Banca & Finanças Abanca aumenta lucros para 250 milhões no primeiro semestre

Abanca aumenta lucros para 250 milhões no primeiro semestre

O Abanca atingiu no primeiro semestre de 2019 um resultado líquido de 250,1 milhões de euros. Para o resultado contribuiu o crescimento do negócio de crédito, adianta o banco.
Abanca aumenta lucros para 250 milhões no primeiro semestre
Luís Manuel Neves
Rita Atalaia 29 de julho de 2019 às 13:11
O Abanca conseguiu aumentar os lucros nos primeiros seis meses do ano. O banco liderado por Juan Carlos Escotet apresentou um resultado de 250,1 milhões de euros, o que representa um aumento de 1,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior. No primeiro semestre de 2018, a instituição financeira registou lucros de 247 milhões de euros. 

A contribuir para este resultado esteve o crescimento do negócio de crédito. Este "registou um crescimento de 6,4% em novas formalizações de crédito (PME e outras empresas) e o negócio de seguros de 7,4%, sendo estes, dois dos pilares do plano estratégico que o Abanca está a desenvolver", de acordo com um comunicado divulgado esta segunda-feira, 29 de julho, pelo banco. 

Quanto às receitas de prestação de serviços, o Abanca registou um "crescimento anual de 5,7%, destacando-se as receitas resultantes da comercialização de seguros, planos e fundos, que aumentaram 9,8%. Nesta área foi determinante a orientação ao cliente, com produtos inovadores". Já as receitas de comissões aumentaram 8,1%.

"O Abanca continua a reforçar a sua capacidade de gerar receitas recorrentes, com uma margem de juro que atingiu os 272,1 milhões de euros, e que cresceu 5,6% quando comparado com o ano anterior", adianta ainda a instituição financeira, explicando que o "crescimento da margem é resultado do bom desempenho do negócio com clientes, destacando-se o crescimento do crédito e a boa gestão dos preços da nova produção, assim como a força demonstrada pelo Abanca na captação de depósitos".

Sobre a qualidade dos ativos, o banco liderado por Juan Carlos Escotet registava uma taxa de incumprimento de 3,3% a 30 de junho, "amplamente abaixo do sistema" e dando continuidade a "uma trajetória de 21 trimestres consecutivos de decréscimo da sua taxa de incumprimento". 

O rácio de capital CET1 (faseado) do banco situa-se nos 14,7%. Já o rácio totalmente implementado é de 14%. 



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