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Retalho perde 13% em maio mas recupera face a abril

A penalizar o desempenho do mês esteve a categoria de Produtos Não Alimentares, que registou uma redução de 24,4%.

Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 29 de Junho de 2020 às 11:40
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O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho registou uma variação homóloga negativa de 13,1% em maio, uma queda inferior à de 22,2% registada em abril.

Estes dados são divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no boletim de Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho, publicado esta segunda-feira, 29 de junho.

A penalizar o desempenho do mês esteve a categoria de Produtos Não Alimentares, que registou uma redução de 24,4%, ainda assim, não tão pronunciada como a descida de 35,5% relativa a abril. Já os Produtos Alimentares aumentaram 1,3% em maio, depois do recuo de 4,8% no mês anterior.

"Uma análise mais fina dos resultados mostra que as vendas de Combustíveis para veículos a motor, de Têxteis, vestuário, calçado e artigos de couro e de Bens para o lar e similares, apresentaram as maiores recuperações da taxa de variação homóloga", adianta ainda o INE.

A perder ficaram também os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas, que apresentaram taxas de variação homóloga de -3,1%, -7,1% e -22,2%, respetivamente. Todos, exceto este último indicador, caíram mais do que no mês anterior.

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