Reavaliação de "timing" de cortes de juros pressiona Europa. Petróleo em alta
Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados financeiros durante esta terça-feira.
- Taxas Euribor descem a três, a seis e a 12 meses
- Europa aponta para ganhos ligeiros no regresso da pausa pascal. Ásia encerra mista
- Petróleo ganha força com agravamento de tensões no Médio Oriente
- Ouro estabiliza perto de máximos históricos apesar de dólar mais forte
- Euro desliza face ao dólar. Investidores ajustam expectativas em relação aos juros
- Juros agravam-se na Zona Euro em dia de novos dados económicos
- Europa regressa da Páscoa pintada de verde. Stoxx 600 estabelece novos máximos históricos
- Megacap atiram Wall Street para o vermelho
- Números robustos do emprego nos EUA pressionam dólar
- Ouro valoriza após atingir novo máximo histórico
- Petróleo sobe com melhores perspetivas para procura chinesa
- Juros agravam-se na Zona Euro
- Reavaliação de "timing" de cortes de juros pressiona Europa
A taxa Euribor desceu esta terça-feira a três, a seis e a 12 meses face a quinta-feira, depois de a média de março se ter mantido no prazo mais curto, recuado no intermédio e subido no prazo mais longo.
Com as alterações de hoje, a Euribor a três meses, que recuou para 3,883%, permaneceu acima da taxa a seis meses (3,842%) e da taxa a 12 meses (3,664%).
A taxa Euribor a seis meses, que passou a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável e que esteve acima de 4% entre 14 de setembro e 1 de dezembro, baixou hoje para 3,842%, menos 0,009 pontos do que na quinta-feira, após ter avançado em 18 de outubro para 4,143%, um novo máximo desde novembro de 2008.
Segundo dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a janeiro, a Euribor a seis meses representava 36,4% do 'stock' de empréstimos para habitação própria permanente com taxa variável. Os mesmos dados indicam que a Euribor a 12 e a três meses representava 35,7% e 24,4%, respetivamente.
No prazo de 12 meses, a taxa Euribor, que esteve acima de 4% entre 16 de junho e 29 de novembro, também caiu hoje, para 3,664%, menos 0,005 pontos que na sessão anterior, contra o máximo desde novembro de 2008, de 4,228%, registado em 29 de setembro.
No mesmo sentido, a Euribor a três meses recuou, ao ser fixada em 3,883%, menos 0,009 pontos, depois de ter subido em 19 de outubro para 4,002%, um novo máximo desde novembro de 2008.
Em relação à média da Euribor em março, a mesma manteve-se em 3,923% a três meses, desceu 0,006 pontos para 3,895% a seis meses (contra 3,901% em fevereiro) e subiu 0,047 pontos para 3,718% a 12 meses (contra 3,671%).
Na última reunião de política monetária, em 7 de março, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas de juro de referência pela quarta reunião consecutiva, depois de 10 aumentos desde 21 de julho de 2022.
A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 11 de abril em Frankfurt.
As Euribor começaram a subir mais significativamente a partir de 04 de fevereiro de 2022, depois de o BCE ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras devido ao aumento da inflação na zona euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro de 2022.
As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses registaram mínimos de sempre, respetivamente, de -0,605% em 14 de dezembro de 2021, de -0,554% e de -0,518% em 20 de dezembro de 2021.
As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.
As bolsas europeias apontam para um início de sessão com ganhos ligeiros, com os futuros sobre o Euro Stoxx 50 a subirem 0,1% no regresso da pausa pascal.
Os investidores vão estar a reagir a novos dados económicos (tanto na Zona Euro, como nos Estados Unidos), entre os quais o indicador PCE, que permite medir a evolução dos preços na ótica das despesas de consumo e que mostrou um ligeiro recuo em fevereiro.
Na Ásia, a negociação encerrou mista, tendo o índice em Hong Kong registado o melhor desempenho na sua primeira sessão desde quarta-feira. Entre as principais movimentações, a Xiaomi somou 9,5%, impulsionada pela forte procura pelo carro elétrico que lançou na semana passada. Só nas primeiras 24 horas recebeu 88.898 encomendas.
