Alerta no PIB, euforia no excedente
A economia portuguesa cresce, mas pouco. Em 2025 terá ficado pelo ritmo de 1,9%, alimentado pelo consumo das famílias. Mas as receitas fiscais engordaram e permitem um excedente notável e a redução assinalável do peso da dívida pública. É um retrato agridoce, mas se não tivermos uma evolução do PIB mais robusta, teremos muitos amargos de boca.
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Há alguns alertas no ar sobre o comportamento da economia, mas também há algum sentimento de euforia com as contas públicas, que engordam com o recorde de receitas de impostos. É saudável ter contas em ordem, mas o fundamental é mesmo ter uma economia robusta e sustentável, que não dependa tanto do turismo e do consumo das famílias financiado pelo crédito.
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