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CEO do BCP defende extensão do período das moratórias no crédito

O governo português já aprovou uma extensão das moratórias até ao final de março de 2021.

Lusa
Negócios com Bloomberg 08 de Setembro de 2020 às 11:38
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A moratória concedida nos contratos de crédito deveria ser prolongada no tempo, de forma a ajudar as empresas portuguesas a recuperar do impacto da pandemia de coronavírus, defendeu o CEO do BCP, Miguel Maya.

"Tendo em conta a elevada dívida pública e outras limitações que Portugal tem, uma das prioridades deveria ser estender a moratória nos contratos de crédito em alguns setores", defendeu Miguel Maya, numa conferência de imobiliário, citado pela Bloomberg.

O governo português já aprovou uma extensão das moratórias até ao final de março de 2021, quando o primeiro prazo avançado havia sido o mês de setembro.

A propósito do imobiliário, Maya acredita que a pandemia não está a ter um "impacto negativo" nos preços. "Os empréstimos para crédito à habitação abrandaram mas a procura não evaporou", afirma o CEO.

Neste contexto, o líder do BCP afirma que as prioridades da instituição foram alteradas. Em vez de ter o foco no crescimento, o importante é reforçar o balanço do banco. "Temos rácios de capital e liquidez que estão muito mais elevados do que o requerido pela regulação", sublinha.

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