Pela China, o Hang Seng, em Hong Kong, somou 2,14%, enquanto o Shanghai Composite cedeu 0,24%. No Japão, o Nikkei valorizou 0,09% e o Topix desceu 0,25%, enquanto na Coreia do Sul, o Kospi registou ganhos de 0,22%.
Apesar da subida em Hong Kong, os restantes índices negociaram com ganhos e perdas mais moderados. Isto num dia em que os investidores estão a recalibrar as expectativas quanto aos cortes de juros por parte dos bancos centrais, sobretudo a Reserva Federal (Fed) norte-americana, que tem sido um dos grandes focos de atenção.
Os preços do petróleo estão a valorizar, impulsionados pelo agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente e um menor fornecimento de crude por parte do México.
Um ataque aéreo de Israel a uma embaixada iraniana na Síria fez várias vítimas mortais, entre as quais um alto comandante. O Irão já garantiu que a ofensiva não ficará sem resposta, prometendo retaliar, o que aumenta o risco de um alastramento do conflito no Médio Oriente, onde se encontram os maiores produtores de petróleo.
O aumento dos riscos de uma disrupção no mercado petrolífero está a dar força à matéria-prima: o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, sobe 0,68% para 84,28 dólares por barril e o Brent do Mar do Norte, referência para as importações europeias, valoriza 0,66% para 88 dólares por barril. O "ouro negro" tem valorizado desde o início do ano, acumulando ganhos de 14% desde o início de 2024. Além da incerteza geopolítica, tem também beneficiado dos cortes de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (OPEP+), que tem ajudado a fazer face às preocupações quanto a uma redução da procura.
O "ouro negro" tem valorizado desde o início do ano, acumulando ganhos de 14% desde o início de 2024. Além da incerteza geopolítica, tem também beneficiado dos cortes de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (OPEP+), que tem ajudado a fazer face às preocupações quanto a uma redução da procura.
Os preços do ouro estão a valorizar, mantendo-se próximo dos máximos históricos alcançados na sessão de segunda-feira (2.265,72 dólares por onça).
O ouro sobe 0,19% para 2.255,73 dólares por onça.Apesar de manter os ganhos, a subida do metal precioso amenizou devido à força do dólar. Isto porque, sendo cotado na nota verde, o ouro torna-se menos atrativo para quem negoceia com outras moedas quando esta valoriza. A valorização do dólar verifica-se num dia em que os investidores recalibram as expectativas sobre os cortes de juros que a Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos poderá levar a cabo este ano. Depois de dados da inflação de fevereiro terem oferecido otimismo quanto à trajetória da política monetária na maior economia mundial, os números de março da produção industrial - que mostram um aumento pela primeira vez desde setembro de 2022 - voltaram a lançar dúvidas sobre o "timing" da descida dos juros. Noutro metais, o paládio valoriza 0,51% para 1.012,53 dólares e a platina soma 0,58% para 911 dólares.
A valorização do dólar verifica-se num dia em que os investidores recalibram as expectativas sobre os cortes de juros que a Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos poderá levar a cabo este ano.
Depois de dados da inflação de fevereiro terem oferecido otimismo quanto à trajetória da política monetária na maior economia mundial, os números de março da produção industrial - que mostram um aumento pela primeira vez desde setembro de 2022 - voltaram a lançar dúvidas sobre o "timing" da descida dos juros.
O euro está a desvalorizar face ao dólar, que ganha força num dia em que os investidores reajustam as perspetivas quanto ao "timing" em que a Fed vai começar a descer os juros.
A moeda da Zona Euro cede 0,07% para 1,0736 dólares, antes da divulgação de dados da inflação de março na maior economia europeia, a Alemanha. A nota verde está a beneficiar de dados robustos da atividade industrial nos Estados Unidos, que mostram um aumento pela primeira vez desde setembro de 2022. Isto levou os investidores a reavaliarem as perspetivas para os cortes de juros, uma vez que sinaliza que os números indicam uma recuperação da economia norte-americana. O dólar está também a ganhar 0,46% frente ao franco suíço e 0,01% face ao iene e à libra britânica.
