O defensor da paralisia
Como se vê no caso da lei laboral, o país não quer mudar. Cinquenta e cinco reuniões da concertação social sem produzir nada e com muito contorcionismo da direção da UGT (que sonega ao secretariado nacional as mudanças acordadas com patrões e sindicatos) só mostra uma coisa: Portugal adora o ‘status quo’.
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Dois anos de Governo, interrompidos por uma eleição intercalar. Resultado? Nenhuma reforma estrutural. Bem podem dizer que houve alterações significativas às leis de estrangeiros e nacionalidade, mas não são reformas de fundo. A única que está no terreno é a da lei laboral. É pouco, não é?
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