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Ao minuto17.08.2022

Europa no vermelho. Petróleo recupera e juros agravam-se

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta quarta-feira.

Bloomberg
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17.08.2022

Europa trava ganhos após cinco dias de subida

As bolsas europeias recuaram depois de vários dias em que a maioria das praças registou ganhos. Isto numa altura em que as "yields" das dívidas soberanas agravam-se por receios de que a inflação continue a pressionar os bancos centrais a subir as taxas de juro, arriscando um abrandamento da economia.

O "benchmark" Stoxx 600 caiu 0,91% para 439,03 pontos após cinco dias consecutivos de subidas. Dos 20 setores que compõem o índice, foram os do retalho, automóvel e tecnologia os que mais contribuíram para a queda, todos eles com perdas de mais de 2%.

Entre os restantes índices da região, o alemão Dax recuou 2,04%, o italiano FTSEMIB perdeu 1,04%, o britânico FTSE 100 desceu 0,27%, o espanhol IBEX 35 caiu 0,91% e o francês CAC-40 perdeu 0,97%. 

Os investidores estão atentos à divulgação das atas da última reunião da Reserva Federal norte-americana (Fed), da qual saiu uma subida das taxas de juro diretoras em 75 pontos base. A esperança é de que seja possível obter pistas sobre quais os próximos passos em termos de política monetária para a maior economia do mundo.

17.08.2022

Juros disparam na Zona Euro. Itália é a que mais sobe

Os juros da dívida soberana na Zona Euro estão a agravar-se, com Itália a registar a maior subida. O agravamento das "yields" pode sinalizar um menor apetite dos investidores pelo risco, numa altura em que a incerteza económica se mantém. A escalada de hoje foi alimentada por um forte "selloff" de dívida britânica.

A "yield" da dívida italiana a dez anos sobe 17,9 pontos base para 3,303%. Já os juros das "Bunds" alemãs a dez anos, referência para o mercado de dívida europeu, avançam 11,7 pontos base para 1,084%, superando o patamar de 1%, que não era registado desde o final de julho.

A "yield" da dívida francesa, por sua vez, aumenta 12,4 pontos base para 1,657%, enquanto os juros da dívida espanhola crescem 13,8 pontos base para 2,223%. Na dívida portuguesa, os juros avançaram 14,7 pontos, para 2,116%.

Fora da região, a "yield" da dívida britânica a dez anos é a que regista a maior subida, de 16,5 pontos base para 2,287%. Um aumento que acontece depois de ter sido divulgada a inflação no país que marcou máximos de 1982.

"É um momento raro quando as "gilts" levam a uma venda em massa global, mas a inflação no Reino Unido espoletou os medos quanto à duração do aumento dos preços", disse Alan Ruskin, estratega-chefe no Deutsche Bank.

Os investidores estão a aguardar as atas da Reserva Federal norte-americana, na esperança de estas conterem pistas sobre o caminho a seguir no que à política monetária diz respeito.

17.08.2022

Pequim impulsiona subida de 1% do petróleo após dois dias de perdas

O petróleo segue a somar mais de 1%, depois de dois dias de perdas. O ouro negro está a ser impulsionado pelo anúncio de Pequim, que prometeu tomar medidas para apoiar a economia do importador número um de crude no mundo.

 

O West Texas Intermediate (WTI) – negociado em Nova Iorque – cresce 1,64% para 87,95 dólares por barril. Já o Brent do Mar do Norte, referência para as importações europeias, sobe 1,18% para 93,43 dólares por barril.

 

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, salientou a necessidade de tomar medidas para dar novo alento à economia do país.

 

O movimento de subida de ouro negro, ocorre após o mercado ter assistido a um alívio dos preços, com as notícias de que a União Europeia vê como construtivos os progressos das negociações com o Irão, com o intuito de reavivar o acordo nuclear.

Ainda assim algumas casas e investimento, como o Goldman Sachs continuam com pouca fé de que seja possível chegar a um acordo com Teerão a curto prazo.

17.08.2022

Euro na linha d' água contra o dólar. Libra pressionada pelos números da inflação

O euro negoceia na linha d’água, mais inclinado para terreno negativo, contra o dólar, num dia em que o "green cash" sobe, horas antes de serem divulgadas as atas da Reserva Federal norte-americana (Fed), referentes à última reunião.

 

O euro segue estável mais inclinado para o vermelho (-0,06%) para 1,0165 dólares.

 

O índice do dólar da Bloomberg – que compara a força da nota verde contra dez divisas rivais – soma 0,17% para 106,68 pontos.

 

Os investidores procuram sinais sobre a decisão que será tomada pela Fed no âmbito do encontro de setembro. A longo prazo, o mercado quer ainda saber se o recuo da inflação em julho é suficientemente sustentado para esperar um abrandamento nas subidas da taxa de fundos federais nos próximos tempos.