A nota verde está a beneficiar de dados robustos da atividade industrial nos Estados Unidos, que mostram um aumento pela primeira vez desde setembro de 2022. Isto levou os investidores a reavaliarem as perspetivas para os cortes de juros, uma vez que sinaliza que os números indicam uma recuperação da economia norte-americana.
O dólar está também a ganhar 0,46% frente ao franco suíço e 0,01% face ao iene e à libra britânica.
Os juros das dívidas soberanas estão a agravar-se na Zona Euro, o que sinaliza uma menor aposta dos investidores em obrigações. A menor procura por dívida pública observa-se num dia em que o mercado digere os índices dos gestores de compras (PMI) da S&P Global Manufacturing, relativos a março.A atividade empresarial na região voltou a cair no mês passado, tendo-se situado nos 46,1 pontos (abaixo dos 46,5 registados em fevereiro).
A "yield" da dívida pública portuguesa com maturidade a dez anos sobe 3,4 pontos base para 3,014% e a das Bunds alemãs com o mesmo prazo, referência para a região, agrava-se 3,8 pontos para 2,334%.
A rendibilidade da dívida pública italiana aumenta 2,5 pontos base para 3,735%, a da dívida espanhola sobe 2,8 pontos para 3,183% e a da dívida francesa agrava-se 3,5 pontos para 2,841%.
Fora da Zona Euro, a "yield" das Gilts britânicas, também a dez anos, aumenta 6,2 pontos base para 3,993%.
As bolsas europeias regressaram da Páscoa pintadas de verde, impulsionadas, sobretudo, pelo setor da energia e dos recursos minerais.
O Stoxx 600, referência para a região, valoriza 0,44% para 514,94 pontos, depois de no arranque da negociação ter estabelecido novos máximos históricos ao tocar nos 515,77 pontos.
Entre as principais movimentações, a Shell sobe 2,59% e a BP ganha 2,24%, acompanhando os ganhos do setor na Europa, num dia em que as tensões geopolíticas no Médio Oriente estão no centro das atenções.
Já a Glencore valoriza 2,54% e a Rio Tinto avançam 0,68%, também em linha com desempenho do setor dos recursos minerais. A BE Semiconductor sobe 3,88% após a Barclays ter visto uma revisão em alta por parte do Barclays.
Nas principais praças europeias, o alemão Dax30 sobe 0,12%, o francês CAC-40 soma 0,32%, e espanhol Ibex 35 valoriza 0,04%, o britânico FTSE 100 avança 0,68%, o italiano FTSE Mib ganha 0,32% e o AEX, em Amesterdão, regista uma subida de 1,13%.
O segundo trimestre arranca assim em tom positivo, depois de os primeiros três meses deste ano terem sido os melhores do Stoxx 600 em 12 meses. Os investidores mostram-se otimistas quanto à descida dos juros por parte dos bancos centrais, apesar de novos dados nos Estados Unidos, ontem, terem levado a um reposicionamento por parte de alguns.
O foco vira-se agora para os resultados das empresas. Os analistas esperam que os lucros das empresas subam 4% este ano, de acordo com os dados compilados pela Bloomberg Intelligence
As bolsas norte-americanas abriram maioritariamente no vermelho, com as "megacap" - empresas com uma capitalização bolsista acima dos 200 mil milhões de dólares - a negociarem no vermelho.
O S&P 500, referência para a região, cai 0,88% para 5.197,59 pontos, o tecnológico Nasdaq Composite cede 1,42% para 16.163,58 pontos e o industrial Dow Jones recua 1,15% para 39.113,14 pontos.
