Por dentro do Facebook
“Gente pouco recomendável”, um título sugestivo para “uma história real sobre poder, ganância e idealismo perdido”, de Sarah Wynn-Williams, que esteve na equipa jurídica para as relações da empresa com governos e políticos. Não traça um retrato bonito de Mark Zuckerberg.
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Sarah Wynn-Williams, advogada neozelandesa, esteve sete anos no Facebook como uma espécie de diplomata, jurista e relações públicas entre a empresa e os governos - convenceu o Facebook de que era uma função necessária, e, depois, que ela podia ocupar esse lugar. Acabou por sair profundamente desiludida com o rumo que a empresa tomou há mais ou menos dez anos, quando políticos de todo o mundo começaram a usar a rede social para recolher dados dos cidadãos e ganhar eleições com disseminação de mentiras, perante a indiferença de Mark Zuckerberg.
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