Cheias só põem dívida em risco se os efeitos se prolongarem
As agências de rating consideram que o país tem margem para acomodar os custos extraordinários de reconstrução, após anos de excedentes e diminuição do endividamento. Os impactos para o crescimento económico deverão ser passageiros, mas admitem estar a monitorizar a situação.
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A consolidação orçamental ao longo dos últimos anos — que permitiu reduzir a dívida pública e mereceu subidas de rating pelas primeiras agências internacionais — dá agora margem a Portugal para absorver o impacto das cheias sem risco para a imagem do país junto dos grandes investidores. As seguradoras, por seu turno, sentirão os efeitos nos resultados.
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