Parar a mudança com as mãos
Durante anos, o modelo socialista esteve ao serviço de uma máquina despesista, faraónica. Agora, está ao serviço de um imobilismo que não aceita a mudança, que não quer preparar-se para nenhum dos desafios do mundo global, que prefere esperar para ver.
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Se o modelo socialista de crescimento que Portugal tem seguido nos últimos 25 anos fosse bom, não estaríamos, como estamos ainda, na cauda da Europa em quase todos os indicadores relevantes de crescimento, de competitividade, de produtividade, de inovação, de adaptação ao futuro da União Europeia.
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