No campo há prejuízos de "várias dezenas de milhões" e quem espere há quase um ano por apoios pós-depressão Martinho
CAP aponta que há prejuízos que nunca serão contabilizados, como as perdas que resultam da impossibilidade de os terrenos serem cultivados nos próximos meses.
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A depressão Kristin, que fustigou sobretudo o centro do país, deitou abaixo casas, paralisou fábricas e dizimou explorações, afetando "severamente pomares, olivais ou amendoais e uma "vasta área" de floresta ou infraestruturas dedicadas à pecuária, como aviários . O secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) aponta para "prejuízos na ordem de várias dezenas de milhões de euros". "Perante a dimensão da destruição", Luís Mira considera que as medidas anunciadas pelo Governo "são claramente insuficientes" e diz que há "agricultores que continuam à espera de apoios relativos à depressão Martinho, ocorrida em março do ano passado".
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