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Richard Zimler: “Tenho medo de gente sem memória”

“Poucas pessoas aprendem com a História, ou então aprendem as lições erradas. Para mim, é muito importante estar do lado certo da História, e estar do lado certo da História é estar do lado de quem tem memória”, diz o escritor Richard Zimler, que acaba de lançar “A Aldeia das Almas Desaparecidas”, obra que relata a intolerância religiosa na região de Castelo Rodrigo no século XVII e que o autor dedica aos milhares de judeus torturados e assassinados pela Inquisição.
Lúcia Crespo e Miguel Baltazar - Fotografia 02 de Dezembro de 2022 às 10:12

Richard Zimler quer estar do lado certo da História, e estar do lado certo da História é estar do lado de quem tem memória, diz. É sobretudo isso que pretende deixar impresso nos seus livros. Acaba de lançar "A Aldeia das Almas Desaparecidas", o primeiro volume de uma obra que relata a intolerância religiosa na região de Castelo Rodrigo no século XVII e que o escritor dedica aos milhares de judeus torturados e assassinados pela Inquisição. O tema não lhe é novo. Mas ainda há muito por contar. Richard Zimler nasceu nos Estados Unidos, vive em Portugal há mais de 30 anos. Conta-nos como foi chegar ao Porto no início dos anos 1990 e testemunha as suas vidas anteriores. Neto de judeus asquenazes, filho de pais nascidos na América, viveu em Nova Iorque e em São Francisco, onde viu uma parte da História a acontecer. Viveu a sua revolução, também sexual. Afirma-se como judeu de cultura, não de religião. E, mais do que um escritor judeu, um escritor "gay" ou um escritor americano, ele é simplesmente um escritor.


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