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Ao minuto20.05.2022

Rússia corta fornecimento de gás à Finlândia. Bolsas europeias ganham terreno

Acompanhe aqui minuto a minuto o conflito na Ucrânia e o impacto nos mercados.

REUTERS
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20.05.2022

Sexta-feira dá brilho às bolsas europeias mas semana é negativa

Os mercados accionistas do Velho Continente fecharam esta sexta-feira no verde, mas os ganhos de hoje não foram suficientes para um saldo semanal positivo da maioria dos índices. 

O índice europeu de referência, o Stoxx600, fechou a somar 0,73% para 431,10 pontos. No entanto, o regresso da volatilidade devido aos receios de abrandamento económico reduziu ligeiramente os ganhos - e o sentimento deverá manter-se ao longo da próxima semana, sublinha a Bloomberg. 

Apesar da subida de hoje, a maioria dos índices europeus tem saldo semanal negativo, com exceção do madrileno Ibex 35.

No cômputo da semana, a pior sessão na Europa foi a de quinta-feira, numa altura em que os investidores continuam a mostrar preocupações com a inflação e com os riscos para o crescimento económico apontados pelos bancos centrais.

Na sessão de hoje, a maioria dos setores teve um desempenho positivo, com exceção dos produtos para o lar - que registaram uma queda agregada de 1,06%. Já as maiores subidas verificaram-se nos setores do lazer & viagens, que subiu mais de 2%, e das "utilities" (gás, luz e água) - com um ganho de 1,65%.

Nas principais da Europa Ocidental, o londrino Footsie foi o que mais subiu, a registar uma valorização de 1,19%.

Por seu lado, o Ibex encerrou a pular 0,93%, o alemão DAX avançou 0,72% e o parisiense CAC-40 registou um acréscimo de 0,20%. Já o italiano FootsieMIB subiu 0,12% e em Amesterdão o AEX cresceu 0,68%.

20.05.2022

Apetite pelo risco agrava juros

As obrigações soberanas dos países do euro não estão hoje a revelar-se atrativas para os investidores, que estão com mais apetite pelo risco e a investir em ações. Assim, a menor procura por dívida pública está a fazer subir os juros.

 

Os juros da dívida portuguesa a 10 anos seguem a somar 3,6 pontos base para 2,116%, e em Espanha, na mesma maturidade, avançam 4 pontos base, fixando-se nos 2,070%.

 

Em contrapartida, as "yields" das Bunds alemãs a 10 anos, referência para a Europa, negoceiam em contraciclo, a recuarem 0,7 pontos base para 1,938%.

20.05.2022

Dólar a valorizar. Euro pressionado mas avança para ganhos semanais

Euro recua pelo segundo dia pressionado por receios de abrandamento da economia

As moedas europeias, como o euro e a libra, estão a perder terreno face ao dólar. O euro está a recuar 0,35% face ao dólar norte-americano, para os 1,0551 dólares, depois de na sessão anterior ter registado ganhos de 1,19%. Ainda assim, o euro está a caminho de um ganho semanal de 1,33%, depois de na semana anterior ter perdido 1,32%. 

A libra esterlina está também no vermelho nesta sessão, a cair 0,1% face ao dólar, para 1,2454 dólares. A libra regressa ao vermelho, depois de na sessão anterior ter registado ganhos acima de 1%. 

O dólar valoriza 0,39% perante um cabaz composto por divisas rivais. Ainda assim, no registo da semana, a "nota verde" regista uma desvalorização de 1,38%, pondo fim a uma série de ganhos ao longo das últimas seis semanas. Esta moeda foi pressionada ao longo da semana pelos receios de recessão e pela reação ao discurso do líder da Fed.

20.05.2022

Petróleo a caminho da quarta semana de ganhos

As exploradoras de petróleo de xisto nos EUA enfrentam riscos acrescidos com a “guerra de preços” iniciada pelos sauditas.

Os preços do "ouro negro" estão a negociar em alta, a caminho da quarta semana consecutiva de ganhos, com o otimismo em torno do aumento da procura na época de verão a eclipsar os receios de endurecimento da política monetária dos bancos centrais e de desaceleração económica.

 

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a somar 0,19% para 112,25 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, ganha 0,39% para 112,65 dólares por barril.

20.05.2022

Ouro caminha para primeiro ganho semanal após quatro semanas no vermelho

Todos os metais preciosos tiveram um desempenho negativo em 2021. Este ano, a platina deve valorizar.

O ouro está a valorizar na sessão desta sexta-feira e a caminhar a passos largos para um regresso aos ganhos semanais, após um registo de quatro semanas com perdas. 

