Deus votaria num futuro seguro
Não há nada menos humanista ou pró-vida do que defender o retrocesso democrático. Não pode haver Portugal, nem União Europeia, sem reforçar veementemente o que nos distingue dos regimes que promovem o ceticismo nacionalista, o ódio e a divisão.
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No dia 8 de fevereiro, os portugueses serão chamados às urnas para tomar a sua decisão final e soberana entre dois projetos presidenciais antagónicos. Se retirarmos da equação o desencanto partidário e os votos de protesto antissistema, sobretudo porque o nosso Chefe de Estado não tem poder legislativo, esta eleição é única e simplesmente uma escolha entre estabilidade e rutura, num momento histórico em que as forças internacionais iliberais têm uma clara preferência pela segunda opção. Qual é, então, a dúvida para todos os democratas?
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