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Angola vai na "direcção adequada" mas redução do BPI no BFA é para continuar

Continua sem haver prazo e sem haver limites, mas a participação de 48% do BPI no angolano BFA é para cortar, assegurou Gonzalo Gortázar, CEO do CaixaBank.

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 27 de Novembro de 2018 às 12:55
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O CaixaBank, dono de 95% do Banco BPI, considera que estão a ser dados passos "na direcção adequada" em Angola, que poderão beneficiar o Banco de Fomento Angola, de que o banco português detém 48%. Contudo, esta participação na instituição angolana continua a ser para reduzir.

 

"Vemos Angola a tomar uma série de medidas de política económica que vão na direcção adequada", disse Gonzalo Gortázar, presidente executivo do CaixaBank, em resposta a perguntas dos jornalistas na conferência de imprensa, que se realizou em Londres esta terça-feira, 27 de Novembro.

 

Gortázar acredita que o BFA poderá beneficiar com essa onda "no curto e médio prazo".  

 

Mesmo assim, no plano estratégico para 2019-2021, o BFA é excluído, não havendo indicações de objectivos para o banco, nem em relação a dividendos a receber durante o período.

 

A diminuição do peso do BPI no BFA é para se concretizar, como está já delineado desde a aquisição do controlo do banco português, no início do ano passado.

 

"Uma participação de 48% é elevada. Vamos esperar pelo momento para fazê-lo, não temos limitações e o que queremos é continuar a apoiar o BFA e Angola nesse processo, e mantermos uma estreita relação com Angola, através do BPI e manter um nível de participação não tão elevado", indicou Gortázar.

 
*O jornalista viajou para Londres a convite do CaixaBank

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