Entre as principais movimentações, a Tesla recua 6,16% para 164,42 dólares, no dia em que a empresa reportou que as entregas caíram 8,5% no primeiro trimestre deste ano. Trata-se da primeira queda homóloga num trimestre desde o segundo de 2020, que se verificou por causa da pandemia de covid-19. A Apple está também a ceder, com uma queda de 0,93% para 168,45 dólares, enquanto a Amazon desliza 1,42% para 178,39 dólares, a Nvidia perde 2,74% para 879,14 dólares e a Microsoft recua 1,13% para 419,76 dólares. O entusiasmo dos investidores já tinha refreado após a divulgação dos dados da atividade industrial de março. O indicador aumentou pela primeira vez desde setembro de 2022 - à boleia de uma subida das encomendas e dos volumes de produção -, o que lançou dúvidas quanto ao "timing" da descida os juros por parte da Reserva Federal (Fed) norte-americana. Além dos dados económicos, uma maior procura pelas "commodities", na sequência de uma escalada das tensões geopolíticas no Médio Oriente, também está a contribuir para a queda das ações e para a expectativa de que os bancos centrais podem optar por manter os juros em níveis elevados durante mais tempo.
O entusiasmo dos investidores já tinha refreado após a divulgação dos dados da atividade industrial de março. O indicador aumentou pela primeira vez desde setembro de 2022 - à boleia de uma subida das encomendas e dos volumes de produção -, o que lançou dúvidas quanto ao "timing" da descida os juros por parte da Reserva Federal (Fed) norte-americana.
Além dos dados económicos, uma maior procura pelas "commodities", na sequência de uma escalada das tensões geopolíticas no Médio Oriente, também está a contribuir para a queda das ações e para a expectativa de que os bancos centrais podem optar por manter os juros em níveis elevados durante mais tempo.
O dólar está a desvalorizar esta terça-feira, depois de os números de vagas disponíveis nos Estados Unidos ter ficado praticamente inalterado no final de fevereiro face aos níveis do mês anterior.
O dólar recua 0,23% para 0,9287 euros, ao passo que o índice do dólar da Bloomberg - que mede a força da moeda norte-americana face a 10 divisas rivais - perde 0,25% para 104,758 dólares, o valor mais baixo em quase cinco meses.
Os números das vagas de emprego juntam-se às já existentes preocupações de que a robustez da economia poderia fazer com que a inflação nos EUA demore mais tempo do que o esperado a chegar ao patamar dos 2%, podendo potencialmente atrasar o primeiro corte de juros da Fed.
"Nos últimos nove meses, o dólar tem sido impulsionado pelas expectativas em torno da política monetária da Fed - quando a probabilidade de um corte aumenta o dólar tende a enfraquecer e vice-versa", explicou à Reuters John Velis, estratega do BNY Mellon.
O ouro segue a brilhar. Os preços do metal precioso estão a subir, horas depois de se terem fixado num novo recorde nos 2.266,85 dólares por onça, alavancados pela crescente tensão no Médio Oriente e pela onda de compra pelos bancos centrais, sobretudo o da China.
O ouro valoriza 0,32% para os 2.258,75 dólares por onça. Só em março, pulou 9,3% - o maior crescimento mensal desde julho de 2020.
Mesmo com um dólar norte-americano igualmente forte, o metal amarelo segue a ultrapassar máximos históricos nas últimas três sessões. A recuperação desta terça-feira é apoiada pelo reforço do papel do ouro como ativo-refúgio para compradores estrangeiros, depois de os consecutivos ataques de Israel no Médio Oriente terem atingido a embaixada do Irão na Síria.
Além disso, o reforço das reservas de ouro dos bancos centrais fizeram escalar a procura. A China, por exemplo, segue a comprar o metal há 16 meses consecutivos, segundo a Reuters.
Por outro lado, os novos dados da produção industrial dos EUA, que cresceu pela primeira vez desde setembro de 2022, levanta novas dúvidas sobre quando a Reserva Federal (Fed) norte-americana vai cortar as taxas de juro.
Os investidores aguardam agora novas indicações sobre a trajetória monetária do país, que deverão chegar esta quarta-feira com as declarações do presidente da Fed, Jerome Powell, avançou a Bloomberg.
As cotações do "ouro negro" seguem a ganhar terreno nos principais mercados internacionais, animadas pela melhoria das perspetivas para a procura por parte da China e também pelos ataques da Ucrânia contra infraestruturas energéticas na Rússia.
