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Auditoria da EY à CGD só deverá chegar um ano depois de pedida

Paulo Macedo voltou a adiar o prazo para se conhecerem os resultados da auditoria aos actos de gestão entre 2000 e 2015.

Entrou na CGD após a passagem polémica de António Domingues. Lidera o banco recapitalizado, que tem de reduzir pessoal e balcões.
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 21 de Março de 2018 às 19:53
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Em Abril de 2017, o Governo mandatou a EY para auditar a Caixa Geral de Depósitos no período entre 2000 e 2015. Deveria demorar 15 semanas. As conclusões só deverão chegar um ano depois do pedido.

 

"Espero que no próximo mês" seja concluída a análise àqueles 15 anos de gestão, disse Paulo Macedo aos deputados na comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa. As palavras foram proferidas a 21 de Março, remetendo para o mês seguinte.

 

Este é um novo prazo. Em Outubro, quando o documento deveria ter sido entregue, a EY informou a CGD de que as conclusões chegariam antes do final do ano. Não chegaram.

 

Foi em 2016 que o gabinete de Mário Centeno anunciou a vontade de realizar uma auditoria externa aos actos de gestão da CGD. Foi dado um prazo de 15 semanas para analisar as actuações das administrações de António de Sousa, Mira Amaral, Vítor Martins, Carlos Santos Ferreira, Fernando Faria de Oliveira e José de Matos (excluindo-se António Domingues e Paulo Macedo).

 

O horizonte temporal, o facto de ser necessária documentação que já não existe e de vários trabalhadores já não estarem na CGD dificulta o processo de averiguação.

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