Este metal precioso está a valorizar 0,21%, com a onça a cotar nos 1.845,76 dólares, depois de na sessão anterior ter avançado 1,39%, escalando até aos 1.841,85 dólares. 

A subida do ouro está sobretudo ligada ao sentimento de maior incerteza que se vive nos mercados, que está a aproximar os investidores de alguns ativos-refúgio, como por exemplo o ouro e também as obrigações. 

A volatilidade vivida nos mercados ao longo da semana encaminhou o ouro para um ganho semanal de 1,88%. 

"A segunda parte da semana tem sido generosa para o ouro à medida em que a trepidação nos mercados financeiros mudou ligeiramente do ritmo de endurecimento da política monetária para os riscos de recessão", comenta Craig Erlam, analista da OANDA. "Por isso, em vez de as yields mais altas e um dólar robusto estarem a pesar no metal dourado, estamos a ver os investidores a virarem-se para os ativos-refúgio, o que fez com que as yields baixassem ligeiramente e animassem o ouro".

20.05.2022

Ex-chanceler alemão Gerhard Schröder abandona a Rosneft

Gerhard Schröder vai abandonar a petrolífera estatal russa Rosneft. A notícia foi transmitida através de um comunicado da empresa onde o antigo chanceler afirma que era impossível continuar no cargo.

A decisão de saída foi conhecida esta sexta-feira, um dia depois do Bundestag ter aprovado a destituição de uma das benesses do antigo chanceler - um gabinete próprio em Berlim e 5 assistentes, que terão custado mais de 400 mil euros ao erário público, isto só no ano passado.

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20.05.2022

Wall Street abre em terreno positivo mas caminha para mais uma perda semanal

A escalada do conflito armado na Ucrânia e a inflação fora de controlo arrastaram os mercados e a confiança dos empresários.

Os índices norte-americanos arrancaram a última sessão da semana em terreno positivo, com as notícias vindas da China a dar um novo fôlego de otimismo aos investidores. Com o país a aliviar algumas das restrições impostas para conter a covid-19, também o facto de o país ter reduzido a taxa de referência para as hipotecas por uma margem significativa, pela segunda vez este ano com o intuito de "animar" o setor imobiliário, estará a ser vista com bons olhos. 

O índice industrial Dow Jones está a avançar 0,41% para 31.382,70 pontos, o tecnológico Nasdaq Composite avança 0,74% para 11.472,30 pontos e o S&P 500 e o S&P 500 soma 0,74% para 3.929,52 pontos. Ainda assim, o Dow Jones está a caminhar para mais uma perda semanal, que poderá ser a oitava consecutiva. 

A semana fica marcada por perdas expressivas em Wall Street ao longo de algumas sessões, com tombos expressivos vividos na quarta-feira, que se prolongaram pela sessão anterior. Os receios da inflação e a possibilidade de a Fed avançar com subidas de juros para controlar o aumento de preços tem marcado o sentimento dos investidores. 

20.05.2022

Rússia fecha a torneira e torna Finlândia no terceiro país europeu sem gás russo

A Finlândia vai ficar sem acesso ao gás russo a partir deste sábado, tornando-se no terceiro país europeu a ver os fornecimentos suspensos devido à recusa em fazer pagamentos em rublos. Também a Polónia e a Bulgária já ficaram sem acesso a gás vindo da Rússia devido ao mesmo motivo.


O fluxo de gás da Rússia vai ser interrompido a partir deste sábado, dia 21, de acordo com uma comunicação ao mercado feita pelo importador finlandês de gás Gasum


A Rússia é o maior fornecedor de gás à Finlândia, mas esta situação deverá ter um impacto limitado para a economia do país, uma vez que representa cerca de 5% do mix energético. O gás é maioritariamente usado nas fábricas da Finlândia, enquanto na maioria dos países europeus é usado para aquecimento. 

"A Gazprom Export informou a Gasum de que os fornecimentos de gás natural à Finlândia com o contrato de fornecimento da Gasum vão ser cortados no sábado", indica o comunicado da empresa, que explica que vai fornecer os clientes através de outras fontes, através do gasoduto Balticconnector.

Este anúncio acontece na mesma semana em que a Finlândia formalizou a candidatura à NATO, algo que foi contestado pela Rússia, que criticou a alteração da política de neutralidade que tem caracterizado a Finlândia. 

20.05.2022

G7 vai enviar 18 mil milhões de euros para Kiev

O G7 concordou em enviar mais de 18 mil milhões de euros para a Ucrânia, de acordo com as declarações prestadas pelo ministro das Finanças alemão, Christian Linder à Bloomberg. 

