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Lembrar que Portugal é Lisboa e o resto é paisagem, parafraseando Eça de Queiroz, não é uma manifestação primária de regionalismo. Nem o argumento de que o país é demasiado pequeno para não poder ser gerido de forma centralizada, é contrário a que se possa promover um desenvolvimento equilibrado do território.

Portugal por inteiro!

Marcar a agenda política é ler o contexto, perceber as fragilidades e identificar os temas – e são tantos, desde o emprego à segurança, abalados por vagas de fundo – em que a decisão não é consensual e é essencial que todos, mas todos, todos percebam o que está em jogo.

Todos, todos, todos!

Quando nos afastamos dos fins – por incapacidade política de assumir os princípios sufragados em que eles assentam – e as falhas se tornam evidentes, o Estado fica sob ameaça e a sua eficácia enfraquecida.

Ainda (h)a tempo!

O crescimento do mercado serve para moderar os aludidos efeitos da subida dos preços. Por isso, surpreende o alarme quanto às dificuldades no setor da restauração.

Empurrar com a barriga

Neste pântano mediático opinativo, é fácil o salto quântico e irrefletido para a exigência de responsabilidade política.

Atenção: pare, escute, olhe

A história da humanidade mostra o quanto a durabilidade dos Estados é incrivelmente longa, em processos adaptativos mais ou menos acidentados. Perante a vulnerabilidade, é preciso “re-humanizar” o Estado — “agente artificial” — e inverter o declínio da democracia!

Máquinas de guerra

O sucesso foi distinguido na imprensa internacional como caso de avanço e progresso. Comentava-se que no último ano a produção na economia teria crescido 2,4%.

A fábula

As tendências regulatórias aprofundam a rivalidade – ingrediente básico da competição – sobrepondo-a à cooperação, fazendo com que os incentivos aos ganhos de eficiência sejam dominantes sobre os da eficácia.

Elevador empresarial

É tempo para identificar as fissuras do tecido social e marcar os temas para a agenda política que se segue, sem deixar ninguém e nenhuma parte do território para trás. É tempo para discutir o que realmente preocupa os cidadãos, a Polis!

A Polis

Para os economistas, a eventualidade de bloqueio no acesso a inputs essenciais (como a que se vive no SNS) desaconselha opções de externalização, evitando ficar na dependência de um mercado com poder negocial e contratual desequilibrados

Onde modernizar o Estado?

Sem negligenciar a sofisticação, o que há de comum nestas evoluções é a linguagem matemática — computacional — que reduz as expressões — na economia, os comportamentos — a atributos estatisticamente quantificáveis.

Sistemas linguísticos

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