 

Já a libra esterlina derrapa 0,43% para 1,2045 dólares e cai 0,36% para 1,1851 euros, depois de ter sido divulgado esta quarta-feira que a inflação no Reino Unido registou o valor mais alto em 40 anos, atingido 10,1%.

17.08.2022

Metais preciosos perdem brilho à espera da Fed

Ouro

O ouro desliza horas antes de serem divulgadas as atas da última reunião da Reserva Federal norte-americana (Fed), que em julho subiu as taxas de juro em 75 pontos base.

 

O rei dos metais cai 0,42% para 1.768,15 dólares por onça. Em julho, o metal amarelo conseguiu recuperar do nível mais baixo em 16 meses, com os investidores a apostarem que o recuo da inflação durante este mês tenha o poder de dar à Fed margem para abrandar a subida das taxas de juro.

 

Prata, platina e paládio seguem esta tendência negativa.

 

"A divulgação das atas da Fed a meio da semana é uma notícia interessante para dar pistas sobre as nuances da [futura] política monetária", frisa Rhona O’Connell, numa nota de "research", citada pela Bloomberg.

 

A analista da StoneX salienta ainda que "o mercado está a apostar que a Fed suba a taxa de fundos federais em 75 pontos base em setembro".

17.08.2022

Wall Street arranca no vermelho à espera das atas da Fed

Wall Street arrancou a sessão no encarnado, num dia em que o apetite pelo mercado de risco diminui com o agravamento das "yields" da dívida norte-americana, horas antes de serem divulgadas as atas da Reserva Federal norte-americana da última reunião de julho.

 

O industrial Dow Jones soma 0,60% para 33.950,39 pontos, S&P 500 recua 0,83% para 4.269,73 pontos, com todos os 11 setores do "benchmark" mundial por excelência a negociarem no vermelho.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite recua 1,08% para 12.920,32 pontos.

 

A sessão promete ser marcada pela expectativa relativamente à divulgação das atas do último encontro de política monetária do banco central dos EUA, em que a Fed aumentou a taxa de fundos federais em 75 pontos base.

 

Os investidores procuram pistas sobre se a Reserva Federal deverá ou não abrandar o ritmo da subida da taxa de referência, conforme sinalizado depois da última reunião. O recuo da inflação homóloga de 9,1% para 8,5% em julho alimentou a esperança sobre este possível abrandamento.

 

Entre os principais movimentos de mercado, destacam-se as ações da Target, que deslizam 1,85%, depois de a retalhista ter reportado resultados abaixo da expectativa dos analistas.

Já a Lowe’s Cos sobe 1,89%, depois de a vendedora de materiais de construção civil ter divulgado os resultados do último trimestre, que superaram as previsões dos especialistas. 

 

 

17.08.2022

Depois de cinco dias de bonança, Europa trava ganhos

Os primeiros encontros presenciais com investidores estão a ser usados pelos gestores para atualizar estimativas e acalmar os receios sobre o impacto da guerra no mercado financeiro.

As principais praças da Europa ocidental negoceiam em terreno negativo, depois de terem estado a registar ganhos nos primeiros momentos de negociação desta quarta-feira e estão, por isso, a parar os ganhos vividos nos últimos cinco dias - a maior série de subidas desde março.

O índice de referência para a região Stoxx 600 negoceia ligeiramente acima da linha de água a valorizar 0,04% para 443,24 pontos. A pressionar estão setores como o imobiliário, as viagens e o setor mineiro. Do outro lado, o setor alimentar e os serviços financeiros registam ganhos.

A contribuir para o sentimento dos investidores estarão os próximos passos a tomar pela autoridades monetárias na subida das taxas de juro, bem como o estado da economia. Isto depois da divulgação da inflação no Reino Unido, acima do esperado, e que está assim em máximos de 40 anos.

Entre os principais índices do Velho Continente, o espanhol IBEX 35 perde 0,22%, o alemão Dax cede 0,14%, o francês CAC-40 recua 0,09% e o britânico FTSE 100 desliza 0,07%. A registar ganhos está o italiano FTSEMIB, que sobe 0,38%, e em Amesterdão, o AEX, que avança 0,02%.

17.08.2022

Juros agravam-se na Zona Euro. Alemanha é a que mais sobe

Os juros estão a agravar-se na Zona Euro, com destaque para a Alemanha. Fora da região, a "yield" da dívida britânica a dez anos é a que regista a maior subida, de 8,5 pontos base para 2,207%, isto depois de ter sido divulgada a inflação no país que marcou máximos de 1982.

Na Zona Euro, a "yield" da dívida italiana com a mesma maturidade ganha 3,8 pontos base, para 3,162%. Os juros das "Bunds" alemãs a dez anos, referência para o mercado de dívida europeu, agravam-se 4,7 pontos base, para 1,013% - acima do patamar de 1%, que era registado desde finais de julho.

