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Ao minuto07.08.2020

Ouro alivia de máximos com subida do dólar. Petróleo em queda

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 07 de Agosto de 2020 às 17:30
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07.08.2020

Juros do sul mostram alívio na semana

Os juros da dívida a dez anos portuguesa recuaram 0,8 pontos base esta sexta-feira, terminando a semana com um alívio acumulado de 5,4 pontos base e fixando-se em 0,288%.

A mesma tendência para a semana verificou-se nos vizinhos do sul, Espanha e itália: a dívida de "nuestros hermanos" recuou 6,2 pontos base, para 0,273%, e em terras transalpinas desceu 8,5. Pelo contrário,  a Alemanha, subiu 1,5 pontos base.

07.08.2020

Ouro recua com valorização do dólar

O metal amarelo está hoje a corrigir das fortes subidas das últimas sessões.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 1,72% para 2.027,66 dólares por onça em Londres.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro deslizam 1,17% para 2.027,60 dólares por onça.

 

A penalizar está a retoma do dólar, devido à criação acima do esperado de emprego nos EUA em julho. Uma vez que o ouro é denominado na nota verde, fica menos atrativo quando esta valoriza.

 

Apesar do recuo nesta sexta-feira, o ouro está a caminho da nona semana consecutiva de ganhos.

07.08.2020

Petróleo cai com receios em torno da procura

Os preços do petróleo vão continuar sob pressão e o crude pode voltar a valores negativos.

As cotações do "ouro negro" seguem em terreno negativo nos principais mercados internacionais, depois de ontem negociarem em máximos de cinco meses.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em setembro recua 1,33% para 41,39 dólares por barril.

 

Já o contrato de outubro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, regista uma desvalorização de 1,18% para 44,56 dólares.

 

Ainda assim, o saldo semanal é positivo nos dois lados do Atlântico.

 

Na sessão de hoje, os preços estão a pressionados pelo ressurgimento de casos de covid-19, o que suscita receios quanto à retoma da procura de combustível. Nos EUA, o número de infetados continua a aumentar em vários Estados, e na Índia foi reportada uma subida diária recorde de novos casos.

 

A travar maiores quedas está o compromisso do Iraque, membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, de reduzir a sua produção em agosto, de modo a dar algum apoio ao mercado.

 

Desde 1 de agosto que a OPEP e seus aliados (o chamado grupo OPEP+) reduziu o esforço do corte de produção.

 

Em maio, junho e junho esteve em vigor uma retirada de 9,7 milhões de barris por dia do mercado por parte da OPEP+, mas desde este mês que esse nível de cortes foi aligeirado para 7,7 milhões de barris por dia.

 

Esta decisão suporia, assim, que entrassem no mercado mais dois milhões de barris diários. No entanto, devido às esperadas compensações por parte de alguns países – Iraque, Nigéria, Angola, Rússia e Casaquistão – devido ao incumprimento integral das suas quotas de produção em maio e junho, o nível "efetivo" desse aligeiramente deverá ser menor.

 

Os operadores estão também atentos às conversações nos EUA em torno de um novo pacote de estímulos. Os líderes democratas do Congresso e os principais negociadores da Casa Branca não conseguiram grandes progressos ontem.

 

"Se não houver estímulos adiconais, isso afetará enormemente a retoma da economia norte-americana e o frágil panorama para a procura de petróleo", comentou à Reuters um estratega da corretoa petrolífera PVM, Stephen Brennock.

07.08.2020

Dólar ganha com tensões EUA-China

A moeda única europeia segue com uma queda de 0,77% para os 1,1786 dólares, a segunda esta semana. Ainda assim, no acumulado dos últimos cinco dias, o registo volta a ser positivo: o euro ganha 0,09%, valorizando pela sétima semana consecutiva.

A nota verde dá a volta por cima no último dia da semana, beneficiando das tensões que estão a crescer entre os Estados Unidos e a China, que conferem maior atratividade a esta divisa no seu estatuto de ativo refúgio.

07.08.2020

Europa volta às subidas com estímulos nos EUA na mira

As bolsas europeias fecham a semana sem concordar com a direção: umas seguem no verde, outras ficam pelo vermelho.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas, o Stoxx600, avança 0,31% para os 363,61 pontos, numa semana em que oscilou diariamente entre o terreno positivo e o negativo. No final de contas, o acumulado dos últimos cinco dias mostra uma subida de 2,05%, depois de duas semanas em queda.

