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Tudo o que se tem ouvido desta administração norte-americana vai pouco além da pura incompetência e impreparação para a gestão certeira e sustentável, quanto mais a resolução, dos problemas do mundo.

Síntese discursiva da América trumpista

Assumindo a postura de “dealer” da próxima ordem internacional, não é certo se Trump quererá emergir como salvador da ONU em nome da paz, pagando o que deve, ou como cruzado contra o alegado desperdício, fraude e abuso dos seus burocratas.

Trump, o “dealer” da rutura da ONU

Não há nada menos humanista ou pró-vida do que defender o retrocesso democrático. Não pode haver Portugal, nem União Europeia, sem reforçar veementemente o que nos distingue dos regimes que promovem o ceticismo nacionalista, o ódio e a divisão.

Deus votaria num futuro seguro

Quando uma superpotência se converte num modelo de cleptocracia, oligarquia e autoritarismo, os incentivos e os métodos reforçam-se mutuamente entre os seus parceiros. Num contexto em que Trump assume uma postura abertamente anti-Europa, quem for capaz de comprar os seus “tokens” políticos, por conseguinte, terá margem de manobra na nova esfera de influência norte-americana.

Um “big, beautiful” regime de cleptocracia e oligarquia

Entre outras coisas, todos estes momentos são já um sintoma e um presságio de uma renovada desordem mundial, permitindo à Europa começar o ano ciente do que está para vir.

De olhos postos na desordem mundial em 2026

Ouvir os jovens permite conhecer uma Europa moderadamente esperançosa ou, pelo menos, não tão negra como a política pinta. É uma geração pragmática e consciente das falhas do sistema, mas disposta a repará‑lo.

As âncoras dos jovens europeus e europeístas

Uma solidariedade europeia que vá de Lisboa a Cracóvia deve começar por perguntar como se mantém viva a memória e a experiência da Europa de Leste e se impede o regresso dos imperialismos. E como investiremos em coesão social contra o ressentimento e o extremismo, riscos significativos para qualquer democracia?

O que Cracóvia mandou perguntar a Lisboa

Para um país tão recatado como o nosso, mas não imune ao que se passa para além das suas fronteiras, é urgente incluir a perspetiva dos jovens em todos os níveis de tomada de decisão, eliminar barreiras à sua participação e promover diálogos intergeracionais que contribuam para a paz e a estabilidade.

Os jovens, a paz e a segurança por resolver

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