pixel

Negócios: Cotações, Mercados, Economia, Empresas

Notícias em Destaque

Escolha o Jornal de Negócios como "Fonte Preferida"

Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.

Adicionar fonte

Comerciantes de Lisboa não estão contra mudanças ao trânsito, mas pedem critério sobre ruas pedonais

UACS aponta o dedo não só ao facto de os empresários não terem sido informados previamente, mas também à falta de estudos sobre o impacto da eliminação do trânsito automóvel na Avenida da Liberdade aos domingos e feriados.

Prada Avenida da Liberdade Luxo
Prada Avenida da Liberdade Luxo Bloomberg
19 de Maio de 2022 às 15:23

União de Associações de Comércio e Serviços (UACS) diz que não se irá opor à proibição, aos domingos e feriados, da circulação automóvel em determinadas vias públicas de Lisboa, mas lamenta que os empresários não tenham sido ouvidos e pede critérios na definição das ruas que se irão tornar pedonais.

"Sim, somos contra esta medida, da forma que a mesma nos está a ser imposta", diz a presidente da UACS, Carla Salsinha, citada num comunicado enviado, esta quinta-feira, às redações, em jeito de reação à medida aprovada recentemente pela Câmara Municipal de Lisboa.

Perante o facto consumado, a UACS apela para que haja uma "definição com critério das ruas que se irão tornar pedonais", de modo a que se tornem num "forte promotor de incentivo e de crescimento do comércio da cidade", algo que "depende das zonas das cidades, das artérias com limitações e da forma como essas medidas são preparadas e implementadas".

Manifestando-se "contra medidas desconexas, sem fundamento ou critérios lógicos, de cariz partidário", a direção do organismo aponta o dedo não só o facto de os empresários não terem sido informados previamente, quando "poderão ser afetados com esta medida que visa a Avenida da Liberdade e o seu alargamento a todas as freguesias de Lisboa", como também a ausência de estudos sobre o impacto que terá.

"Esta proposta do Livre não foi alvo de qualquer estudo de impacto ambiental futuro e efetivo, nem somente do impacto que terá na vida dos moradores, nem das suas repercussões no comércio da cidade e das ruas nas quais o trânsito será proibido aos domingos e feriados ao longo do ano", aponta a UACS, que representa aproximadamente 3.500 empresas do comércio, excluindo o retalho alimentar.

"Sim, somos contra esta medida, da forma que a mesma nos está a ser imposta", diz a presidente da UACS, Carla Salsinha, citada num comunicado enviado, esta quinta-feira, às redações, em jeito de reação à medida aprovada recentemente pela Câmara Municipal de Lisboa.

Perante o facto consumado, a UACS apela para que haja uma "definição com critério das ruas que se irão tornar pedonais", de modo a que se tornem num "forte promotor de incentivo e de crescimento do comércio da cidade", algo que "depende das zonas das cidades, das artérias com limitações e da forma como essas medidas são preparadas e implementadas".

Manifestando-se "contra medidas desconexas, sem fundamento ou critérios lógicos, de cariz partidário", a direção do organismo aponta o dedo não só o facto de os empresários não terem sido informados previamente, quando "poderão ser afetados com esta medida que visa a Avenida da Liberdade e o seu alargamento a todas as freguesias de Lisboa", como também a ausência de estudos sobre o impacto que terá.

Ver comentários
Publicidade

C-Studio é a marca que representa a área de Conteúdos Patrocinados do universo Medialivre.
Aqui as marcas podem contar as suas histórias e experiências.

Publicidade

C-Studio é a marca que representa a área de Conteúdos Patrocinados do universo Medialivre.
Aqui as marcas podem contar as suas histórias e experiências.

Publicidade

C-Studio é a marca que representa a área de Conteúdos Patrocinados do universo Medialivre.
Aqui as marcas podem contar as suas histórias e experiências.