Além disso, o mercado espera que os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (o chamado grupo OPEP+) mantenham na próxima reunião os atuais cortes da oferta.
A conjugação de alguma inatividade na Rússia devido aos ataques ucranianos e da extensão dos cortes da oferta por parte do cartel ajuda assim a este movimento altista, com os preços do crude em máximos e cinco meses.
O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, segue a somar 1,52% para 84,98 dólares por barril.
Por seu lado, o Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 1,42% para 88,66 dólares.
Os juros das dívidas soberanas subiram na Zona Euro, o que sinaliza uma menor procura dos investidores por obrigações.
Novos dados económicos da região mostram que o setor empresarial caiu para os 46,1 pontos, abaixo dos 46,5 registados em fevereiro. Na Alemanha, a taxa de inflação desceu em março pelo terceiro mês consecutivo. O mesmo cenário foi registado em França, enquanto em Espanha e em Itália a inflação acelerou. O quadro geral é de um enfraquecimento generalizado, segundo a Bloomberg, apoiando as expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) vai começar a cortar as taxas de juro já em junho.
Os juros da dívida portuguesa, com maturidade a dez anos, subiram 9,9 pontos base para 3,079%, os da dívida espanhola pularam 10,2 pontos para 3,256% e a rendibilidade da dívida italiana aumentou 12,5 pontos para 3,835%. A "yield" das bunds alemãs com o mesmo prazo, referência para a região, escalou 10 pontos base para 2,396%, enquanto os juros da dívida francesa agravaram 11,1 pontos para 2,917%. Fora da Zona Euro, a rendibilidade da dívida britânica foi a que mais subiu: 15,1 pontos base para os 4,081%.
A "yield" das bunds alemãs com o mesmo prazo, referência para a região, escalou 10 pontos base para 2,396%, enquanto os juros da dívida francesa agravaram 11,1 pontos para 2,917%.
Os principais índices europeus encerraram em terreno negativo no regresso da pausa pascal, influenciados por uma tendência negativa em Wall Street, numa altura em que os investidores avaliam o curso da política monetária levada a cabo pelos bancos centrais.
O índice de referência europeu, Stoxx 600, perdeu 0,76% para 508,75 pontos, com os setores do imobiliário e das viagens a perderem mais de 2%. Pela positiva o setor mineiro ganhou quase 2%, com a Glenncore e a Rio Tinto a valorizarem 3% e 0,83%.
Já o setor de petróleo e gás somou 2,51%, sustentado pelos ganhos da Shell (3,22%) e BP (2,74%) que beneficiaram da subida dos preços do petróleo nos mercados internacionais.
Entre os restantes movimentos de mercado, a BE Semiconductor subiu 1,83% após o Barclays ter revisto em alta o preço-alvo da empresa. O "benchmark" europeu registou o melhor trimestre em um ano, num "rally" que foi fomentado por expectativas de uma redução das taxas de juro e de uma economia continuadamente robusta. O foco deve agora virar-se para a época de resultados que deverá conduzir a próxima fase do "rally". Os analistas ouvidos pela Bloomberg esperam uma subida dos lucros em 4%. Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax perdeu 1,13%, o francês CAC-40 desvalorizou 0,92%, o italiano FTSEMIB caiu 1,22%, o britânico FTSE 100 recuou 0,22% e o espanhol IBEX 35 desceu 0,89%. Em Amesterdão, o AEX deslizou 0,04%.
O "benchmark" europeu registou o melhor trimestre em um ano, num "rally" que foi fomentado por expectativas de uma redução das taxas de juro e de uma economia continuadamente robusta. O foco deve agora virar-se para a época de resultados que deverá conduzir a próxima fase do "rally". Os analistas ouvidos pela Bloomberg esperam uma subida dos lucros em 4%.
Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax perdeu 1,13%, o francês CAC-40 desvalorizou 0,92%, o italiano FTSEMIB caiu 1,22%, o britânico FTSE 100 recuou 0,22% e o espanhol IBEX 35 desceu 0,89%. Em Amesterdão, o AEX deslizou 0,04%.
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