A "yield" da dívida portuguesa sobe 3,6 pontos base, para 2,011% - superando a faixa de 2%, também verificada no final do mês passado. Já em Espanha os juros da dívida a dez anos agravam-se 4,5 pontos, voltando a superar os 2%, para os 2,130%.

17.08.2022

Dólar sobe. Libra ganha face ao euro com inflação em máximos de 40 anos

O dólar está a ganhar força com as políticas da Reserva Federal, já o euro continua a negociar em mínimos de cinco anos face ao “green cash”. Mercado aponta para cenário de paridade.

O dólar está a valorizar face ao euro, nas horas que antecipam a divulgação das atas da reunião da Fed.

A nota verde sobe 0,17% em relação ao euro, ao passo que a libra esterlina ganha 0,052% face à moeda única e perde 0,12% face ao dólar, isto depois da divulgação da inflação no Reino Unido, esta quarta-feira, ter registado o valor mais alto em 40 anos, atingido 10,1%.


O índice do dólar da Bloomberg – que compara a nota verde com 10 divisas rivais – sobe 0,10% para 106,611 pontos.

17.08.2022

Ouro na linha de água em dia de minutas da Fed

O ouro está a negociar na linha de água, praticamente inalterado, num dia em que os investidores aguardam as minutas da reunião da Reserva Federal norte-americana de julho - o que poderá dar mais indicações sobre a política monetária por parte da autoridade.

Dados divulgados esta terça-feira deram conta de uma queda maior que o esperado na construção de casas nos Estados Unidos. Em Nova Iorque, por exemplo, o valor foi o mais baixo desde 2001 e o maior número de quedas nesta estimativa desde 2007 - o que pode ter dado algum ânimo aos investidores. Já a produção industrial aumentou em julho pela primeira vez em três meses.

O ouro segue a ceder 0,03% para 1.775,24 dólares por onça e a prata perde 0,55% para 20,04 dólares. Já a platina recua 0,67% para 931,90 dólares e o paládio cai 0,14% para 2.154,30 dólares.

17.08.2022

Petróleo recupera após valor mais baixo em seis meses

Até ao destino, os petroleiros mudam de donos várias vezes.

O petróleo está a avançar, depois de ter registado o valor mais baixo em seis meses, com os investidores de olhos postos na possibilidade de retoma do acordo nuclear com o Irão, o que podia levar a uma maior quantidade de crude no mercado.

Ainda assim esta é uma hipótese longínqua, explicam analistas do Goldman Sachs, numa nota consultada pela Bloomberg, o que pode estar a justificar os ganhos em bolsa desta matéria-prima.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, valoriza 1,25% para 93,49 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, avança 1,33% para 87,68 dólares por barril, bem abaixo da margem dos 90 dólares, mas a recuperar de uma queda de 8% em apenas três dias.


"O sentimento no mercado ainda é bastante negativo, com as perspetivas de um acordo nuclear com o Irão, numa altura em que preocupações com a procura continuam a pesar no sentimento" dos investidores, explica o analista Warren Patterson do ING, à Bloomberg.

17.08.2022

Europa de olho no sexto dia a verde. Ásia positiva

As principais praças da Ásia terminaram a sessão que marca o meio da semana em terreno positivo. Na Europa, os futuros sobre o Euro Stoxx 50 sobem 0,24%, colocando assim as principais praças europeias a caminho do sexto dia no verde - isto depois de ontem o Stoxx600 ter marcado a maior série de dias com ganhos desde março.

Na manhã desta quarta-feira foi divulgada a inflação no Reino Unido que atingiu os dois dígitos e voltou a bater máximos de 40 anos: foi de 10,1% em julho. Ainda hoje os investidores vão estar atentos à divulgação do PIB na Zona Euro.


Do outro lado do mundo, os índices chineses anularam as perdas vividas nos primeiros dois dias da semana, à medida que os investidores ganham novas expectativas de estímulos económicos, depois de um corte nas taxas de juro esta segunda-feira. De acordo com a Bloomberg, o primeiro-ministro Li Keqiang pediu a dirigentes de seis províncias importantes, que representam cerca de 40% da economia do país, para avaliarem medidas que potenciem o crescimento económico.

Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,9%. Já Xangai cresceu 0,3%. No Japão, o Nikkei ganhou 1% e o Topix valorizou 0,9%. Já na Coreia do Sul, o Kospi desceu 0,6%.

"Considero que os decisores políticos têm as ferramentas para prevenir uma queda, se necessário", explica Kristina Hooper, analista da Invesco, numa nota vista pela Bloomberg. "Os investidores estão muito pessimistas sobre o mercado acionista chinês - o que significa que há potencial para uma surpresa positiva", esclarece.

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