“Maria Vitória”: uma janela para um Portugal invisível
Para muitos pais, os filhos adolescentes são quase estrangeiros dentro da própria casa. Falam, riem, vivem intensamente, mas numa língua social que soa estrangeira.
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Há dois territórios em Portugal que parecem existir fora do radar. Dois mundos que raramente entram, com um olhar que não se julga superior, no enquadramento das televisões, dos debates políticos ou das conversas de café. Um é o chamado país profundo. O outro são os jovens. A longa “Maria Vitória”, de Mário Patrocínio, que estreou esta semana nos cinemas, começa como uma história particular e acaba por funcionar como uma janela para esses dois lugares quase invisíveis.
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