 

"Queremos garantir a capacidade de a Ucrânia se conseguir defender, por isso vamos enviar estes fundos para que [Kiev] assegure a sua liquidez", justificou Christian Linder. Com este envelope, Kiev passa assim a deixar de preocupar "sobre como se irá financiar nos próximos meses".

 

Do valor total, cerca de 7 mil milhões de euros foram assegurados por Washington, tendo o remanescente sido concedido pela União Europeia.

 

Kiev já revelou que o país precisa entre três a quatro mil milhões de euros por mês a curto prazo, enquanto a longo prazo será mesmo necessário um programa semelhante ao Plano Marshall que reergueu a Europa depois da II Guerra Mundial.  

Segundo os últimos números disponibilizados pelo Governo ucraniano, este plano terá de injetar cerca de 600 mil milhões de dólares (567 mil milhões de euros) no país.

 

Em junho, as sete maior potências voltam a encontrar-se, sendo esperado que os líderes políticos aprovem um novo pacote de ajuda a Kiev de maior dimensão.

20.05.2022

China e fenómeno "buy the dip" pintam Europa de verde

A Europa arrancou a sessão pintada de verde aliviando a queda registada esta semana, com os investidores atraídos pelo fenómeno "buy the dip", ou seja comprar ações baratas agora na esperança de as vender mais caras depois.

 

O Stoxx 600 segue a valorizar 0,90% para 431,83 pontos. Dos 20 setores que compõe o índice, mineração, energia e banca comandam os ganhos.

 

A animar a sessão está ainda o facto de Pequim ter cortado a taxa de juro básica para empréstimos a cinco anos, de forma a travar o abrandamento económico no país, uma medida que vai reduzir os custos de hipoteca fomentando a procura entre um dos setores críticos do país, o imobiliário.

 

A recuperação do "benchmark" europeu na semana passada durou pouco, estando entretanto prestes a fechar esta semana em terreno negativo, à medida que os membros do BCE e o mercado apontam para uma subida das taxas de juro na zona euro já em julho. A pesar no sentimento dos investidores está ainda a inflação.

O galopar dos preços levou o índice de confiança do consumidor do Reino Unido a cair para mínimos de 48 anos, segundo os dados compilados pela Bloomberg. Dentro das próximas horas é revelado o mesmo indicador referente ao grupo de 19 países do bloco.

 

Nas restantes praças europeias, o espanhol IBEX sobe 0,90%, o alemão DAX cresce 0,91% e o francês CAC 40 valoriza 0,82%. Londres soma 1,29%, Milão sobe 0,81% e Amesterdão ganha 1,53%. Por cá, o PSI valoriza 1,07% em linha com a Europa. O BCP acompanha o setor europeu e escala mais de 3%, comandando os ganhos em Lisboa.

20.05.2022

Juros agravam nos EUA e na Zona Euro

Apesar das perspetivas de mudanças na estratégia dos bancos centrais, os juros das obrigações soberanas no euro mantêm juros muito baixos.

Os juros estão a agravar na Zona Euro e nos EUA, à medida que os investidores digerem a possibilidade de um abrandamento económico e o advento de uma política monetária ainda mais restritiva.

 

Os juros das bunds alemãs a dez anos – "benchmark" para o mercado europeu – agravam 2,9 pontos base, mantendo-se no entanto abaixo da fasquia de 1% alcançada no início deste mês, para 0,974%.

 

Em Itália, a yield da dívida a dez anos sobe 5,8 pontos base, o agravamento mais expressivo da Zona Euro , para 2,953%, enquanto os juros das obrigações francesas com a mesma maturidade crescem 3,6 pontos base para 1,486%.

 

Na Península Ibérica, os juros da dívida portuguesa a dez anos agravam 3,4 pontos base para 2,113%. Desde o passado dia 29 de abril que a yield das obrigações com esta maturidade se encontra acima da linha dos 25 e desde o dia 7 de fevereiro que está acima de 1%.

 

Em Espanha, os juros das obrigações a dez anos agravam 4,6 pontos base para 2,075%.

 
Pelos EUA, a yield da dívida com a mesma maturidade sobe 2,7 pontos base para 2,864%.

Este movimento nos dois lados do Atlântico ocorre horas depois de a presidente da Reserva Federal norte-americana de Kansas City, Esther George, ter reconhecido que o aperto monetário do banco central apontou o mercado acionista para um declínio, mas ainda assim ter mantido a determinação de continuar a política monetária "falcão" para combater a inflação.

20.05.2022

Ouro prestes a fechar primeiro ganho a sete dias em cinco semanas. Dólar recupera do tombo

Ouro

O ouro ruma para o primeiro ganho a sete dias pela primeira vez em cinco semanas, à medida que o risco de abrandamento económico é cada vez mais patente.

