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China e Rússia são suspeitas de fazerem ciberespionagem em Portugal

Depois de o Relatório Anual de Segurança Interna ter revelado que no ano passado a ciberespionagem cresceu no país, o jornal Público revela agora que os países autores dos ataques informáticos são a China e a Rússia e que a Polícia Judiciária se encontra a investigar.

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Negócios jng@negocios.pt 06 de Abril de 2021 às 08:54
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Depois de o Relatório Anual de Segurança Interna ter revelado que no ano passado a ciberespionagem cresceu no país, o jornal Público revela agora que os países autores dos ataques informáticos são a China e a Rússia e que a Polícia Judiciária se encontra a investigar.


A China e a Rússia estão na origem do aumento de casos de ciberespionagem verificados em Portugal no último ano. A notícia é avançada esta terça-feira pelo Público, que cita fontes que investigam e analisam este tipo de criminalidade. Alguns dos ataques, refere o jornal, já estão a ser investigados pela Polícia Judiciária. 


O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) 2020, apresentado na semana passada, revelava que tinha havido um aumento de "ameaças persistentes, tecnologicamente avançadas, de origem estatal", mas não indicava os países que seriam os autores dos ataques informáticos.


Segundo o Público, a China tem estado mais associada a ciberataques contra instituições de saúde, enquanto a Rússia tem privilegiado entidades ligadas ao Estado. O relatório, lembra o jornal fala em "actores estatais" que "continuam a desenvolver campanhas de ciberespionagem para aceder a informações sensíveis, bem como a desencadear ciberoperações para sabotar, desestabilizar e afetar a credibilidade de entidades e indivíduos a nível global, mas particularmente em países do espaço euro-atlântico".


A determinação da autoria dos ataques pode ser feita através da tecnologia utilizada, mas em muitos casos há recurso a grupos criminosos ou a pessoas que atuam de forma individual e que são pagas pelos seus serviços de ciberespionagem, sendo que os agentes estatais são os que, potencialmente, têm mais recursos. 

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