Este cenário verifica-se numa altura em que os investidores aguardam notícias quanto a um possível novo pacote de estímulos, que pode ser lançado nos Estados Unidos ainda esta sexta-feira. Foram divulgados dados dececionantes quanto ao emprego nos Estados Unidos mas, por outro lado, estes números podem precisamente pressionar os responsáveis políticos no sentido de acordarem este pacote.

Por outro lado, o facto de Donald Trump ter assinado duas ordens legislativas a proibir os residentes nos EUA de fazerem, a partir de 15 de setembro, negócios com a chinesa ByteDance, que detém a TikTok, está a agitar os mercados, pois constitui mais um ponto de tensão entre as duas maiores economias do mundo.

07.08.2020

Desacaleração no crescimento do emprego e fricções EUA-China penalizam Wall Street

As bolsas do outro lado do Atlântico abriram em ligeira baixa, pressionadas pelos dados do emprego e pelas tensões entre Washington e Pequim.

 

O Dow Jones segue a ceder 0,26% para 26.316,60 pontos e o Standard & Poor’s 500 recua 0,24% para 3.341,07 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite, que ontem estabeleceu um novo máximo histórico, nos 11.121,19 pontos, desliza 0,26% para 11.079,46 pontos.

 

Os dados hoje divulgados revelam uma forte desaceleração no crescimento do emprego nos Estados Unidos.

 

A maior economia mundial criou 1,76 milhões de empregos não agrícolas em julho, superando as estimativas do mercado que apontavam para a criação de 1,48 milhões de postos de trabalho, revelou esta sexta-feira o Departamento do Trabalho norte-americano.

 

Mas embora este número tenha saído melhor do que o esperado, ficou fortemente abaixo do recorde de 4,8 milhões de empregos criados em junho, o que desanimou o mercado.

 

Além disso, o facto de Donald Trump ter assinado duas ordens legislativas a proibir os residentes nos EUA de fazerem, a partir de 15 de setembro, negócios com a ByteDance, que detém a TikTok, e com a Tencent, dona da WeChat, também está a pressionar a negociação.

07.08.2020

Petróleo com maior ganho semanal desde o início de julho

O petróleo está em queda ligeira nos mercados internacionais, preparando-se, contudo, para fechar esta sexta-feira o maior ganho semanal desde o início de julho.

Nesta altura, o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, desliza 0,17% para 41,88 dólares, enquanto o Brent, transacionado em Londres, cai 0,13% para 45,03 dólares.

A contribuir para a subida da matéria-prima esta semana esteve a redução das reservas nos Estados Unidos, apesar do aumento da oferta no mercado do petróleo da OPEP.

Ao mesmo tempo, as importações de petróleo na China caíram em julho face ao mês anterior, devido aos atrasos dos navios no desembarque de cargas, com os portos congestionados com os petroleiros que transportavam petróleo mais barato comprado no início do ano.

07.08.2020

Juros da periferia sobem e Alemanha perde

As taxas de juro das dívidas soberanas dos países europeus negoceiam de forma mista nesta sexta-feira, com os juros do sul da Europa a divergirem do resto dos países da Zona Euro.

A taxa de referência transalpina ganha 1 ponto base para os 0,939%. Os juros da dívida portuguesa a 10 anos sobem 0,2 pontos base para os 0,299%, enquanto na dívida espanhola a queda é de 0,1 pontos para os 0,275%. 

Já os juros das "bunds" alemãs, a referência do mercado, perdem 0,2 pontos base para -0,536%.

07.08.2020

Euro e libra voltam a perder terreno face ao dólar

As duas maiores divisas da Europa seguem hoje a desvalorizar face à rival norte-americana, interrompendo o recente "rally" das últimas semanas. 

O euro cai 0,32% para os 1,1839 dólares, enquanto que a libra perde 0,24% para os 1,3112 dólares.

07.08.2020

Europa recua perante aumento de tensões comerciais

As principais praças europeias estão a negociar em queda, neste início de sessão, pressionadas pela falta de acordo no Congresso dos Estados Unidos e pelo agudizar das tensões sino-americanas, com Donald Trump, presidente norte-americano, a progredir na escala de ameaça a empresas de tecnologia chinesas.

