Durão Barroso diz que tudo fará para preservar segurança dos portugueses
Durão Barroso foi o primeiro líder europeu a pronunciar-se sobre o início da guerra no Iraque, afirmando que o Governo português tudo fará para preservar a segurança dos portugueses, considerando que «não existem motivos para alarme».
O primeiro-ministro, Durão Barroso, foi o primeiro líder europeu a pronunciar-se sobre o início da guerra no Iraque, afirmando que o Governo português tudo fará para preservar a segurança dos portugueses, considerando que «não existem motivos para alarme».
Segundo a agência Lusa Durão Barroso considerou que o início da intervenção militar norte-americana no Iraque não é motivo para alarme. A declaração do chefe do Governo foi feita uma hora e meia após o começo dos bombardeamentos norte-americanos a Bagdad, por volta das 4h00 da madrugada.
Durão Barroso apelou ainda à «coesão e unidade» dos portugueses «neste momento difícil», num discurso tranquilizante, à semelhança do efectuado ontem pelo Presidente da República Jorge Sampaio.
Segundo a TSF, depois de ter conhecimento do início das operações o primeiro-ministro deslocou-se à residência oficial de São Bento, acompanhado do seu filho, para tal como o prometido, falar ao país quando a guerra tivesse início.
Numa declaração com cerca de 3 minutos o primeiro-ministro começou por dizer que este é «um conflito que não desejamos. Tudo fizemos para o evitar em termos políticos e diplomáticos».
Num discurso com 10 parágrafos Barroso afirmou que «não existem motivos para alarme», relembrando que «Portugal não envolverá no conflito os seus militares». E, «acompanhamos em permanência» o desenrolar da Guerra «prevenindo com tempo qualquer repercussão para o nosso pais», acrescentou.