril.

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, soma 0,37% para 88,78 dólares por barril.

Este movimento da OPEP+ "pode ser um ponto de viragem para o mercado", explicam analistas do Australia & New Zealand Banking Group. "O sentimento era de baixa em antecipação de um enfraquecer da economia global e esta decisão deve 'apertar' o mercado".

No mercado do gás, os futuros estão a cair depois de dois dias de ganhos, com os responsáveis europeus à procura de arrefecer uma crise energética. Entre as medidas em causa poderá estar um limite temporário no preço do gás, embora não seja ainda claro qual o mecanismo a ser considerado.

O gás negociado em Amesterdão (TTF), que serve de referência para o mercado europeu, perde 6,1% para 165 euros por megawatt-hora.

07.10.2022

Europa de olhos no vermelho. Ásia negativa depois de três dias de ganhos

As principais praças europeias devem, na negociação desta sexta-feira, dar continuidade às perdas vividas ao longo do dia de ontem, numa altura em que os investidores pesam o cenário macroeconómico e a postura "restritiva" dos bancos centrais.

Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 deslizam 0,4%.

Na Ásia a negociação foi a vermelho, com os principais índices da região a colocarem um fim a três dias de ganhos consecutivos. A pressionar a negociação esteve o setor da tecnologia, depois de cinco oficiais da Reserva Federal norte-americana terem reiterado que a inflação segue demasiado alta nos Estados Unidos.

Ainda assim, o agregador dos índices da região, o MSCI Asia Pacific, está a caminho da melhor semana desde março.

No Japão, o Topix subiu 0,7% e o Nikkei desceu 0,8%. Na Coreia do Sul o Kospi recuou 0,077%. Já na China o tecnológico Hang Seng perdeu 1,1% enquanto Xangai cedeu 0,55%.

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