Por esta altura, o índice de referência europeu perde 0,03% para os 262,39 pontos, com as bolsas da região a oscilarem entre uma queda de 0,40% em Amesterdão e um ganho de 0,15% em Londres. Os setores das fabricantes automóveis e da banca são os que vão liderando as quedas.

A pressionar esta última sessão da semana estão as notícias vindas do outro lado do Atlântico. Donald Trump assinou duas ordens a proibir as entidades norte-americanas, cidadãos ou empresas, de fazerem negócios com as companhias que detêm a TikTok e o WeChat. Esta medida entra em vigor daqui a 45 dias.

Na prática, as transações sujeitas a punições podem incluir a compra de anúncios nas aplicações e acordos para disponibilizar a TikTok ou a WeChat nas lojas de aplicações. Em causa pode estar o simples download das aplicações, uma vez que envolve a aceitação de termos do serviço que incluem um contrato de propriedade intelectual entre o utilizador e a empresa que detém a aplicação.

Para além deste fator, o Congresso dos Estados Unidos continua sem acordo sobre os estímulos a serem lançados sobre a economia do país. 

Steven Mnuchin, o secretário do Tesouro da Casa Branca, tinha dito no início da semana que o novo pacote de estímulos para a economia do país ficaria pronto até hoje. Contudo, as negociações entre democratas e republicanos ainda não chegaram a bom porto e o tal envelope continua por anunciar, fazendo recuar os mercados. 

07.08.2020

Ouro recua de máximos com subida do dólar

O ouro está a negociar em queda pela primeira vez em seis sessões, depois de ter batido sucessivos máximos históricos ao longo da semana. Ainda assim, completa esta sexta-feira a mais longa série de ganhos semanais desde 2006.

A fazer recuar o metal precioso está a valorização do dólar – que sobe pela primeira vez em quatro sessões – depois de o presidente Donald Trump ter assinado duas ordens executivas a proibir as transações de qualquer residente nos Estados Unidos com as empresas detentoras das aplicações TikTok e WeChat.

O ouro acumula uma valorização de 35% este ano, colocando-o a caminho do maior ganho anual em mais de quatro décadas, depois de vários meses em que foi impulsionado pelos receios relacionados com a pandemia, os juros baixos, a descida do dólar e os riscos geopolíticos.

O Bank of America reafirmou a sua estimativa de que o ouro poderá chegar aos 3 mil dólares dentro de 18 meses e diz ser possível que a prata chegue aos 35dólares em 2021.

07.08.2020

Falta de acordo no Congresso e guerra EUA-China apontam para abertura em queda

Os futuros da Europa seguem a negociar de forma negativa, apontando para uma abertura desta última sessão da semana em queda, com as notícias vindas do outro lado do Atlântico a pressionar.

Primeiro, faltou o prometido acordo no Congresso dos Estados Unidos. Steven Mnuchin, o secretário do Tesouro da Casa Branca, tinha dito no início da semana que o novo pacote de estímulos para a economia do país ficaria pronto até hoje. Contudo, as negociações entre democratas e republicanos ainda não chegaram a bom porto e o tal envelope continua por anunciar, fazendo recuar os mercados. 

Depois, as tensões comerciais sino-americanas. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, começou por banir as operações da aplicação chinesa TikTok do país a partir do próximo dia 15 de setembro, mas agora foi mais longe. Trump proibiu transações entre empresas ou cidadãos norte-americanos e a ByteDance, a dona da TikTok, e a Tencent, que detém a aplicação de mensagens WeChat.

O líder da Casa Branca anunciou ontem esta proibição, num grande avanço contra as pretensões chinesas. Os analistas dizem que esta poderá ser um medida que dará mais popularidade a Trump, numa altura em que as eleições presidenciais de novembro se aproximam. 

Assim sendo, os futuros do Stoxx 50 - que agrupa as 50 mais empresas da Europa - caem 0,2% e os futuros do norte-americano S&P 500 deslizam 0,3%. Na negociação asiática, durante a madrugada em Lisboa, a bolsa de Xangai liderou as quedas (-1,9%), pressionada sobretudo pelas empresas de tecnologia do país, que se ressentiram do avanço norte-americano. 

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