 

O metal amarelo segue a subir 0,32% para 1.847,76 dólares a onça. Desde o início da semana, o "rei" dos metais ganhou 1,6%, motivado pela perda de apetite dos investidores pelo mercado de risco, com o mercado acionista a caminho de uma sétima semana de perdas.

 

Apesar do advento de uma política monetária restritiva que desviou os investidores do ouro para os focar em dívidas soberanas, já que o metal amarelo não remunera em juros, a cotação do ouro ainda tem sido suportada pelo medo do mercado de que possa haver uma recessão, um temor refletido também nos ETF (Exchange Traded Funds) correlacionados com o metal amarelo que conseguiram recuperar no final desta semana depois de renovarem mínimos de março.

 

No mercado cambial, o índice do dólar da Bloomberg – que compara o "green cash" com 10 divisas rivais – sobe 0,12% para 102,83 pontos, depois de sofrer a queda mais aparatosa desde novembro de 2020. Já o euro negoceia na linha de água, com um ganho ligeiro de 0,02% para 1,0590 dólares.

20.05.2022

Petróleo a caminho de quarto ganho semanal

O petróleo avança para um quarto ganho semanal, ainda que esta sexta-feira esteja a aliviar, impulsionado pelo otimismo sobre a procura que acabou mesmo por eclipsar as preocupações dos investidores sobre uma abrandamento económico e uma política monetária mais restritiva.

 

O West Texas Intermediate, negociado no mercado de Nova Iorque, desliza 0,47% para 11,68 dólares por barril. Já o Brent do Mar do Norte, referência para o mercado europeu, desvaloriza 0,60% para 11,37 dólares.

 

O mercado do petróleo e derivados tem sido alvo de pressão sobretudo nos EUA, onde os preços da gasolina e o gasóleo atingiram  valores sem precedentes, à medida que se espera que as viagens realizadas durante o verão por norte-americanos regressem aos níveis antes da pandemia, segundo as previsões do auto club AAA, citado pela Bloomberg.

 

Desde o início do ano, o petróleo já valorizou quase 50%, impulsionado pela disrupção da procura no contexto de recuperação pós-pandemia e pela guerra na Ucrânia.

20.05.2022

Europa aponta para verde depois da Ásia fechar a sessão em alta

Os futuros negociados sobre os principais índices europeus apontam para um arranque de sessão no verde, acompanhando os ganhos globais dos mercados, numa altura em que os investidores continuam a digerir as consequências de um advento de uma política monetária mais restritiva como os mais recentes acontecimentos na guerra na Ucrânia.

 

Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 valorizam 1,1% enquanto os futuros sobre o alemão DAX sobem 1%.

 

Esta sexta-feira, os investidores vão estar atentos à divulgação dos números da confiança dos consumidores na zona euro.

 

Na Ásia, pelo Japão o Nikkei subiu 1,27% e o Topix valorizou 0,93%. Na Coreia do Sul, o Kospi ganhou 1,74%. Já na China, o Hang Seng em Hong Kong escalou 2,43%, enquanto Xangai valorizou 1,41%.

 

Pequim reduziu a taxa básica de juro para empréstimos a cinco anos (LPR) em 15 pontos base esta sexta-feira, um corte mais acentuado do que se esperava, à medida que o regime de Xi Jinping tenta amortecer o abrandamento económico no país.

Um inquérito realizado pela Reuters apontava para um corte de 5 pontos base nas taxas de juros básicas para empréstimo a um (que não sofreu mexidas ) e a cinco anos.

20.05.2022

Guterres já tem plano para exportar cereais ucranianos. EUA vão suspender parte das sanções contra a Bielorrússia

As negociações coordenadas pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, para garantir que o mundo não vive uma nova crise alimentar parece estar a dar resultados. Segundo o Wall Street Journal, estão a ser elaborados planos de exportação de cereais ucranianos por comboio, através da Bielorrússia para serem enviados para o porto lituano de Klaipeda.

 

O diário económico, que cita fontes próximas do processo, dá ainda conta que os EUA estão prontos para suspender as sanções impostas contra o setor dos fertilizantes à base de potássio bielorrusso.

O principal produtor deste tipo de fertilizante na Bielorrússia é responsável por um quinto da oferta mundial deste produto, tendo sido alvo de sanções por Washington no ano passado.  

 

Pela Alemanha o Chanceler Olaf Scolz aumentou a pressão para que o seu antecessor, Gerhard Schroeder abandone os cargos que ocupa na gigante estatal russa Rosneft e que saia do grupo de acionistas do Nord Stream AG. Schroeder foi Chanceler entre 1998 e 2005.

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